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10 mitos sobre empreendedorismo

Posted by Ana Maria Coelho on May 27, 2014 11:21:57 AM

A imagem do jovem que apresenta ao mundo uma ideia brilhante, fomenta a inovação com sua empresa de alta tecnologia, gera milhares de empregos e, em pouco tempo, acumula fortunas parece ser o retrato mais bem acabado de um empreendedor de sucesso. Ok! Lindo! O único problema é que histórias assim, embora inspiradoras, são exceções.

Tanto os mitos que glorificam a realidade quanto aqueles que a tornam mais dura e complexa do que é só servem para dificultar a trajetória de quem quer ter seu próprio negócio. Por isso, resolvi trazer para o nosso papo os mitos mais tradicionais extraídos do livro “O segredo de Luísa” de Fernando Dolabela. Se você ainda não leu, vale a pena!

    • Só quem faz o que gosta tem sucesso

Pessoas à frente de pequenas empresas são unânimes em afirmar que têm paixão pelo que fazem – e que isso é de extrema importância para seu sucesso. Contudo, são fatores muito mais concretos que determinam o crescimento e a sustentabilidade de um negócio – como a escolha acertada do mercado e das fontes corretas de financiamento.

      • Empreendedorismo é coisa de rico.

Pessoas e comunidades pobres podem e devem empreender. A atividade gera renda de forma sustentável e permite às pessoas sair do nível de miséria que viviam ao iniciarem seus próprios negócios.

  • Só quem tem dinheiro terá sucesso ao empreender.

Ter acesso a fontes corretas de financiamento é certamente um fator importante para a expansão de um negócio, mas acreditar que dinheiro é a garantia de perenidade para a empresa pode induzir muitos empreendedores ao fracasso.

  • Quem fracassa uma vez, vai fracassar sempre.

Há poucas coisas que assustam tanto um empreendedor quanto a ideia de ter de fechar as portas da sua empresa. Começar de novo após uma experiência ruim não é tarefa das mais fáceis, mas o mercado está repleto de empreendedores que só conquistaram o sucesso depois de muitas tentativas.

  • É preciso ter ideias geniais para ter sucesso.

Boa parte dos novos negócios está ligada a atividades que não demandam grandes inovações ou alta tecnologia – como, por exemplo, o varejo.

  • Empreendedores não têm chefes e são completamente independentes.

O empreendedor está longe de ser independente e serve muitos senhores: sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, credores, família.

  • É preciso ser jovem para começar um negócio.

Idade não é barreira. A energia necessária para tocar um empreendimento não está relacionada à juventude. Para alguns estudiosos, a maturidade seria, inclusive, um fator positivo ao esforço empreendedor.

  • Todo empreendedor deseja enriquecer rápido

Empreendedores de sucesso buscam construir empresas onde possam realizar ganhos de capital em longo prazo. A principal motivação de curto prazo é a realização pessoal, o controle dos seus próprios destinos e a realização dos seus sonhos. Dinheiro é uma ferramenta e uma consequência!

  • Empreendedores experimentam um nível de estresse maior.

Empreender não é mais ou menos estressante do que qualquer outra profissão. A diferença está no significado que o trabalho representa em sua vida.

  • Empreendedores são heróis e nascem feitos.

Acreditar que empreendedores nascem feitos e demonstram desde a infância ou adolescência características importantes para comandar a própria empresa é limitante e irreal. Todo ser humano pode aprender e desenvolver competências.

Portanto, meu amigo, se você realmente optou em ter um negócio próprio, deixe os mitos de lado e vá a luta. É pra frente que se anda!

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O que o "lead jornalístico" ensina aos empreendedores

Posted by Raquel Serafim on May 23, 2014 8:10:51 AM

Conversando com investidores e profissionais que selecionam Startups para os mais variados programas de aceleração, notei a recorrência de um problema: a apresentação do projeto. Empreendedores têm de desenvolver o seu Pitch, contendo apenas informações essenciais e diferenciadas. Ou seja, ainda é um ponto delicado realizar uma apresentação sumária de três a cinco minutos, com o objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio.

Às vezes que percebo esta situação recordo-me dos tempos de universidade e das primeiras aulas de jornalismo, quando fui apresentada ao lead jornalístico. Esse pequeno termo em inglês traduz a função de introduzir e prender a atenção do leitor no texto. No caso do jornalismo, ele é aplicado no primeiro parágrafo de uma reportagem ou press release (texto desenvolvido por assessorias de imprensa) e busca responder às questões principais em torno de um fato. São elas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê.

Um bom lead é capaz de convencer um leitor a seguir com a leitura, ou pelo menos cumpre a sua função primordial, que é de informar de forma tão eficaz que o leitor poderá interromper a leitura no primeiro parágrafo e, ainda assim, estará a par da notícia. Para quem quer entender como isso é feito, vale a pena buscar boas referências nos principais veículos de comunicação e observar a fórmula.

Da mesma forma que o Lead busca informar de forma rápida e objetiva sobre um determinado fato, o empreendedor que está se submetendo a um Pitch deve desempenhar igualmente bem esse papel no momento da sua apresentação. Quando está se apresentando ou participando de alguma competição, quem está à frente da empresa terá que responder algumas perguntas, que não necessariamente são as mesmas apresentadas num jornal – a clareza e objetividade das informações devem seguir o mesmo caminho.

Uma sugestão simples de estrutura é:

1 - Diga por que sua empresa existe
Explique de forma rápida o que ela faz e como faz.

2 – Quais problemas visa solucionar?
Apresente bem o mercado em que atua (que justifique sua permanência nele) e as principais soluções existentes até a sua empresa. Vale usar números confiáveis e atuais, caso encontre.

3 – Explore seus diferenciais
Mostre no que você é melhor que as demais soluções e porque esses diferenciais podem significar maior chance de sucesso. Apresente de forma bem sucinta a equipe envolvida no projeto.

4 – Mostre para onde sua empresa pode crescer
A famosa escalabilidade: diga para quais mercados o modelo de negócio pode ser replicado e quanto de ganho isso pode significar.

5 – Diga o que está buscando
Deixe claro se quer investimento, infraestrutura ou qualquer outra coisa e mostre como esse recurso será utilizado. Muitas vezes os profissionais se esquecem de deixar claro o que estão buscando.

6 – Se prepare para as perguntas
Faça um arquivo com todas as possíveis perguntas que farão a você e já as responda antecipadamente. Dessa forma, ficará mais fácil organizar as ideias no momento de tensão.

A estrutura anterior pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de uma startup, no entanto, é essencial que no momento de falar o empreendedor saiba exatamente o que quer comunicar e que o diga logo, sendo objetivo, usando bloco de informação. Evite palavras de difícil pronúncia, termos técnicos pouco conhecidos ou situações obvias demais. Bom Pitch!

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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Por que os empreendedores são tão felizes?

Posted by Caroline Piguin on May 7, 2014 8:34:52 AM

A vida de um empreendedor, apesar de ser extremamente trabalhosa é muito recompensadora. Não há nada mais gostoso do que ver algo que você construiu crescer e escalar pelo Brasil e mundo. Com uma startup ou pequena empresa é muito mais fácil ver os resultados diretos de seu trabalho e o crescimento é geralmente muito maior.
Esses são apenas alguns dos motivos para explicar o porquê empreender é tão bom, mas existem muitas outras mais.

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Direto das trincheiras: MobGeek

Posted by Caroline Piguin on May 5, 2014 12:07:05 PM

A MobGeek já nasceu com um objetivo extremamente ambicioso: Ensinar leigos a programar. E não é para menos: Seus fundadores, Ana Luisa Santos e Yuri Ramos são experts no assunto, com uma passagem no MIT para comprovar isso. Em nosso Direto das Trincheiras de hoje batemos um papo com eles para entender melhor qual a visão deles para o negócio, seus desafios, o processo de aceleração e planos para 2014.

Aceleratech: Como a Mobgeek se diferencia dos demais sites de educação do mercado?
Ana: A MobGeek traz em seu DNA o foco na resolução de problemas reais, algo que nós, fundadores, vivenciamos pra valer quando alunos do MIT (Massachusetts Institute of Technology). E materializamos isso ensinando programação para que pessoas comuns, sem background técnico, tenham em suas mãos o poder de construir soluções para problemas (ou oportunidades) a sua volta. Através de videoaulas vamos guiando o passo a passo de como criar do zero projetos de sites e aplicativos. Sabemos também o quanto pode ser solitário aprender online. Por isso trazemos um componente bastante especial, que é a mentoria online, abrindo canais para que nossos alunos tirem dúvidas, compartilhem e se sintam apoiados nessa jornada.

Aceleratech: Qual o potencial de mercado da Mobgeek?
Yuri: Nosso público é bem amplo pois ensinamos qualquer pessoa que queira aprender a programar e já tenha familiaridade com a Internet. Muitos alunos nossos querem lançar suas startups, criar projetos pessoais ou para as empresas onde trabalham. Temos alunos jornalistas, advogados, universitários de cursos como biologia (sério!) ... gente de todo tipo e background. Alguns querem se tornar desenvolvedores de software, uma carreira super em alta (que paga muito bem). E muita gente não sabe por onde começar. Mas reconhecemos que a maior parte do nosso mercado é um público jovem: estudantes do ensino médio, ensino superior ou jovens profissionais. Estamos falando de alguns bons milhões de brasileiros.

Aceleratech: Como se ensina programação para leigos?
Ana:Muita gente imagina que aprender a programar seja daquelas coisas extremamente difíceis. Não é. Mas pode traumatizar quem está começando se o ensino não for adequado. Por isso montamos um time de primeira, com especialistas em educação online e desenvolvedores experientes. Formatamos videoaulas com conteúdo passo a passo e motivamos o aluno com metas de desenvolver um projeto prático, como por exemplo criar uma página pessoal ou um aplicativo de visualização de fotos. Algo simples, mas que já motiva o aluno ao mostrar que não é tão difícil quanto ele pode imaginar. E muita gente se sente empoderada… “nossa, olha o que eu consigo fazer em tão pouco tempo”. Ao longo do caminho vamos introduzindo conceitos teóricos em pílulas de conteúdo para que ele vá conectando os pontos sem se sentir intimidado. E com a mentoria online o aluno vai tendo uma noção bem precisa do seu progresso...consegue medir o quanto já evoluiu e o que consegue produzir.

Aceleratech: Como a mobgeek pretende crescer em 2014?
Yuri: Somos B2B e B2C. Qualquer pessoa pode entrar no site e assinar os cursos da MobGeek. Também estamos atuando em frentes paralelas: discutindo parcerias, apresentando a MobGeek a escolas, investindo em marketing digital e produzindo mais conteúdo (parte dele gratuito) para difundir esse conhecimento para mais e mais brasileiros.

Aceleratech: Como a experiência do MIT ajudou a vocês montarem esse negócio?
Ana:Ficamos muito impressionados com o que vimos e aprendemos no MIT. A instituição não é tudo o que dizem por acaso. Pode parecer meio básico falar em resolver problemas reais, mas hoje a gente vê que o nosso país poderia inovar muito mais se mais pessoas passassem da discussão dos problemas para o mão na massa, a prática, a execução. No MIT aprendemos como é importante focar em problemas, mesmo que simples, que resolvam ou facilitem a vida de muita gente, além de ser empreendedor e buscar causar impacto significativo na sociedade. A gente traz essa pegada para a MobGeek.

Aceleratech: Qual foi o aprendizado mais valioso que vocês tiveram na aceleração?
Ana:Bem...muitas emoções... De tudo o que discutimos e aprendemos durante estes meses (temos mesmo que escolher só um ponto?), destacamos um framework de follow up de vendas, marketing digital e finanças para startups. Não podemos deixar de mencionar a interação com as outras startups aceleradas. Ao longo desses meses juntos, ralando e convivendo juntos diariamente, aprendemos muito com as outras startups, desde ferramentas, métricas, métodos de trabalho etc.

Aceleratech: Vocês tem uma visão muito clara para a Mobgeek, explica para a gente qual é e como ela se traduz no produto?
Yuri: Nossa visão é revolucionar a educação, empoderando jovens a criar tecnologias para resolver problemas reais, impactando fortemente a criação de produtos, negócios e inovações sociais no mundo digital. Fato: quem programa tem um super poder em suas mãos. No nosso produto, a gente mostra aos usuários, de forma muito prática, o que é possível construir com essa nova habilidade que eles adquirem com a MobGeek.

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4 itens que você tem que prestar atenção em um contrato

Posted by Caroline Piguin on May 2, 2014 12:10:31 PM

Sabemos que, um momento extremamente importante para uma startup é o fechamento de um investimento, ou mais precisamente, a assinatura de um contrato. Mas esse momento pode ser tanto um alívio, quanto o início de um tormento. Vemos empresas se comprometendo com coisas que não sabem se são capazes de cumprir, ou ainda concordando com penalidades extremamente severas.

As consequências de não ler as letras miúdas geralmente são graves, e o contrato é primeiro teste do investidor. Será que um empreendedor que assina contratos sem ler é realmente o tipo de gestor que ele procura para um negócio investido? Coloque-se no lugar dele. Você se sentiria seguro?

A primeira dica que damos sobre um contrato é: Jamais assine sem a revisão ou o aconselhamento de um advogado. Ele saberá todas as particularidades de seu negócio e mercado, e sempre terá em vista seus interesses. Mesmo assim é essencial que você também leia o contrato, para entender suas obrigações e o que acontecerá com sua empresa caso você não cumpra o acordado.

Geralmente, contratos de investimento são longos e complicados, e dificilmente você terá uma conclusão em um dia de trabalho. É comum receber os contratos em formato aberto, e enquanto você faz sua leitura inicial, inclua seus comentários, dúvidas e pontos de preocupação. Dificilmente em uma primeira leitura você conseguirá entendê-lo e ver todos os pontos. Leia duas, três, quatro vezes. Seja cauteloso. A assinatura de um contrato, por melhor que se deem as partes, será sempre desgastante,mas ninguém espera que seja fácil, então mantenha suas necessidades e seus valores , mas saiba quando ceder.

Veja os 4 principais itens a se prestar atenção em um contrato:

Penalidade
A penalidade é o que vai acontecer contigo e com sua empresa caso você infrinja o contrato. A penalidade geralmente vem em forma de multa, devolução e até processos. A tendência é que você tente sempre puxar as penalidades para o mínimo que conseguir, afinal, mesmo que você não pretenda infringir o contrato, você deve proteger a si mesmo e ao seu negócio.Tente limitar as penalidades ao negocio somente e não aos sócios.
Leia com cuidado e carinho, mas tenha em mente que da mesma forma que você está tentando se proteger, seu investidor/contratante também está. Mantenha o bom senso sobre o que é ou não viável.

Obrigações
Essa parte do contrato apresenta as obrigações dos dois lados, tanto do contratante quanto do contratado, do investidor e do investido. Certifique-se de que você será capaz de cumprir com todas as suas obrigações, não fique só no “eu acho que dá…” Uma dica que costumamos dar por aqui é que você deve buscar que as obrigações sejam recíprocas, ou seja, se você tem a obrigação de algo, busque o outro lado do contrato a te oferecer algo parecido.

Confidencialidade
Em geral, tente colocar a confidencialidade como uma cláusula mútua, caso vocês decidam seguir por esse caminho. É importante não confundir a confidencialidade com NDA (Non Disclose Agreement). Geralmente, investidores não assinam um NDA para uma apresentações ou pitches, e isso é uma prática do mercado, e não significa que ele vai te passar a perna e roubar sua ideia. Lembre-se da quantidade de propostas, apresentações, pitches e contatos que ele tem diariamente, é inviável assinar um termo para cada um deles. Investidores não estão no mercado para roubar sua ideia, primeiro, e principalmente, porque esse não é o objetivo deles, a expectativa do investidor é achar empresas sólidas, confiáveis e de acordo com seu perfil de investimento. Caso ele não acredite que você faça parte desse grupo, ele marcará mais reuniões para conhecer novas ideias e startups, e não copiar seu negócio. Segundo por que a reputação dele também está em jogo.

Disposições gerais
Preste atenção especial para as disposições gerais. Em geral estão no fim do contrato, e você só chega nela quando já está cansado. É lá que geralmente ficam as armadilhas.

Esses são apenas os pontos a prestar mais atenção em um contrato. Você não vai, é claro, pular as outras partes. E como já falamos acima, sempre, independentemente do contrato que você vai assinar, peça a ajuda de seu advogado.

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Competição extrema

Posted by Caroline Piguin on Apr 28, 2014 3:28:22 PM

O que aprender com o estilo agressivo de gestão instituído por Jeff Bezos, fundador da Amazon, a maior empresa de comércio eletrônico do mundo Esperar quase uma década para a empresa dar lucro e dizer aos investidores, enquanto o dinheiro não vem, que o negócio vai se transformar — em algum momento incerto — na maior loja virtual do planeta. Mais do que isso: vendendo absolutamente todo tipo de mercadoria a preços muito competitivos. No livro A Loja de Tudo: Jeff Bezos e a Era da Amazon, recém-lançado no Brasil, o jornalista americano Brad Stone traça o perfil arrojado e a trajetória do fundador da Amazon, empresa que faturou 74,4 bilhões de dólares em 2013. Conheça os aspectos que, de acordo com Bezos, fizeram seu negócio crescer.

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Nossas inscrições estão abertas!

Posted by Caroline Piguin on Apr 14, 2014 6:51:03 PM

A Aceleratech, eleita a melhor aceleradora do Brasil pelo Brazil Founders e uma das selecionadas pelo Programa do Governo Start-UP Brasil, abre as inscrições para sua quarta turma de acelerados. O projeto convoca startups digitais para ajudá-las na implementação de suas ideias e impulsionar seus negócios. As empresas podem se candidatar até o dia 31 de julho pela página de inscrições

As startups escolhidas passarão por quatro meses de aceleração e terão a possibilidade de ficar incubadas por mais três meses na aceleradora. Baseado em mentoria e educação empresarial por um time formado por grandes nomes do ecossistema empreendedor do País, o programa de aceleração desenvolvido pela Aceleratech tem o intuito principal de auxiliar esses novos empreendedores a ganhar musculatura operacional e financeira, rumo à consolidação em seus mercados de maneira sustentável.

Dividido em três módulos, o programa ocorre dentro do próprio campus da pós graduação da ESPM – onde a Aceleratech fica alocada – e incluirá o acompanhamento feito por mentores associados e cursos ministrados por professores do curso de pós-graduação da escola. O processo se inicia com a revisão dos modelos de negócios das empresas aceleradas, passa pela validação do produto e trabalha com bastante ênfase o desenvolvimento desses profissionais para vendas e aquisições de clientes, diferenciais importantes da Aceleratech.
“De acordo com uma pesquisa que fizemos no Campus Party, com um universo de 200 empresas, vimos que as duas maiores dificuldades dos empreendedores brasileiros são vendas e marketing, e isso se reflete diretamente na taxa de crescimento mensal desses negócios. Usamos o crescimento por meio de vendas e marketing como um dos grandes pilares de nosso programa de aceleração, criando empresas verdadeiramente escaláveis e capazes de impactar nossa economia.” Afirma Pedro Waengertner, Cofundador da Aceleratech.

A Aceleratech procura para essa turma startups que já estejam em um estágio mais avançado no desenvolvimento de seus modelos de negócios. “Com nossa experiência no mercado e outras três rodadas do nosso programa de aceleração realizadas, entendemos que as startups com pelo menos um protótipo é capaz de aproveitar muito melhor nosso processo de aceleração e torna-se capaz de crescer com mais velocidade” avalia Waengertner. Quanto às startups que ainda não estão nesse ponto, a Aceleratech promoverá workshops e palestras gratuitamente para ajudar a preparar e expandir o ecossistema empreendedor no país. O primeiro da série será no dia 23 de abril e será destinado à empreendedores que querem validar e melhorar suas ideias. A confirmação pode ser feita aqui

A quarta turma contará também com apoio especial. Por meio de parcerias firmadas com aceleradoras internacionais, as startups selecionadas terão a oportunidade de desenvolverem projetos de alto impacto com foco no mercado brasileiro e internacional. “Nosso objetivo é preparar um ecossistema mais próximo e preparado. A Aceleratech pensa grande para cada uma de suas startups aceleradas, e prova disso é que grande parte das empresas da segunda turma de aceleração já estão em fase de negociação de aportes. Acreditamos que em pouco tempo cerca de 70% já fecharão a primeira rodada”, diz Mike Ajnsztajn, cofundador da Aceleratech.

O time de mentores permanece com mais 100 profissionais de diversas áreas que se colocam à disposição dos acelerados. Entre eles estão Julio Vasconcelos, CEO do Peixe Urbano; Fernando Biancardi Cirne, CMO da Locaweb; Rafael Siqueira, CTO do Apontador; Paulo Humberg, CEO da A5 Investiments; e Cassio Spina, da Anjos do Brasil.

Inscreva-se!

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Lições básicas para pequenas empresas

Posted by Caroline Piguin on Apr 8, 2014 3:25:18 PM

1 Como melhorar a qualidade

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Direto das Trincheiras: Wiki4FIT

Posted by Caroline Piguin on Apr 2, 2014 7:29:36 PM


A Wiki4FIT começou nosso processo apenas com uma equipe excelente e uma apresentação. Um ano após a aceleração, eles já tem mais de 250 clientes e estão presentes em mais de 40 cidades brasileiras, e, no ano passado, receberam investimento de um parceiro estratégico.

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