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Por que as startups falham?

Posted by Caroline Piguin on Jun 30, 2014 7:00:00 AM

Sabemos que, estaticamente, a maioria das startups falha. Mas por que?

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Como resolver uma briga entre os sócios

Posted by Caroline Piguin on Jun 26, 2014 11:00:00 AM

Sociedade empresarial é muitas vezes como um casamento. Por mais que você e seu sócio se dêem bem, é muito difícil vocês não terem uma briga ou desentendimento. O excesso de convivência somado à irritação do dia a dia e às diferentes opiniões podem desgastar essa relação e trazer uma irritação constante para um, ou os dois lados.

Por isso, com base em nossas experiências, fizemos uma lista com 8 dicas para resolver desentendimentos entre os sócios:

Tudo tem que estar claro desde o início

Não adianta começar uma sociedade sem saber qual o papel específico de cada sócio, quais serão suas responsabilidades, quais as suas obrigações, etc. Mesmo que pareça óbvio, fale e mantenha as expectativas, preocupações e necessidades de forma bem clara.

Críticas podem e devem ser faladas

O fato é, qualquer profissional precisa ser capaz de aceitar críticas, sugestões, e feedbacks sobre suas ideias e seu trabalho. Muitas vezes, quando os dois sócios são grandes amigos, cria-se um ambiente onde se imagina que as críticas vão "abalar" essa amizade, e por isso é necessário definir desde o início que as críticas, por mais duras que pareçam, são apenas uma maneira de melhorar cada vez mais o produto e o negócio, e não devem haver mágoas por isso.

A tomada de decisão não precisa ser democrática

Esse problema acontece principalmente quando uma startup é composta por dois sócios apenas. Quando há uma discordância, as coisas parecem não se movimentar, afinal, os dois tem o mesmo poder de decisão, certo? Errado. Uma startup parada não existe, e se por qualquer discordância a sua empresa parar, vocês não estão fazendo um bom trabalho de gerenciamento. As duas soluções possíveis para esse impasse são: Decisões finais por área de expertise ou aescolha de um sócio que, em caso de discordância, tenha o direito de decidir pela escolha que achar mais correta

Deixe seu ego de lado

Esse é um dos principais pontos. Criar uma startup não é uma luta por ser CEO, a imagem da empresa, ou o decisor. Deixe um pouco seu ego de lado na hora de gerenciar uma startup, para que você consiga ver os problemas objetivamente, e possa saber caso você não seja a melhor opção para ser o CEO ou o decisor, mesmo que a ideia do negócio tenha vindo de você.

O maior objetivo é a empresa

Esse item é um complemento do anterior. Lembre-se sempre do porquê das discussões e discordâncias: Tanto você quanto seu sócio estão fazendo o que acreditam ser melhor para a startup. Qualquer coisa que fuja dessa regra é perigoso. Se a briga de vocês é por dinhero, poder, ou ego machucado, lembre-se e lembre seu sócio também do objetivo de ambos, e isso te fará pensar com mais tranquilidade sobre os interesses da empresa.

As diferenças são resolvidas fora da empresa.

Uma discussão sobre qualquer outro tema que não seja a startup não pode nem deve ser resolvido no ambiente de trabalho, e muito menos trazido para uma discussão relativa à assuntos da startup. Esse tipo de atitude mistura as prioridades e deixa a visão objetiva enevoada, permitindo mais brigas sobre temas desconexos.

Firme um bom contrato

Jamais deixe o acordo de sociedade "na amizade". Deste modo, além de todas as fragilidades dos dois lados, qualquer problema mais sério com a startup poderá desestabilizar esse acordo, gerando inseguranças, medos, e brigas, claro. Quando os sócios se sentem protegidos por um bom contrato, a resolução de problemas torna-se mais simples e sem stress.

Entenda que os dois terão dficuldades

As vezes as pessoas tendem a esquecer da vida pessoal de seus colegas de trabalho, e inevitavelmente não levam em consideração coisas importantes que afetam alguns pontos da vida de um sócio. Mantenha uma relação de companheirismo, e entenda que seu sócio vai passar por dificuldades, mas você também vai, e tenha um pouco de flexibilidade para contorná-los.

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Como se tornar um empreendedor

Posted by Caroline Piguin on Jun 11, 2014 7:00:00 AM

Vejo alguns casos aqui na Aceleratech de empreendedores que nunca tiveram nenhuma carteira assinada, e sempre um sonho de empreender.

Sem dúvida vocês já devem ter vistos casos de jovens empreendedores de 15 a 20 anos ( algumas vezes menos) que vêem um problema a ser resolvido e, voilá, logo surge uma startup que começa a se desenvolver ali. O mais impressionante é a qualidade das ideias, e, principalmente , da gestão da empresa, que em pouco tempo se torna um negócio rentável. Essas histórias alimentam a noção de que "ser empreendedor" é algum tipo de gene, e não um conjunto de habilidades a serem dominadas.

Falamos, na semana passada sobre o perfil de um empreendedor, e hoje, gostaria de falar um pouco sobre cinco mudanças de atitudes simples para estimular seu lado empreendedor:

Comece a tomar alguns riscos que outras pessoas não tomariam (dentro e fora da empresa)

Grande parte das pessoas são automaticamente aversivas a riscos, mas não o empreendedor. Jogar tudo para o alto para apostar em uma ideia que pode ou não dar certo é um enorme risco, principalmente se pensarmos que empreendedores não tem salário, ou seja, o bootstrapping terá que ser aplicado para o dia a dia do empreendedor, e não apenas na startup.

Se você ainda está trabalhando, comece a se arriscar mais, tome decisões mais arriscadas (não queremos dizer insensatas), faça mais projetos grandiosos, ouse sonhar mais alto. Isso serve também para assuntos não corporativos, Ouse mais e tome mais riscos em suas decisões no dia a dia.

Crie alguma coisa do zero.

Crie algum projeto seu. Pense em algo que te interessa, pode ser desde um produto, um site, blog, até um grupo do Facebook ou Linkedin. Projete-o desde o início: Layout, participantes, com quem você quer falar e como você vai divulgá-lo.O crie e deixe-o rodando. Administrar algo completamente desenhado por você é um ótimo aprendizado, além de ser muito recompensador.

Leia biografias de grandes empreendedores

Tente entender como grande empreendedores pensam ou pensaram, veja como funciona sua estrutura de pensamento. Temos várias histórias de grandes empreendedores dentro e fora do país.Steve Jobs ,Rockefeller e Barão de Mauá são alguns exemplos.

Treine a venda de suas ideias para outras pessoas ( você vai ter que vender para o resto de sua vida)

Em uma startup, todos são vendedores. Comece a treinar desde já a vender suas ideias, seja vender um projeto para seu chefe, convencer alguém que ir na pizzaria é melhor do que restaurante japonês no sábado a noite ou mudar aquele quadro terrível que você não gosta.

Você vai ter que vender para o resto de sua vida, que tal já começar a treinar?

Conviva com outros empreendedores.

As pessoas dentro do ecossistema empreendedor no país costumam ser bem próximas. Conheça outros empreendedores, entenda sua jornada ao sucesso, o que deu certo, o que deu errado, e o que você pode aprender com isso. Observe o comportamento e atitude de empreendedores bem sucedidos, e veja o que nela os ajuda no dia a dia. Sem contar que, quando você construir seu negocio, você vai precisar de parcerias e contatos, conhecer uma parte do ecossistema é fundamental.

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10 mitos sobre empreendedorismo

Posted by Ana Maria Coelho on May 27, 2014 11:21:57 AM

A imagem do jovem que apresenta ao mundo uma ideia brilhante, fomenta a inovação com sua empresa de alta tecnologia, gera milhares de empregos e, em pouco tempo, acumula fortunas parece ser o retrato mais bem acabado de um empreendedor de sucesso. Ok! Lindo! O único problema é que histórias assim, embora inspiradoras, são exceções.

Tanto os mitos que glorificam a realidade quanto aqueles que a tornam mais dura e complexa do que é só servem para dificultar a trajetória de quem quer ter seu próprio negócio. Por isso, resolvi trazer para o nosso papo os mitos mais tradicionais extraídos do livro “O segredo de Luísa” de Fernando Dolabela. Se você ainda não leu, vale a pena!

    • Só quem faz o que gosta tem sucesso

Pessoas à frente de pequenas empresas são unânimes em afirmar que têm paixão pelo que fazem – e que isso é de extrema importância para seu sucesso. Contudo, são fatores muito mais concretos que determinam o crescimento e a sustentabilidade de um negócio – como a escolha acertada do mercado e das fontes corretas de financiamento.

      • Empreendedorismo é coisa de rico.

Pessoas e comunidades pobres podem e devem empreender. A atividade gera renda de forma sustentável e permite às pessoas sair do nível de miséria que viviam ao iniciarem seus próprios negócios.

  • Só quem tem dinheiro terá sucesso ao empreender.

Ter acesso a fontes corretas de financiamento é certamente um fator importante para a expansão de um negócio, mas acreditar que dinheiro é a garantia de perenidade para a empresa pode induzir muitos empreendedores ao fracasso.

  • Quem fracassa uma vez, vai fracassar sempre.

Há poucas coisas que assustam tanto um empreendedor quanto a ideia de ter de fechar as portas da sua empresa. Começar de novo após uma experiência ruim não é tarefa das mais fáceis, mas o mercado está repleto de empreendedores que só conquistaram o sucesso depois de muitas tentativas.

  • É preciso ter ideias geniais para ter sucesso.

Boa parte dos novos negócios está ligada a atividades que não demandam grandes inovações ou alta tecnologia – como, por exemplo, o varejo.

  • Empreendedores não têm chefes e são completamente independentes.

O empreendedor está longe de ser independente e serve muitos senhores: sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, credores, família.

  • É preciso ser jovem para começar um negócio.

Idade não é barreira. A energia necessária para tocar um empreendimento não está relacionada à juventude. Para alguns estudiosos, a maturidade seria, inclusive, um fator positivo ao esforço empreendedor.

  • Todo empreendedor deseja enriquecer rápido

Empreendedores de sucesso buscam construir empresas onde possam realizar ganhos de capital em longo prazo. A principal motivação de curto prazo é a realização pessoal, o controle dos seus próprios destinos e a realização dos seus sonhos. Dinheiro é uma ferramenta e uma consequência!

  • Empreendedores experimentam um nível de estresse maior.

Empreender não é mais ou menos estressante do que qualquer outra profissão. A diferença está no significado que o trabalho representa em sua vida.

  • Empreendedores são heróis e nascem feitos.

Acreditar que empreendedores nascem feitos e demonstram desde a infância ou adolescência características importantes para comandar a própria empresa é limitante e irreal. Todo ser humano pode aprender e desenvolver competências.

Portanto, meu amigo, se você realmente optou em ter um negócio próprio, deixe os mitos de lado e vá a luta. É pra frente que se anda!

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O que o "lead jornalístico" ensina aos empreendedores

Posted by Raquel Serafim on May 23, 2014 8:10:51 AM

Conversando com investidores e profissionais que selecionam Startups para os mais variados programas de aceleração, notei a recorrência de um problema: a apresentação do projeto. Empreendedores têm de desenvolver o seu Pitch, contendo apenas informações essenciais e diferenciadas. Ou seja, ainda é um ponto delicado realizar uma apresentação sumária de três a cinco minutos, com o objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio.

Às vezes que percebo esta situação recordo-me dos tempos de universidade e das primeiras aulas de jornalismo, quando fui apresentada ao lead jornalístico. Esse pequeno termo em inglês traduz a função de introduzir e prender a atenção do leitor no texto. No caso do jornalismo, ele é aplicado no primeiro parágrafo de uma reportagem ou press release (texto desenvolvido por assessorias de imprensa) e busca responder às questões principais em torno de um fato. São elas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê.

Um bom lead é capaz de convencer um leitor a seguir com a leitura, ou pelo menos cumpre a sua função primordial, que é de informar de forma tão eficaz que o leitor poderá interromper a leitura no primeiro parágrafo e, ainda assim, estará a par da notícia. Para quem quer entender como isso é feito, vale a pena buscar boas referências nos principais veículos de comunicação e observar a fórmula.

Da mesma forma que o Lead busca informar de forma rápida e objetiva sobre um determinado fato, o empreendedor que está se submetendo a um Pitch deve desempenhar igualmente bem esse papel no momento da sua apresentação. Quando está se apresentando ou participando de alguma competição, quem está à frente da empresa terá que responder algumas perguntas, que não necessariamente são as mesmas apresentadas num jornal – a clareza e objetividade das informações devem seguir o mesmo caminho.

Uma sugestão simples de estrutura é:

1 - Diga por que sua empresa existe
Explique de forma rápida o que ela faz e como faz.

2 – Quais problemas visa solucionar?
Apresente bem o mercado em que atua (que justifique sua permanência nele) e as principais soluções existentes até a sua empresa. Vale usar números confiáveis e atuais, caso encontre.

3 – Explore seus diferenciais
Mostre no que você é melhor que as demais soluções e porque esses diferenciais podem significar maior chance de sucesso. Apresente de forma bem sucinta a equipe envolvida no projeto.

4 – Mostre para onde sua empresa pode crescer
A famosa escalabilidade: diga para quais mercados o modelo de negócio pode ser replicado e quanto de ganho isso pode significar.

5 – Diga o que está buscando
Deixe claro se quer investimento, infraestrutura ou qualquer outra coisa e mostre como esse recurso será utilizado. Muitas vezes os profissionais se esquecem de deixar claro o que estão buscando.

6 – Se prepare para as perguntas
Faça um arquivo com todas as possíveis perguntas que farão a você e já as responda antecipadamente. Dessa forma, ficará mais fácil organizar as ideias no momento de tensão.

A estrutura anterior pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de uma startup, no entanto, é essencial que no momento de falar o empreendedor saiba exatamente o que quer comunicar e que o diga logo, sendo objetivo, usando bloco de informação. Evite palavras de difícil pronúncia, termos técnicos pouco conhecidos ou situações obvias demais. Bom Pitch!

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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Por que os empreendedores são tão felizes?

Posted by Caroline Piguin on May 7, 2014 8:34:52 AM

A vida de um empreendedor, apesar de ser extremamente trabalhosa é muito recompensadora. Não há nada mais gostoso do que ver algo que você construiu crescer e escalar pelo Brasil e mundo. Com uma startup ou pequena empresa é muito mais fácil ver os resultados diretos de seu trabalho e o crescimento é geralmente muito maior.
Esses são apenas alguns dos motivos para explicar o porquê empreender é tão bom, mas existem muitas outras mais.

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Como definir a remuneração dos sócios?

Posted by Caroline Piguin on Mar 27, 2014 4:42:39 PM

Sabemos que um empreendedor, principalmente no início de sua startup, vive de sonhos, riscos e apostas. Empreender ainda é uma escolha extremamente complexa no Brasil, mas cada vez mais vemos o ecossistema se desenvolvendo, e isso ajuda a diminuir o risco do empreendedor nos primeiros meses de sua caminhada.

Uma dúvida muito comum que vemos entre os empreendedores é como decidir o valor da remuneração do empreendedor e o valor ideal para reinvestir na empresa.O problema dessa questão é que ela não tem uma resposta simples e única.

A remuneração do empreendedor depende de diversos pontos e acordos entre sócios e com o investidor, e ainda não há um valor estipulado por estágio da empresa, por exemplo. Por isso, no post de hoje, vamos falar sobre como definir o seu salário, quanto pedir, quais itens levar em consideração, etc.

O primeiro grande ponto é entender como geralmente é composto um salário no mercado. Ele pode ser dividido em dois: Despesas e criação de patrimônio. A remuneração de uma empresa tem essa finalidade. Você precisa ser capaz, além de pagar suas despesas (supérfluas ou não) de construir o seu patrimônio. E essa última parte geralmente é responsável por 50% ou mais da composição de um salário. Agora que vem a grande diferença, no caso de um empreendedor, sua startup é o seu patrimônio, e por isso, a remuneração de seus fundadores tendem a ser muito mais enxuta, cobrindo apenas às necessidades das despesas.

Com esse conhecimento, a próxima etapa é entender o quanto você realmente precisa de remuneração.

Quanto sua empresa fatura por mês?
Caso a resposta seja: Nada, pense que este é o momento de investir em sua startup, e seu tempo agora é seu bem mais precioso. Não existe como você ganhar uma remuneração desde o momento de criação de sua startup, essa é a maneira mais simples de como você pode quebrar sua empresa.

Essa primeira questão é o ponto fundamental que você deve pensar antes de estipular um salário. Você pode querer ganhar R$5.000, mas se sua empresa fatura R$ 6.000, esse é um movimento que eu não recomendaria.

Você tem algum sócio?
Caso a resposta para esta pergunta seja sim, você deve somar a primeira questão à essa. Ora, o faturamento não pode ser dividido entre dois ou mais remunerações, e não é o seu faturamento que deve se ajustar a você, e sim, você, seu sócio e suas ambições salariais que devem se adaptar à realidade de sua startup.

É importante que você tenha uma reunião com seus sócios antes da definição de remunerações, e tenha em mente que seu sócio não necessariamente ganhará o mesmo que você caso a necessidade seja diferente. Essa não é a hora de render-se ao orgulho. Discuta o faturamento da sua startup, as necessidades e ambições específicas de cada um, deixe tudo em pratos limpos.

Como você vive?
Qual é o seu gasto mensal? Você tem esposa e filhos ou mora com seus pais? Quais são seus gastos fixos?

Entenda que, se você mora sozinho, ou com seus pais a sua necessidade de dinheiro é bem menor do que a de um pai ou mãe de família , certo? Definitivamente sua remuneração será também menor.

E se o responsável por minha remuneração for o meu investidor?
Que bom, você conseguiu investimento! Não estrague tudo pedindo, sem sentido, uma remuneração de R$10.000.

O investidor, em geral, prefere que o empreendedor não tenha que se preocupar com contas básicas do dia a dia e, com isso, em geral aprova uma remuneração razoável. Dessa forma, o empreendedor pode focar no negócio, sem distrações.

A lógica para justificaro valor de uma remuneração para um investidor é a mesma do que para um sócio: Qual o faturamento de sua startup x sua necessidade salarial?
Explique para seu investidor qual a sua necessidade mensal, e o porquê, e mostre qual seria seu rendimento em outra empresa, o que te faz investir X% de seu salário em sua startup.

Vocês já usam algum método para remuneração dos sócios em sua startup? Qual a conta que vocês usam?

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Como encontrar sua alma gêmea empreendedora!

Posted by Caroline Piguin on Feb 17, 2014 2:38:31 PM

Você já deve ter ouvido de algum empreendedor “Eu e meu sócio somos uma dupla perfeita. Nós concordamos em tudo!”. Por muito tempo achei que essa fosse realmente uma prerrogativa importante para a formação de uma startup de sucesso. Recentemente aprendi que sócios que pensam igual não saem do lugar. Os sócios precisam, a todo momento, incentivar o outro, trazer dúvidas válidas para as conversas e argumentar de forma saudável sobre qual é o melhor caminho para sua startup.

Aqui na Aceleratech falamos bastante sobre o que consideramos ser um sócio ideal, mas sabemos da dificuldade de realmente achar alguém que supra estas características e, ao mesmo tempo, esteja interessado em embarcar nessa aventura empreendedora com você.
Por isso, fizemos uma lista com alguns requisitos que não podem faltar em seu futuro sócio!

1-Alguém diferente de você
Já falei um pouco sobre esse ponto no começo do texto, mas vale reforçar. Dois sócios que concordam em tudo só conseguem olhar uma face do negócio. Você precisa de alguém que enxergue sua startup sob outra ótica, que repare em melhorias que você ainda não havia percebido, e que te traga insights sobre os quais você não pensaria sozinho.

2- Alguém experiente
Isso é essencial, mas vemos muitas vezes que alguns sócios, por serem amigos demais, acabam não avaliando a expertise do outro por acreditar na sua competência. Uma novidade: acreditar não é suficiente. Trabalhe alguns dias com ele(a) e busque ver se a qualidade e metodologia do trabalho do outro te agrada. Pense que uma startup tem recursos humanos limitados, então os integrantes do time precisam dar 200% de si se querem que a startup realmente saia do lugar.

3- Alguém por quem eu tenha empatia
Você vai passar grande parte do seu dia a dia com esta pessoa. Então, o mínimo que ela deve ser é agradável aos seus olhos. Não adianta uma pessoa super experiente se você não consegue passar muito tempo perto dela. A probabilidade da startup não dar certo se esse for o seu caso são gigantescas. Afinal, uma pessoa chata desmotiva.

4-Alguém em quem você confie
É claro que você vai se precaver juridicamente com relação à sociedade. Mas não confiar no seu próprio sócio é pedir para falir. Novamente, a questão de experiência não é tudo.

Já tenho um sócio e estou em busca de uma equipe incrível para minha startup

E você? O que busca em um sócio?

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