AceleraBlog

O grande orgulho de ter sido escolhida a melhor aceleradora da América Latina

Posted by Pedro Waengertner on Mar 19, 2015 11:28:34 AM

Aconteceu ontem no Ballroom, localizado na bela vista, o LatAM Founders Award, evento que premia os melhores do ecossistema de Startups na América Latina, organizado pelo LatAM Founders, um grupo de sócios de fundos Venture capital e private equity, empreendedores que já levantaram mais de R$ 1 milhão para suas startups ou já saíram de outra empreitada, CEO’s, CTO’s , CFO’s,CIO’s de grandes empresas de tecnologia, executivos de alto nível em multinacionais, e grandes influenciadores. São mais de 550 participantes em 19 países.

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Céus, o pitch!

Posted by Thiago Tambuque on Mar 11, 2015 1:15:57 PM

Muito se fala sobre qual a melhor maneira de se fazer um picth. Minha dica de ouro, de cara, é: “seja você mesmo”.

Quem já passou por um treinamento de pitch, principalmente comigo, já me ouviu dizer algo como “faça de conta que está conversando com um amigo” ou “imagine que você está num bar”. O segredo, na verdade, não é um segredo. É algo que já é sabido por todos mas que, numa situação de exceção – o pitch – fazemos questão de esquecer. Resultado: usamos uma linguagem que não é a nossa; um gestual e uma impostação que não é a cotidiana e encarnamos um personagem do teatro grego. Não é assim que as coisas funcionam ou, pelo menos, não é assim que deveriam funcionar.

A verdade é que quanto mais naturais somos, mais credibilidade passamos. De nada serve uma pessoa descontraída e extrovertida se colocar como uma pessoa séria e compenetrada nem vice-versa. Geralmente, quem faz pitch não é ator profissional e, via de regra, a máscara cai. E ela cai da pior maneira: A

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Coisas que aprendi com o e-mail marketing da Cuponeria

Posted by Nara Iachan on Nov 13, 2014 8:00:00 AM

Eu pensava que fazer e-mail marketing era tarefa mais fácil. Parece divertido escrever para os muitos "leitores" sobre alguma coisa que chame a atenção quase todos os dias, não? Bom, divertido é sim, mas fácil não é tanto. Quem já fez ou faz e-mail marketing provavelmente já passou/passa pelas mesmas fases que eu. Como acredito que seja uma trajetória comum, vale a pena listar o que acontece em cada uma e oferecer algumas dicas pessoais.

1) O início – Medo do desconhecido: Eu tinha pânico na hora de enviar e não conseguia sequer apertar o botão para agendar. Pedia para alguém fazer isso por mim. Revia o e-mail milhões de vezes, clicava em todos os links outras milhões, só para ver se ainda estavam funcionando. Lia novamente cada palavra para ver se tinha deixado passar algum erro de digitação. No final cada e-mail levava cinco vezes o tempo previsto para sair. Pode parecer absurdo, mas vendo agora, acredito que todos os medos e revisões tiveram sua importância para me fazer aprender e ganhar experiência.
2) Vontade de fazer diferente: Conforme fui ganhando experiência, o medo passou e começou uma grande vontade de fazer diferente dos outros, com imagens diferentes e textos diferentes. Os e-mails passaram a ser personalizados, com algum assunto do dia, da época, ou algo que simplesmente agradasse. Isso deu muito certo: os e-mails começaram a chamar muito mais a atenção do que antes, e comecei a receber mensagens e comentários com elogios, dizendo que o e-mail combinou com o dia, etc. Arrisquei rimas e algumas piadas. Então percebi claramente que o interesse do público pode variar muito conforme o jeito que a gente escreve, e provavelmente isso muitas vezes influencia até mais do que o próprio conteúdo em si.44
3) Hora de testar: Depois de fazer tudo diferente, fiquei em uma neurose de fazer testes. Que título faz as pessoas abrirem mais? Que horário? Que tema? Qual é a melhor lista? Esses testes são muito importantes, pois vão te dizer o que está bom e o que precisa melhorar. Eles dão uma noção do que vai acontecer com o e-mail que você ainda não disparou. Todo mundo precisa fazê-los em algum momento, e quanto antes melhor.
4) Fase de repetição: O próprio diferente já é um padrão, e como passei a saber o que o público queria ler, quantos iriam abrir, no que as pessoas iam clicar, etc., o e-mail tornou-se um pouco mais mecânico. Uma revisão rápida passou a ser suficiente e o e-mail começou a ficar pronto em muito menos tempo.
5) Delegação: Por fim, passei parte do trabalho para alguém. Nessa fase fiquei com um pouco de ciúmes, mas vi que era necessário. Aqui, minha dica é que mesmo que você queira continuar fazendo o e-mail alguns dias da semana, saiba delegar pelo menos em parte, pois assim terá mais tempo para se dedicar a outras coisas.

É por isso que, para quem está começando a fazer o e-mail marketing de uma empresa, minhas dicas são as seguintes: Mantenha a calma, não duvide de que fazer algo diferente é excelente para a reação do público (e não tenha medo de inovar), teste seu público, e, por fim, saiba delegar parte do trabalho quando necessário.

Espero que goste das dicas e que o e-mail marketing possa ser para você exatamente o que é para mim hoje em dia: um hobbie.

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Como iniciar um plano de comunicação

Posted by Thiago Ermano on Jun 18, 2014 7:00:00 AM

Conhecer intimamente seu negócio é um processo orgânico e fundamental para a criação e desenvolvimento de um Plano Estratégico de Comunicação, que seja eficiente e gere lucros com seus resultados. Onde estão seus consumidores? O que esperam de seus produtos ou serviços? Como tornar sua startup em uma empresa escalável, para crescer ordenadamente, tendo alta rentabilidade e baixos custos?

A melhor maneira de entender essas e (centenas de) outras questões está no planejamento – ferramenta é vital e para tomar decisões e planejar as vendas e os riscos que o antecedem.

CONHECENDO SEU NEGÓCIO

Primeiro, converse com pessoas com experiências. Mas evite a ideia de que existe um “padrão” a seguir. Nem sempre o que deu certo em uma empresa deve funcionar na sua. Acredite: situações diferentes pedem medidas diferenciadas e não há padronização de soluções.

Pesquisar sempre gera vantagens competitivas. Comece com pesquisas na internet, junte dados de mercado, estatísticas do setor, informações sobre concorrentes e, também, saiba tudo que puder sobre empresas similares ao seu modelo de negócio.

Selecione alguns dos principais veículos jornalísticos (portais online, jornais, revistas, emissoras de rádios e TVs), especializados na área em que atua sua startup e faça desse “estudo” uma outra ferramenta útil, que o ajude a se informar sobre seus mercados e correlatos.

Se informe constantemente! Uma dica para economizar tempo é fazer cadastros nas páginas principais de sites referências, para receber newsletters. Tente não perder o foco e só busque os sites confiáveis para você – se tiver dúvidas, peça a opinião de pessoas que sejam do setor em que atua.

INFORMAÇÃO + ANÁLISE = VANTAGENS

Já se informou? Então é hora de criar um meio de se entender com esse novo universo do conhecimento para, depois, validar/experimentar as ideias e insights – as intuições contam, não despreze seus instintos. Não importa os métodos, ou de que forma visualizará essas informações, apenas crie uma maneira de entender os caminhos para atingir quem importa. Você aprendeu algo e conseguiu tirar boas lições? Então, teste, ponha à prova (validação).

Ganhou conhecimento sobre seus produtos, serviços e acredita que existem formas de se reduzir ainda mais os riscos de erros nos negócios? Ótimo! Você estará pronto para os próximos passos: colocar no papel informações básicas sobre o negócio e as qualidades de seus produtos/serviços.

EXPERIMENTANDO CANAIS

Dentro da comunicação existem canais que devem ser utilizados por uma empresa que segue o modelo de startup. Um deles é o próprio site. Sem esse canal de acesso remoto fica praticamente inviável mostrar seus produtos ou serviços para clientes, possíveis investidores e parceiros.

Busque informações sobre ferramentas de baixo custo que o ajudam a abrir uma página na web, sem a necessidade de investimentos pesados. Porém, lembre-se que você deve ficar focado no negócio e não na construção do site. Invista na contratação de um bom profissional, afinal, o site será seu primeiro canal de contato com os clientes e parceiros!

FORMADORES DE OPINIÃO

Outra forma de você ter acesso a diversos canais de comunicação simultaneamente é por meio da assessoria de imprensa. Jornalistas e Relações Públicas são especialistas em criar relacionamentos, em busca de gerar notoriedades e espaços gratuitos nas mais variadas mídias (veículos online, jornais, revistas, rádios e TVs). Esse tipo de comunicação ajuda as startups a atraírem investidores e interessados em contribuir com seu negócio, os stakeholders.

Fatalmente esse tipo de divulgação institucional ajuda a construir e a consolidar sua marca, o que fortalecerá seus vínculos com clientes, parceiros e outros envolvidos com os objetivos de sua empresa. Mas saiba que o relacionamento com formadores de opinião via a assessoria de imprensa é um trabalho de contato humano, com interesse em informações, e que deve ser constante e duradouro. Você tem o que comunicar?

REDES SOCIAIS: SEU PÚBLICO ESTÁ LÁ?

Com a febre das mídias sociais é comum ouvir de startupeiros que é “fundamental estar no Facebook”. Nem sempre! A primeira dica é recordar-se para quem fornece seus produtos ou serviços. Isso porque nem todos os tipos de negócios geram uma comunicação eficiente e rentável para alguns perfis de empresa. Dar um “curtir” não significa, necessariamente, que você atraiu clientes, parceiros ou investidores.

A pergunta que você deve fazer: atendo o consumidor final? Se sim, ótimo. Mantenha ativo esse canal e invista nele. Se não, pode ser que seja melhor para a sua empresa que você concentre seus esforços nos outros canais, citados acima. Lembre-se que comunicar não é o que você diz, mas o que falam (e como falam) sobre você.

Espero que as dicas iniciais possam ajudá-lo a pensar seu plano de Comunicação de maneira inteligente. Comunicar é importante e abre espaços para relacionamentos que tragam consigo benefícios para quem está empreendendo no mundo das startups.

Boa análise!

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Colaboração que gera networking

Posted by Thiago Ermano on Jun 12, 2014 7:00:00 AM

Em tempo em que a internet é o motor de uma inteligência coletiva, em rede, a Era do Conhecimento continua a trazer benefícios àqueles que transmitem conhecimentos por meio da colaboração. Compartilhar ideias, pensamentos e aprendizados nunca antes fora tão útil para quem está formando o networking profissional. Neste artigo será abordada a importância da contribuição intelectual, como forma de conectar pessoas à filosofia: visão, missão e valores; e dicas de como utilizar ferramentas online e offline para o sucesso das ações de relacionamentos.

Com o desenvolvimento tecnológico, novas dinâmicas estão surgindo a cada dia nas relações humanas. E encontrar bons parceiros de negócios é um dos grandes desafios de nossa década, já que as relações de trabalho e o dinheiro são observados de maneira diferenciada pelas gerações digitais da atualidade. Profissionais que utilizam ferramentas de Comunicação Social têm se beneficiado no mundo dos relacionamentos. Mas como fazer isso?

A dica inicial é: ajude para ser ajudado! Se você é um especialista (ou tem conhecimentos práticos e teóricos sobre) em algum tema, contribua com profissionais que buscam resoluções para seus problemas, sugerindo caminhos (testados e comprovados). Suas ideias podem valer bons relacionamentos – tanto no mundo virtual quanto no mundo “presencial”. Vejamos dois exemplos.

Colaboração pela rede – A primeira dica é utilizar os recursos da Internet para estabelecer conexões com públicos afins.

Transmita conhecimentos pessoalmente – Fora do mundo virtual, um caminho interessante para se conquistar parceiros de trabalho, através da troca de informações e ideias, está na participação de eventos de relacionamentos. No mercado de startups, por exemplo, um gestor que precisa criar um modelo de empresa lucrativa – com alto potencial de crescimento, para gerar interesses em investidores – deve formar um time diversificado, campeão. Composta a equipe básica, o projeto já pode se tornar uma realização, saindo do papel.

Leve cartões – Nesses encontros de networking são conectam empreendedores, investidores, incubadoras, aceleradoras de negócios, formadores de opinião das mais diversas mídias e afins. Para aproveitar ao máximo essas experiências, lembre-se de que o foco é contribuir mais do que receber. Leve sempre cartões de visitas para trocá-los ao conhecer pessoas.

“Oi, o que você faz?” – Conecte-se ao maior número de interessados possíveis e ajude-os a pensar em mecanismos para explorar de forma criativa e inovadora seus projetos – assim como é justo também pedir algumas percepções sobre os seus projetos. É fundamental que esteja focado na área que tem domínio, validando suas ideias com os interessados. Lembre-se de que se os profissionais estão por lá é porque

buscam stakeholders para compor sua cadeia de negócios. Que tal começar a conversa assim: “Oi, tudo bem? O que sua empresa faz?”.

Por fim, se coloque à disposição para contribuir com os projetos afins, e tenha a certeza de que estas ações de colaboração – sejam de forma virtual ou pessoalmente – irão render boas trocas de ideias, que podem ajudar ainda em seus projetos. A colaboração é a marca da década atual, e ajudar para ser ajudado torna-se fundamental para o sucesso de seu empreendimento. Afinal, como sabemos, gentileza gera gentileza!

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O que o "lead jornalístico" ensina aos empreendedores

Posted by Raquel Serafim on May 23, 2014 8:10:51 AM

Conversando com investidores e profissionais que selecionam Startups para os mais variados programas de aceleração, notei a recorrência de um problema: a apresentação do projeto. Empreendedores têm de desenvolver o seu Pitch, contendo apenas informações essenciais e diferenciadas. Ou seja, ainda é um ponto delicado realizar uma apresentação sumária de três a cinco minutos, com o objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio.

Às vezes que percebo esta situação recordo-me dos tempos de universidade e das primeiras aulas de jornalismo, quando fui apresentada ao lead jornalístico. Esse pequeno termo em inglês traduz a função de introduzir e prender a atenção do leitor no texto. No caso do jornalismo, ele é aplicado no primeiro parágrafo de uma reportagem ou press release (texto desenvolvido por assessorias de imprensa) e busca responder às questões principais em torno de um fato. São elas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê.

Um bom lead é capaz de convencer um leitor a seguir com a leitura, ou pelo menos cumpre a sua função primordial, que é de informar de forma tão eficaz que o leitor poderá interromper a leitura no primeiro parágrafo e, ainda assim, estará a par da notícia. Para quem quer entender como isso é feito, vale a pena buscar boas referências nos principais veículos de comunicação e observar a fórmula.

Da mesma forma que o Lead busca informar de forma rápida e objetiva sobre um determinado fato, o empreendedor que está se submetendo a um Pitch deve desempenhar igualmente bem esse papel no momento da sua apresentação. Quando está se apresentando ou participando de alguma competição, quem está à frente da empresa terá que responder algumas perguntas, que não necessariamente são as mesmas apresentadas num jornal – a clareza e objetividade das informações devem seguir o mesmo caminho.

Uma sugestão simples de estrutura é:

1 - Diga por que sua empresa existe
Explique de forma rápida o que ela faz e como faz.

2 – Quais problemas visa solucionar?
Apresente bem o mercado em que atua (que justifique sua permanência nele) e as principais soluções existentes até a sua empresa. Vale usar números confiáveis e atuais, caso encontre.

3 – Explore seus diferenciais
Mostre no que você é melhor que as demais soluções e porque esses diferenciais podem significar maior chance de sucesso. Apresente de forma bem sucinta a equipe envolvida no projeto.

4 – Mostre para onde sua empresa pode crescer
A famosa escalabilidade: diga para quais mercados o modelo de negócio pode ser replicado e quanto de ganho isso pode significar.

5 – Diga o que está buscando
Deixe claro se quer investimento, infraestrutura ou qualquer outra coisa e mostre como esse recurso será utilizado. Muitas vezes os profissionais se esquecem de deixar claro o que estão buscando.

6 – Se prepare para as perguntas
Faça um arquivo com todas as possíveis perguntas que farão a você e já as responda antecipadamente. Dessa forma, ficará mais fácil organizar as ideias no momento de tensão.

A estrutura anterior pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de uma startup, no entanto, é essencial que no momento de falar o empreendedor saiba exatamente o que quer comunicar e que o diga logo, sendo objetivo, usando bloco de informação. Evite palavras de difícil pronúncia, termos técnicos pouco conhecidos ou situações obvias demais. Bom Pitch!

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Barreiras psicológicas geram ruídos e prejudicam seus negócios

Posted by Raquel Serafim on May 6, 2014 8:16:39 AM

A dificuldade de conversar em um telefone que apresente chiado dificulta a inteligibilidade do que está sendo dito do outro lado da linha. Ou uma conversa em lugar público, onde haja muito barulho de carros e pessoas falando alto exemplos claros de ruído na comunicação. Usa- se o termo ruído em referência a sons (ou ausência deles) que causam interferência, dificultando a comunicação entre pessoas. Essas são empecilhos externos que dificultam um diálogo, ou seja, a informação que é falada não chega da forma esperada para quem a recebe.
Mas há, ainda, outras barreiras que podem atrapalhar o fluxo de informações. No dia a dia, nos deparamos com barreiras psicológicas provindas das diferenças individuais e podem ter origem em aspectos do comportamento humano. Conseguir identificá-las é o primeiro passo para melhorar. A primeira delas a se observar é a timidez.

Alguém que precisa ser o porta-voz de uma empresa, porém, não se sente confortável para isso por ser inibido, pode prejudicar a imagem da instituição em que trabalha se não estiver preparado. Durante uma apresentação poderá gaguejar ou falar com a voz em tom baixo demais, quase inaudível. Se a conversa estiver sendo com o publico externo, a imagem da empresa pode ser maculada e vinculada à insegurança do representante que está ali, em público. Agora, se a conversa for com o público interno da empresa, dificilmente essa pessoa será vista como líder, que consegue apontar os caminhos a serem seguidos.

Há duas formas para sair desse problema: encontrar outro porta-voz, que não se intimide com o público ou trabalhar a comunicação do já designado representante institucional – que poderá fazer aulas de teatro como ferramenta para vencer a timidez, participar de aulas de retóricas, para ajudar com técnicas, ou passar por um bom treinamento de mídias (media training), ajudando-o a lidar com os diversos tipos de situações que, geralmente, enfrentam líderes à frente de instituições privadas e públicas.

O segundo ponto comportamental que pode ser um dificultador da comunicação é o chamado ouvido seletivo. Mesmo não sendo de forma proposital, há situações em que o emissor da mensagem fica sugestionado a ouvir ou entender apenas o que é de seu interesse – ou o que coincida com a opinião dele.

Durante o media training que ministro a empresários e executivos que precisam se comunicar melhor diante da imprensa, em entrevistas, peço sempre para se certificarem de que compreenderam a pergunta do jornalista antes de respondê-la. Muitas vezes os profissionais acham graça, imaginando que um tanto quanto obvio entenderem de primeira as perguntas, mas não é. No entanto, leve a sério o conselho e treine ouvir o que estão te dizendo, e não o que você gostaria ou acha que está ouvindo. Faça exercícios de escutatória no dia a dia, se liberte de opiniões pré-formadas e ouça o que estão te dizendo. Certamente terá bons resultados também na hora de se comunicar no ambiente profissional.

O terceiro e, talvez, o mais novos dos problemas comportamentais enfrentados nas empresas – que vem ganhando força com as constantes inovações tecnológicas – é a incapacidade de entender novos conceitos que são colocados no mercado. O ser humano tem a necessidade de quando exposto a um conceito novo, buscar no seu HD interno quais são as lembranças mais parecidas que conhecem sobre o assunto. É a assimilação por familiaridade. Mas, nos dias atuais em que conjunto de ideias e valores são apresentados quase que diariamente, somos constantemente convidados a pensar fora da caixinha – romper com conceitos que conhecemos e permitir a formação de uma nova ideia.

Por fim, se você é alguém que quer expor esse conceito novo, terá que ser bastante didático e aproximar o tema do público das informações utilizando alguns conceitos conhecidos – aproximando do que pode formar a ideia correta-, a fim de ajudar na construção do novo na cabeça dos receptores da mensagem a ser transmitida. Já, se você está na audiência, e está sendo exposto a uma explicação, tente limpar a sua mente e deixando-a livre para receber novas informações e criar novos conceitos. Ouvir, escutar e aprender eleva o conhecimento e melhora a vida de quem fala e de quem recebe informações. Afinal, comunicação não é o que você fala, mas o que o outro entende.

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Como relacionar-se melhor com a imprensa?

Posted by Thiago Ermano on Apr 30, 2014 2:43:37 PM

As redações brasileiras estão passando por um processo de reciclagem em suas estruturas físicas, e o Jornalista, formador de opinião e produtor de notícias e informações está na mira dessas mudanças. Em 2012, mais de 1.200 jornalistas foram demitidos, tendo como motivos reestruturações e cortes orçamentários. Quem ficou para realizar a produção diária de conteúdos está sobrecarregado de trabalho e precisa continuar a produzir (às vezes até em dobro) boas reportagens. Como conseguir espaço na imprensa?

No furacão da Globalização, é a necessidade de mais rapidez no fornecimento de informação. Com ele surgiram novas mídias e variados canais tecnológicos – criando “novas realidades” no formato de trabalho dos formadores de opinião brasileiros. O tempo para apurar uma reportagem ficou mais curto e a necessidade de receber auxílio de bons assessores de imprensa torna-se fator importante nas relações atuais com empresas e seus porta-vozes.

Se hoje boa parte dos conteúdos que são produzidos para portais de internet, revistas, jornais, emissoras de rádios e de TVs saem de sugestões das assessorias, qual é a forma mais ética e natural de conseguir a atenção dos jornalistas das redações?

O assessor de imprensa tem valor para os colegas das redações brasileiras, conforme mostram dados da pesquisa “Fala Jornalista”, realizada em parceria entre o portal Comunique-se e a empresa de auditoria independente Deloitte, em agosto de 2012. Foram entrevistados (por e-mail) 711 jornalistas, de variadas redações – com o objetivo de descobrir a visão deles a respeito de temas que envolvem o dia a dia profissional, os seus mercados de trabalhos e a perspectiva sobre a sociedade em geral.

Ao responderem sobre “meios mais utilizados para obter informações”, ficou clara a importância das assessorias de imprensa no processo intermediário à produção de conteúdos noticiosos. Para 59% dos Editores, os releases são, hoje, o principal meio informativo do que acontece nas empresas. Em seguida, os fatos são conseguidos por meio de entrevistas por telefone (54%), entrevistas pessoais (46%), por e-mail (28%), mídias sociais (21%) e coletivas presenciais (18%). Para Repórteres, Produtores, Pauteiros e Chefes de Produção, o texto das assessorias representa o segundo lugar para 54%, antecedida pela entrevista por telefone (71%) – que, geralmente, acontece após buscar contatos em sua rede de relacionamentos.

O que interessa às redações jornalísticas?

O que importa às redações continua a ser a informação de interesse comum às massas, necessitando de mais qualidade e consistência. Observe que bons profissionais costumam ocupar os melhores espaços na imprensa porque compartilham seus conhecimentos com a sociedade, falam de erros e acertos e estão à disposição para ajudar os jornalistas sobre temas complexos. São especialistas, docentes, empresários, executivos e personagens interessantes para ilustrar os exemplos do que é defendido na reportagem que conseguem exposições positivas junto aos formadores de opinião, agregando valores às suas marcas. Uma troca mais do que justa. Quer relacionar-se melhor com a imprensa? Comece doando conhecimento.

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