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Ana Maria Coelho

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Jogando com o futuro de sua startup

Posted by Ana Maria Coelho on Jun 10, 2014 11:32:10 AM

Em tempos de preparação do país para megaeventos esportivos e de transformações importantes no cenário político, planejar o futuro pode ser um exercício estratégico estimulante e, ao mesmo tempo, tranquilizador.

Entender os possíveis cenários em que as empresas irão atuar ou aonde sua própria vida irá se desenvolver permite analisar o longo prazo neste mundo onde reina a incerteza. Tal como em sua origem teatral, os cenários ajudam a reconhecer o ambiente e adaptar-se às mudanças que ocorrem no ambiente, definindo os caminhos alternativos da evolução e permitindo escolher as manobras apropriadas para cada um deles.

O planejamento de cenários implica escolher, hoje, dentre várias opções, com total compreensão dos possíveis resultados no futuro. Você pode estar pensando: “Seria uma consulta cartomante para as empresas?” NÃO.

Compreender os cenários prepara as pessoas para qualquer contingência e confere a capacidade de agir com pleno conhecimento do risco assumido e da possível recompensa. Essa é a principal diferença entre um executivo sábio e um burocrata ou apostador, que são seus pólos opostos.

A facilidade de “jogar” com cenários depende do treinamento, da experiência e da intuição da pessoa. Qualquer pessoa pode criar cenários, mas será mais simples e correto se estiver disposta a estimular sua imaginação, criatividade e até certo senso do absurdo, sem no entanto abandonar o realismo necessário para manter os pés na terra.

Se você sente que sua vida necessita de alguma decisão de forte impacto no seu futuro, experimente. Identifique a questão central, determine as forças que essa questão impacta em sua vida e o grau de influência que ela exerce sobre aquilo que é fundamental para você. Classifique-as quanto à ordem de importância e grau de certeza, e o fundamental: defina a lógica dos vetores do que estarão em jogo a partir da tomada de uma decisão.

Sempre mantenha em mente a mecânica de três cenários tradicionais: o otimista, o pessimista e o intermediário. As pessoas tendem a apostar apenas no intermediário como o mais provável e com isso, põem a perder todas as vantagens de pensar o futuro sob outras perspectivas.

E lembre-se, assim como no teatro, os cenários são compostos por várias alegorias e materiais. Para uma boa análise das possibilidades sobre o futuro do seu negócio, não deixe de lado dois mundos: o dos fatos e o das percepções. Cenários exploram fatos, mas indicam as percepções daqueles que têm a responsabilidade de tomar decisões.

Quando funciona, é uma experiência criativa e libertadora. Entretanto, cuidado: evite um futuro oficial. Transforme essa conversa estratégica em um hábito permanente e esteja aberto a mudanças que possam acontecer no caminho. Afinal, como diz o senso comum: “o futuro a Deus pertence”.

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10 mitos sobre empreendedorismo

Posted by Ana Maria Coelho on May 27, 2014 11:21:57 AM

A imagem do jovem que apresenta ao mundo uma ideia brilhante, fomenta a inovação com sua empresa de alta tecnologia, gera milhares de empregos e, em pouco tempo, acumula fortunas parece ser o retrato mais bem acabado de um empreendedor de sucesso. Ok! Lindo! O único problema é que histórias assim, embora inspiradoras, são exceções.

Tanto os mitos que glorificam a realidade quanto aqueles que a tornam mais dura e complexa do que é só servem para dificultar a trajetória de quem quer ter seu próprio negócio. Por isso, resolvi trazer para o nosso papo os mitos mais tradicionais extraídos do livro “O segredo de Luísa” de Fernando Dolabela. Se você ainda não leu, vale a pena!

    • Só quem faz o que gosta tem sucesso

Pessoas à frente de pequenas empresas são unânimes em afirmar que têm paixão pelo que fazem – e que isso é de extrema importância para seu sucesso. Contudo, são fatores muito mais concretos que determinam o crescimento e a sustentabilidade de um negócio – como a escolha acertada do mercado e das fontes corretas de financiamento.

      • Empreendedorismo é coisa de rico.

Pessoas e comunidades pobres podem e devem empreender. A atividade gera renda de forma sustentável e permite às pessoas sair do nível de miséria que viviam ao iniciarem seus próprios negócios.

  • Só quem tem dinheiro terá sucesso ao empreender.

Ter acesso a fontes corretas de financiamento é certamente um fator importante para a expansão de um negócio, mas acreditar que dinheiro é a garantia de perenidade para a empresa pode induzir muitos empreendedores ao fracasso.

  • Quem fracassa uma vez, vai fracassar sempre.

Há poucas coisas que assustam tanto um empreendedor quanto a ideia de ter de fechar as portas da sua empresa. Começar de novo após uma experiência ruim não é tarefa das mais fáceis, mas o mercado está repleto de empreendedores que só conquistaram o sucesso depois de muitas tentativas.

  • É preciso ter ideias geniais para ter sucesso.

Boa parte dos novos negócios está ligada a atividades que não demandam grandes inovações ou alta tecnologia – como, por exemplo, o varejo.

  • Empreendedores não têm chefes e são completamente independentes.

O empreendedor está longe de ser independente e serve muitos senhores: sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, credores, família.

  • É preciso ser jovem para começar um negócio.

Idade não é barreira. A energia necessária para tocar um empreendimento não está relacionada à juventude. Para alguns estudiosos, a maturidade seria, inclusive, um fator positivo ao esforço empreendedor.

  • Todo empreendedor deseja enriquecer rápido

Empreendedores de sucesso buscam construir empresas onde possam realizar ganhos de capital em longo prazo. A principal motivação de curto prazo é a realização pessoal, o controle dos seus próprios destinos e a realização dos seus sonhos. Dinheiro é uma ferramenta e uma consequência!

  • Empreendedores experimentam um nível de estresse maior.

Empreender não é mais ou menos estressante do que qualquer outra profissão. A diferença está no significado que o trabalho representa em sua vida.

  • Empreendedores são heróis e nascem feitos.

Acreditar que empreendedores nascem feitos e demonstram desde a infância ou adolescência características importantes para comandar a própria empresa é limitante e irreal. Todo ser humano pode aprender e desenvolver competências.

Portanto, meu amigo, se você realmente optou em ter um negócio próprio, deixe os mitos de lado e vá a luta. É pra frente que se anda!

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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