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Céus, o pitch!

Posted by Thiago Tambuque on Mar 11, 2015 1:15:57 PM

Muito se fala sobre qual a melhor maneira de se fazer um picth. Minha dica de ouro, de cara, é: “seja você mesmo”.

Quem já passou por um treinamento de pitch, principalmente comigo, já me ouviu dizer algo como “faça de conta que está conversando com um amigo” ou “imagine que você está num bar”. O segredo, na verdade, não é um segredo. É algo que já é sabido por todos mas que, numa situação de exceção – o pitch – fazemos questão de esquecer. Resultado: usamos uma linguagem que não é a nossa; um gestual e uma impostação que não é a cotidiana e encarnamos um personagem do teatro grego. Não é assim que as coisas funcionam ou, pelo menos, não é assim que deveriam funcionar.

A verdade é que quanto mais naturais somos, mais credibilidade passamos. De nada serve uma pessoa descontraída e extrovertida se colocar como uma pessoa séria e compenetrada nem vice-versa. Geralmente, quem faz pitch não é ator profissional e, via de regra, a máscara cai. E ela cai da pior maneira: A

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Lançando o foguete: 5 Lições do Crescimento Astronômico da iFood

Posted by David Kato on Nov 18, 2014 1:11:02 PM

No iFood somos maníacos por duas coisas: saciar a fome e números.

Temos KPIs para tudo. Recebemos informação de como estão as vendas por SMS, temos dashboards diários e semanais para a empresa e para áreas e dificilmente passamos um dia sem abrir o Excel.

Não tem como ser diferente, não existe crescimento sem ser obcecado por indicadores.

A maior realização de um louco por números é ver o gráfico de receita virar um hockey stick. É a confirmação que a empresa está fazendo tudo certo e que o foguete está lançado para o crescimento astronômico.

Mas no final das contas, o que temos feito para duplicar de tamanho de forma consistente nos últimos 24 meses?

1. Estabeleça metas claras e agressivas

O maior salto do iFood aconteceu quando definimos uma meta muito agressiva. Antes sabíamos que precisávamos crescer, mas ninguém da empresa sabia o número exato. A primeira meta foi 100 mil pedidos.

Todos acharam que era loucura, mas todos sabiam o número exato - dos diretores aos estagiários. Como a responsabilidade de cada área era muito clara, todos perceberam que era possível. No final, atingimos o resultado e por pouco não ultrapassamos o limite superior.

Se sua empresa não está pronta para estabelecer metas agressivas, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 1: Não tenha medo de estabelecer metas que parecem impossíveis.

2. Conheça seus canais de captação

Ter aprendido quais são os melhores canais para capturar usuários mobile foi uma dais maiores alavancas do crescimento do iFood. Quando aprendemos a fazer isso de forma consistente não paramos de crescer.

Já conversei com uma centena de empreendedores e quase todos falam que a estratégia de crescimento é ser viral. O boca-a-boca é só um dos possíveis canais de captação. Uma empresa só cresce astronomicamente, se souber captar usuários usando diferentes meios:

- aquisição paga (Adwords, afiliados, display, Facebook Ads, etc)
- equipe comercial
- SEO / inbound marketing
- viral (member get member)
- mídia offline (anúncios em revistas, trade marketing, rádio, TV)
- não escaláveis (parcerias /hustling)

Se os canais não estão mapeados, a empresa não está pronta para acelerar os investimentos para crescer.

Lição 2: Crescer é muito difícil, não deixe de aproveitar todos os canais disponíveis para o crescimento.

3. Saiba seu lifetime value

No iFood, o lifetime value é um dos principais norteadores das decisões de investimento para trazer novos clientes. Não faz sentido trazer um cliente através de um canal que não se paga. Saber quanto investir para adquirir usuários é essencial para o crescimento.

Fico impressionado com a quantidade de empreendedores que não conseguem responder de forma simples e direta qual é o lifetime value do cliente, sem isso é impossível tomar decisões de investimento.

Se o custo de um usuário for maior que o lifetime value, a empresa não está pronta para investir no crescimento.

Lição 3: Entender como o negócio gera dinheiro define como se pode investir.

4. Azeite seus processos internos

A área que cadastra novos restaurantes continua do mesmo tamanho, em compensação consegue cadastrar 4 vezes mais contas com a mesma quantidade de pessoas. Isso sem perder qualidade e diminuindo o tempo médio necessário.

O caminho natural seria ter uma equipe 3 ou 4 vezes maior para realizar esse trabalho.

Quando uma empresa cresce 10% - 20% todo mês, a tendência natural é acelerar na contratação. Afinal de contas, com o crescimento o volume de transações, aumenta o volume de trabalho. Mas no calor do momento, é fácil contratar errado. Uma contratação boa é um ativo, uma ruim é um passivo em dobro. Melhor do que contratar, é pensar em processos e sistemas que otimizem e automatizem o trabalho.

Se a empresa não sabe como escalar sua operação, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 4: Antes de contratar, veja se não é possível fazer o mesmo trabalho com a metade das pessoas ou na metade do tempo.

5. Celebre as vitórias

A vida de startups é tão corrida que nos esquecemos de comemorar as vitórias. Aqui no iFood quebramos nossa meta principal em metas parciais e para cada uma delas temos uma garrafa de champagne. Quando alcançamos uma delas estouramos o champagne e comemoramos. Quando atingimos a meta principal, fazemos uma festa.

Pode parecer algo de pouca importância, mas comemorar as vitórias é um ritual importante para demonstrar que aquela fase acabou e que todos estão prontos para o próximo desafio. É por isso que as pessoas fazem baile de formatura, festa de casamento e comemoram reveillon.

É da natureza humana ter rituais que simbolizam o fim de uma fase e o começo de outra.

Lição 5: Festejar a vitória te prepara para os novos desafios.

Provavelmente, as lições de crescimento de outra startup não serão as mesma do iFood, mas isso que torna o ecossistema de startups tão apaixonante: aprender em 6 meses o que demoraria anos para aprender em uma empresa tradicional.

Pode ser que o crescimento astronômico demore a chegar, mas esteja sempre pronto para embarcar no foguete e para abrir seu primeiro champagne.

Um brinde e saúde!

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Coisas que aprendi com o e-mail marketing da Cuponeria

Posted by Nara Iachan on Nov 13, 2014 8:00:00 AM

Eu pensava que fazer e-mail marketing era tarefa mais fácil. Parece divertido escrever para os muitos "leitores" sobre alguma coisa que chame a atenção quase todos os dias, não? Bom, divertido é sim, mas fácil não é tanto. Quem já fez ou faz e-mail marketing provavelmente já passou/passa pelas mesmas fases que eu. Como acredito que seja uma trajetória comum, vale a pena listar o que acontece em cada uma e oferecer algumas dicas pessoais.

1) O início – Medo do desconhecido: Eu tinha pânico na hora de enviar e não conseguia sequer apertar o botão para agendar. Pedia para alguém fazer isso por mim. Revia o e-mail milhões de vezes, clicava em todos os links outras milhões, só para ver se ainda estavam funcionando. Lia novamente cada palavra para ver se tinha deixado passar algum erro de digitação. No final cada e-mail levava cinco vezes o tempo previsto para sair. Pode parecer absurdo, mas vendo agora, acredito que todos os medos e revisões tiveram sua importância para me fazer aprender e ganhar experiência.
2) Vontade de fazer diferente: Conforme fui ganhando experiência, o medo passou e começou uma grande vontade de fazer diferente dos outros, com imagens diferentes e textos diferentes. Os e-mails passaram a ser personalizados, com algum assunto do dia, da época, ou algo que simplesmente agradasse. Isso deu muito certo: os e-mails começaram a chamar muito mais a atenção do que antes, e comecei a receber mensagens e comentários com elogios, dizendo que o e-mail combinou com o dia, etc. Arrisquei rimas e algumas piadas. Então percebi claramente que o interesse do público pode variar muito conforme o jeito que a gente escreve, e provavelmente isso muitas vezes influencia até mais do que o próprio conteúdo em si.44
3) Hora de testar: Depois de fazer tudo diferente, fiquei em uma neurose de fazer testes. Que título faz as pessoas abrirem mais? Que horário? Que tema? Qual é a melhor lista? Esses testes são muito importantes, pois vão te dizer o que está bom e o que precisa melhorar. Eles dão uma noção do que vai acontecer com o e-mail que você ainda não disparou. Todo mundo precisa fazê-los em algum momento, e quanto antes melhor.
4) Fase de repetição: O próprio diferente já é um padrão, e como passei a saber o que o público queria ler, quantos iriam abrir, no que as pessoas iam clicar, etc., o e-mail tornou-se um pouco mais mecânico. Uma revisão rápida passou a ser suficiente e o e-mail começou a ficar pronto em muito menos tempo.
5) Delegação: Por fim, passei parte do trabalho para alguém. Nessa fase fiquei com um pouco de ciúmes, mas vi que era necessário. Aqui, minha dica é que mesmo que você queira continuar fazendo o e-mail alguns dias da semana, saiba delegar pelo menos em parte, pois assim terá mais tempo para se dedicar a outras coisas.

É por isso que, para quem está começando a fazer o e-mail marketing de uma empresa, minhas dicas são as seguintes: Mantenha a calma, não duvide de que fazer algo diferente é excelente para a reação do público (e não tenha medo de inovar), teste seu público, e, por fim, saiba delegar parte do trabalho quando necessário.

Espero que goste das dicas e que o e-mail marketing possa ser para você exatamente o que é para mim hoje em dia: um hobbie.

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Os 3 pilares para um aplicativo de sucesso

Posted by Alex Ivonika on Sep 11, 2014 7:00:00 AM

A crescente demanda e utilização dos dispositivos móveis tem entusiasmado muitos empreendedores a criar "aplicativos geniais" ou pelo menos cogitar essa possibilidade. Afinal, quem nunca teve uma ideia de um app incrível que todos usarão? Mais do que uma boa ideia ideia, o aplicativo precisa ter uma execução incrível e estar amparado em três pilares fundamentais: O propósito de valor claro, fazer parte do contexto diária das pessoas e precisa ser divulgado. Ou o que você acha que o Whats App, Tinder, Spotify, Instagram e outros fizeram para conquistar as pessoas e a fama?

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Infográfico: Como ser produtivo

Posted by Caroline Piguin on Jul 31, 2014 7:00:00 AM

Produtividade é um item recorrente aqui no blog. Em primeiro lugar, porque somos obcecados por isso. Acreditamos que um bom time deve se cobrar entregar cada vez mais, em menos tempo. Uma startup demanda muito trabalho e uma execução impecável é o segredo para uma empresa de sucesso.

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20 hábitos dos especialistas em e-mail marketing (parte 01)

Posted by Caroline Piguin on Jul 22, 2014 7:00:00 AM

Pense por um segundo por um seguindo em todos os e-mails não relacionados ao trabalho ou pessoais que você recebeu em sua caixa de entrada hoje. Diariamente recebemos newsletters, notificações de aplicativos, redes sociais, listas, e por aí vai. Qual e-mail você abriu, e quais você deletou?

Você as vezes recebe um e-mail que tem vontade de ler, mas não tem tempo para ver naquele minuto? Esses você mantém para dar uma olhada, talvez, no fim do dia. E o que acha dos e-mails que você clica achando ser interessante e logo percebe que o conteúdo não vale a pena?

O e-mail marketing anda meio descreditado, é comum ouvir dizer que o e-mail marketing já não serve mais para os propósitos. Mas será que é verdade?

Por muito tempo acreditei que sim, mas recente estudos e testes têm me mostrado que o problema era eu. Realmente, uma newsletter padrão com promoções e ofertas pode não gerar muito engajamento, mas um e-mail pensado exclusivamente em um nicho de assinantes, interesses, e diferentes estágios da compra fazem muita diferença na taxa de conversão. E acredito que o e-mail marketing pode ser uma fonte preciosa de visitas e conversões em seu site pode ser sim uma fonte muito preciosa de leads e visitas em seu site, principalmente pequenas empresas e startups.

Mas como criar esse e-mail marketing dos sonhos? Como alcançar fantásticas taxas de abertura e cliques? Como gerar o compartilhamento e estimular o engajamento?

Primeiro, você tem que se tornar um especialista em e-mail marketing. E isso significa aprender, por meio de testes, novos formatos, novos títulos e novas maneiras de comunicar.

Achamos no Get Response alguns hábitos de um especialista em e-mail marketing, os quais nos baseamos para a criação deste (e do próximo) post:

Hábito 1: Eles tem a permissão de sua audiência primeiro.

Não existe um caminho fácil para a construção de uma lista engajada de e-mail. Os “atalhos” como comprar listas de terceiros, incluir clientes, sejam atuais ou antigos, são maneiras de desengajar a sua audiência.

Por mais que demore mais para chegar a 10.000 inscrições, ter uma lista limpa e engajada é muito mais eficaz para uma campanha de marketing do que um amontoado de pessoas que por algum motivo recebe seu e-mail.

A dica parece óbvia, mas as vezes os atalhos parecem tentadores e colocam a perder meses de trabalho duro.

Hábito 2: Eles prestam atenção no que a audiência quer ouvir.

Bons profissionais de marketing escutam mais do que falam. Eles fazem sua lição de casa antes de mandar suas campanhas. E por fazer a lição de casa queremos dizer participar de fóruns sobre o tema, pesquisar as principais palavras chave no Google, ficam de olho no site e e-mails marketing de seus concorrentes, e pesquisam as últimas descobertas e estatísticas sobre o tema.

Esse esforço de entender o que vai ser mais efetivo geralmente é percebido por seus e-mails e acaba sendo, de fato, mais produtivo.

Hábito 3: Eles tem um objetivo específico

Um e-mail marketing nunca deixa de ter um propósito. E sim, apenas um. Pode ser gerar mais tráfego para uma página específica, estreitar relacionamento, fazer uma oferta, dar alguma informaçãoou ainda solicitar algo. Tanto faz, escolha um objetivo ( e seja específico) e comece a construir seu e-mail marketing a partir daí.

Seja 100% claro com o que você pretende com esse e-mail marketing, transmita uma mensagem clara, lembre-se que pessoas confusas tendem a não tomar nenhuma ação.

Hábito 4: Eles tendem a escrever para uma pessoa específica

Faça um exercício: Quem seria seu leitor ideal? Escreva para ele.

Os experts em e-mail marketing já fizeram esse exercício também e sabem exatamente como falar com seus leitores ideais, quando você fala com todos, você acaba não falando com ninguém, então quebre sua lista em públicos e saiba muito bem qual mensagem deve ser direcionada a qual público.

 

Hábito 5: Eles falam com alguém

Não comece um e-mail com “olá amigos”, “olá pessoal”, ou algo genérico desse tipo. Isso vai parecer que você está mandando um e-mail de massa. Sim, você está mandando um e-mail geral, e eles sabem que você está fazendo isso, mas mesmo assim, quanto mais você puder personalizar, melhor.

Hoje em dia, os principais aplicativos de e-mail já têm a opção de incluir automaticamente o primeiro nome da pessoa, nome da empresa, nome completo, e por aí vai.

As vezes é difícil mandar um e-mail falando com diversas pessoas, então pense em apenas uma, o “leitor ideal” que falamos acima. Isso também vai te ajudar a pensar em como redigir o texto.

 

Hábito 6: Eles se mantêm consistentes

Quando as pessoas se inscrevem para a sua lista, eles estão mostrando claramente que estão interessados em ouvir o que você tem a dizer. Eles estão confiando em você. Não tire vantage disso. Não mande milhares de e-mails, não mande conteúdo que eles não estão interessados em receber e não fique enviando e-mails promocionais.

A grande sacada é achar o balanço certo e continuar consistente. Isso não significa necessariamente que você terá que publicar diariamente. Consistência significa cumprir a promessa que você faz no momento da inscrição. Consistência pode ser qualidade, frequência, tom, tamanho e format. E manter-se consistente significa manter-se relevante, e necessário.

Hábito 7: Eles criam títulos que imploram para ser clicados

Na criação de conteúdo, o título deve ser a primeira coisa a ser criada. Ele deve ser chamativo, interessante, diferente, mas principalmente, não deve fugir ao texto. Por isso, ele também deve ser o último ponto a ser revisado.

Mantenha a linguagem do título coerente com o texto. Se você coloca um título na linguagem coloquial, pense que é isso que seu leitor está esperando do restante do texto. Verifique se a promessa está sendo cumprida durante o texto.

Para criar títolos cada vez mais clicáveis, faça testes A/B antes do envio. Com isso você vai descobrindo a quais tons de voz seus públicos responder melhor, quais as mensagens que os interessa, e crie cada vez mais títulos impossíveis de não serem clicados.

Do write headlines that follow the 4U formula (Urgent, Unique, Ultra-specific and useful) but follow up on the promise for the continued trustworthy relationship. Avoid using spam trigger words to make sure your email actually arrives safely in the recipient’s inbox.

 

Hábito 8: Eles engajam com sequencias de e-mails

Ao assinar um novo e-mail marketing é comum receber um e-mail de agradecimento e confirmação de cadastro. Mas geralmente depois – nada.

O grande problema disso é que você consegue um dos passos mais difíceis, que é impactar um usuário e torna-lo leitor, porém , sem engajá-lo nessa fase geralmente esses leitores se esquecem das listas que se inscreveram, e pronto, você deixou de aproveitar um possível embaixador da marca.

Mantenha seus leitores próximos, e ofereça coisas interessantes, crie um canal de diálogo, e reforce a importância que ele tem para você.

Os profissionais de marketing super eficientes sabem o engajamento que é possível alcançar apenas com e-mails de boas vindas.

Os autorresponders são uma ótima maneira de comunicar-se com seus públicos em situações específicas. Criar uma sequencia de e-mails logo após a inscrição em uma newsletter é uma ótima maneira de engajar seus leitores desde a primeira interação.

 

Hábito 9: Eles criam um tom de voz para seus e-mails

Pessoalmente eu não aguento mais ler e ouvir os mesmos discursos de marketing e vendas de sempre. Parecem que sempre são escritos pela mesma pessoa ou empresa. Falta personalidade, falta um tom de voz bem definido, falta ser menos marketing e mais relacionamento.

É difícil definir um estilo e uma personalidade para sua marca, e mais difícil ainda é segui-lo. Achar a perfeita sintonia entre o formal e o informal, mas confie em mim, você só vai achar esse meio-termo que atende sua startup se arriscando e saindo do corporativês.

Sua empresa deve ser conhecida não apenas por sua identidade visual,e mas também por como ela se comunica com seus públicos. Não faça parte da massa de e-mails que soam iguais.

 

Hábito 10: Eles “conversam”

Pratique o hábito de escrever como se estivesse conversando.

Imagine que você tivesse que contar um tópico para um amigo. Como você faria? Qual linguagem você usaria? Como você distribuiria os tópicos?

Bons profissionais de marketing são capazes de criar intimidade.

Eles escrevem como se você fosse um grande amigo e ficam felizes a cada resposta de leitor, a cada feedback, a cada pergunta.

Seja um amigo de seus leitores e você notará a diferença imediatamente em suas taxas de abertura e conversão.

 

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O que é o Lifetime Value e porque você deve usá-lo agora

Posted by Caroline Piguin on Jul 17, 2014 7:18:10 AM

O quanto sua empresa está aproveitando seus atuais clientes? Qual o valor médio que um cliente gasta com seus produtos/serviços, durante todo o seu relacionamento com ele?

É muito comum ver um comportamento de predição nos empreendedores, menos comum, no entanto, é que eles saibam de cor seus números e métricas. Conversando com muitos empreendedores descobrimos que grande parte desses não tem controle constante desses números, ou pior, não sabem como controlá-los.

O que é o Lifetime Value?

O Lifetime Value é uma métrica essencial para o planejamento estratégico das startup, que determina qual o valor de um cliente para uma startup. Isso significa que você conseguirá entender quanto um cliente gasta com seus produtos/serviços durante todo o seu relacionamento com ele.

Para calcular o lifetime value, você vai precisar de alguns outros dados de sua empresa na ponta da língua. Caso sua startup seja recém criada, pode ser que você não tenha todos os dados suficientes para calcular ainda, mas você pode estimar e ir ajustando o número de acordo com o tempo.

Lembre-se que o lifetime value não é um valor fixo, muito pelo contrário, ele vai se modificando juntamente com a mudança de suas estratégias, produto e vendas. Por isso, procure sempre refazê-lo para garantir maior assertividade de resultados.

Como Calcular o Lifetime Value

Você deve multiplicar o valor médio de suas vendas pela repetição média de vendas anuais. Multiplique esse número pela duração em anos (em média) de duração do relacionamento.

A conta ficaria algo mais ou menos assim:

Valor do seu ticket médio x número de vendas (em média) por cliente em um ano x anos (em média) de duração de um relacionamento.

Quer alguns exemplos?

Uma startup que vende aplicativos para smartphones. Cada download de aplicativo custa R$1.00, e depois da compra, o cliente não precisa mais interagir com a empresa.

1 x 1 x 1 = 1

Por outro lado, uma empresa que vende um serviço por assinatura, com o valor mensal médio de R$150, cujo relacionamento dura, em média 3 anos.150x 12 x 3 = 5.400

Ou seja, enquanto a primeira empresa recebe R$1 em toda a vida útil do cliente, a segunda recebe R$5.400, e isso faz uma enorme diferença no planejamento de marketing, vendas e no modelo de geração e acompanhamento de leads.

A primeira empresa claramente não vai ter um profissional que mantém contato constante com seus clientes, pois o valor individual de cada cliente não é suficiente para a manutenção de um profissional nessa área, por outro lado a sua grande missão é achar maneiras que convertam rapidamente, sem a necessidade de consultas ou demonstrações ao vivo. A segunda empresa, no entanto, tem uma prioridade clara em manutenção e acompanhamento de clientes, e para isso ela tem que investir em maneiras em que o relacionamento com cada cliente seja mais duradoura. Com a compreensão do lifetime value as empresas podem estruturar melhor sua estratégia e custo com o processo de vendas e marketing.

Ainda tem dúvidas sobre o tema? me mande um e-mail para carol@aceleratech.com.br adorarei ajudá-lo!

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O poder dos infográficos em sua estratégia de conteúdo

Posted by Caroline Piguin on Jul 3, 2014 12:10:49 PM

Cada vez é mais comum ver infográficos sobre temas variados em nosso feed no Facebook, twitter , e por aí vai. Esse fato não é uma grande surpresa quando analisamos o crescimento das mídias sociais que tem imagens como ponto principal.

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Por que as startups falham?

Posted by Caroline Piguin on Jun 30, 2014 7:00:00 AM

Sabemos que, estaticamente, a maioria das startups falha. Mas por que?

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Como resolver uma briga entre os sócios

Posted by Caroline Piguin on Jun 26, 2014 11:00:00 AM

Sociedade empresarial é muitas vezes como um casamento. Por mais que você e seu sócio se dêem bem, é muito difícil vocês não terem uma briga ou desentendimento. O excesso de convivência somado à irritação do dia a dia e às diferentes opiniões podem desgastar essa relação e trazer uma irritação constante para um, ou os dois lados.

Por isso, com base em nossas experiências, fizemos uma lista com 8 dicas para resolver desentendimentos entre os sócios:

Tudo tem que estar claro desde o início

Não adianta começar uma sociedade sem saber qual o papel específico de cada sócio, quais serão suas responsabilidades, quais as suas obrigações, etc. Mesmo que pareça óbvio, fale e mantenha as expectativas, preocupações e necessidades de forma bem clara.

Críticas podem e devem ser faladas

O fato é, qualquer profissional precisa ser capaz de aceitar críticas, sugestões, e feedbacks sobre suas ideias e seu trabalho. Muitas vezes, quando os dois sócios são grandes amigos, cria-se um ambiente onde se imagina que as críticas vão "abalar" essa amizade, e por isso é necessário definir desde o início que as críticas, por mais duras que pareçam, são apenas uma maneira de melhorar cada vez mais o produto e o negócio, e não devem haver mágoas por isso.

A tomada de decisão não precisa ser democrática

Esse problema acontece principalmente quando uma startup é composta por dois sócios apenas. Quando há uma discordância, as coisas parecem não se movimentar, afinal, os dois tem o mesmo poder de decisão, certo? Errado. Uma startup parada não existe, e se por qualquer discordância a sua empresa parar, vocês não estão fazendo um bom trabalho de gerenciamento. As duas soluções possíveis para esse impasse são: Decisões finais por área de expertise ou aescolha de um sócio que, em caso de discordância, tenha o direito de decidir pela escolha que achar mais correta

Deixe seu ego de lado

Esse é um dos principais pontos. Criar uma startup não é uma luta por ser CEO, a imagem da empresa, ou o decisor. Deixe um pouco seu ego de lado na hora de gerenciar uma startup, para que você consiga ver os problemas objetivamente, e possa saber caso você não seja a melhor opção para ser o CEO ou o decisor, mesmo que a ideia do negócio tenha vindo de você.

O maior objetivo é a empresa

Esse item é um complemento do anterior. Lembre-se sempre do porquê das discussões e discordâncias: Tanto você quanto seu sócio estão fazendo o que acreditam ser melhor para a startup. Qualquer coisa que fuja dessa regra é perigoso. Se a briga de vocês é por dinhero, poder, ou ego machucado, lembre-se e lembre seu sócio também do objetivo de ambos, e isso te fará pensar com mais tranquilidade sobre os interesses da empresa.

As diferenças são resolvidas fora da empresa.

Uma discussão sobre qualquer outro tema que não seja a startup não pode nem deve ser resolvido no ambiente de trabalho, e muito menos trazido para uma discussão relativa à assuntos da startup. Esse tipo de atitude mistura as prioridades e deixa a visão objetiva enevoada, permitindo mais brigas sobre temas desconexos.

Firme um bom contrato

Jamais deixe o acordo de sociedade "na amizade". Deste modo, além de todas as fragilidades dos dois lados, qualquer problema mais sério com a startup poderá desestabilizar esse acordo, gerando inseguranças, medos, e brigas, claro. Quando os sócios se sentem protegidos por um bom contrato, a resolução de problemas torna-se mais simples e sem stress.

Entenda que os dois terão dficuldades

As vezes as pessoas tendem a esquecer da vida pessoal de seus colegas de trabalho, e inevitavelmente não levam em consideração coisas importantes que afetam alguns pontos da vida de um sócio. Mantenha uma relação de companheirismo, e entenda que seu sócio vai passar por dificuldades, mas você também vai, e tenha um pouco de flexibilidade para contorná-los.

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