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Os 3 pilares para um aplicativo de sucesso

Posted by Alex Ivonika on Sep 11, 2014 7:00:00 AM

A crescente demanda e utilização dos dispositivos móveis tem entusiasmado muitos empreendedores a criar "aplicativos geniais" ou pelo menos cogitar essa possibilidade. Afinal, quem nunca teve uma ideia de um app incrível que todos usarão? Mais do que uma boa ideia ideia, o aplicativo precisa ter uma execução incrível e estar amparado em três pilares fundamentais: O propósito de valor claro, fazer parte do contexto diária das pessoas e precisa ser divulgado. Ou o que você acha que o Whats App, Tinder, Spotify, Instagram e outros fizeram para conquistar as pessoas e a fama?

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Como se tornar um empreendedor

Posted by Caroline Piguin on Jun 11, 2014 7:00:00 AM

Vejo alguns casos aqui na Aceleratech de empreendedores que nunca tiveram nenhuma carteira assinada, e sempre um sonho de empreender.

Sem dúvida vocês já devem ter vistos casos de jovens empreendedores de 15 a 20 anos ( algumas vezes menos) que vêem um problema a ser resolvido e, voilá, logo surge uma startup que começa a se desenvolver ali. O mais impressionante é a qualidade das ideias, e, principalmente , da gestão da empresa, que em pouco tempo se torna um negócio rentável. Essas histórias alimentam a noção de que "ser empreendedor" é algum tipo de gene, e não um conjunto de habilidades a serem dominadas.

Falamos, na semana passada sobre o perfil de um empreendedor, e hoje, gostaria de falar um pouco sobre cinco mudanças de atitudes simples para estimular seu lado empreendedor:

Comece a tomar alguns riscos que outras pessoas não tomariam (dentro e fora da empresa)

Grande parte das pessoas são automaticamente aversivas a riscos, mas não o empreendedor. Jogar tudo para o alto para apostar em uma ideia que pode ou não dar certo é um enorme risco, principalmente se pensarmos que empreendedores não tem salário, ou seja, o bootstrapping terá que ser aplicado para o dia a dia do empreendedor, e não apenas na startup.

Se você ainda está trabalhando, comece a se arriscar mais, tome decisões mais arriscadas (não queremos dizer insensatas), faça mais projetos grandiosos, ouse sonhar mais alto. Isso serve também para assuntos não corporativos, Ouse mais e tome mais riscos em suas decisões no dia a dia.

Crie alguma coisa do zero.

Crie algum projeto seu. Pense em algo que te interessa, pode ser desde um produto, um site, blog, até um grupo do Facebook ou Linkedin. Projete-o desde o início: Layout, participantes, com quem você quer falar e como você vai divulgá-lo.O crie e deixe-o rodando. Administrar algo completamente desenhado por você é um ótimo aprendizado, além de ser muito recompensador.

Leia biografias de grandes empreendedores

Tente entender como grande empreendedores pensam ou pensaram, veja como funciona sua estrutura de pensamento. Temos várias histórias de grandes empreendedores dentro e fora do país.Steve Jobs ,Rockefeller e Barão de Mauá são alguns exemplos.

Treine a venda de suas ideias para outras pessoas ( você vai ter que vender para o resto de sua vida)

Em uma startup, todos são vendedores. Comece a treinar desde já a vender suas ideias, seja vender um projeto para seu chefe, convencer alguém que ir na pizzaria é melhor do que restaurante japonês no sábado a noite ou mudar aquele quadro terrível que você não gosta.

Você vai ter que vender para o resto de sua vida, que tal já começar a treinar?

Conviva com outros empreendedores.

As pessoas dentro do ecossistema empreendedor no país costumam ser bem próximas. Conheça outros empreendedores, entenda sua jornada ao sucesso, o que deu certo, o que deu errado, e o que você pode aprender com isso. Observe o comportamento e atitude de empreendedores bem sucedidos, e veja o que nela os ajuda no dia a dia. Sem contar que, quando você construir seu negocio, você vai precisar de parcerias e contatos, conhecer uma parte do ecossistema é fundamental.

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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Um mar azul para o mobile na classe média

Posted by Alex Ivonika on May 19, 2014 7:00:00 AM

Nosso país está em franco amadurecimento do mercado mobile. As companhias, a audiência e os investimentos começam a caminhar para o correto equilíbrio deste meio. Em 2013, tivemos pela primeira vez mais vendas de smartphones do que celulares convencionais e feature phones, e ainda há muito o que crescer. Porém, grande parte das iniciativas mobile ainda são destinadas aos iPhones, Android High End e focadas em um bom atendimento do público A e B. Há um mundo de oportunidades mobile não exploradas na classe C que são perfeitas para os empreendedores. Entenda o porquê.

Vivemos de 2010 para cá um boom de aplicativos. As empresas de mídia e serviço lotaram as lojas com programas que faziam de tudo - muitas vezes, com coisas inúteis para a sua audiência - pensando que estavam se fortalecendo e marcando presença neste cenário. Acontece que estar lá, na App Store ou Play, não significa presença. Muito menos o fortalecimento da marca.

Com o amadurecimento do mercado, a inovação começou a pesar cada vez menos em relação à uma outra palavrinha, que começou a incomodar aqueles que estavam mais preocupados em se manter inovadores no mercado, a RELEVÂNCIA. E é óbvio, como dar sentido e ser relevante para um determinado target deve ser o insight básico para se iniciar qualquer projeto. Seja mobile, web ou qualquer outro segmento.

Bem, junto com isso a vendas de smartphones explodiu. Pela primeira vez se vendeu mais smartphones do que celulares "não inteligentes". No total o share foram 32* mm destes devices vendidos contra 29* mm. Imagine, são 64 smartphones vendidos por minuto no Brasil. E isso só irá aumentar a cada dia das mães, dos pais, dos namorados, natal... Sem contar a venda de tablets, que cresceu 312%**.

Traduzindo para a prática, temos uma base relevante de pessoas utilizando estes devices por aqui. O mais curioso é que estudos internacionais apontam para uma estabilização das vendas lá fora, mas em países emergentes (como nosso lindo Brasil) há muito crescimento previsto para o número de usuários. Mas isso por quê? Simples! A força para a expansão da base é uma velha conhecida, a classe C. A classe D também, por que não? É fácil ler isso nos números. Android domina o mercado, e não era assim na prática em 2011/12, com 73%** de participação. Digo na prática porque praticamente não haviam usuários ativos de aplicativos nessas plataformas. O share gigante na participação se dá devido ao grande número de vendas dos aparelhos que saem por menos de R$ 1.000. Da mesma forma com os tablets, que detém 87%** deste segmento. Para completar a parafernália numérica, a classe C possui apenas 39%** de participação na utilização destes aparelhos. Desta forma, só há um lado para onde este aumento da base aponta, a direção da classe que agora começa a ter poder de compra.

A cultura de utilização de um dispositivo móvel começa, enfim, a fazer da parte da rotina de uma classe carente de atenção e serviço, pois, até então, a esmagadora maioria de iniciativas estavam (ou ainda estão) dedicadas ao universo do iPhone. Para se ter uma ideia, o smartphone é o principal meio de conexão com a internet para 33%** dos usuários. As lan houses agora estão na palma das mãos de um público que pode acessar a internet 3G por R$ 6,90 semanalmente. Enfim estamos vivendo a democratização da internet, mas via mobile.

Buscar entender a fundo os anseios e necessidades deste público, que no fim das contas é o retrato do Brasil você queira ou não, abrirá oportunidades incríveis no ponto de vista do empreendedorismo. Um exemplo bem sucedido são os aplicativos sobre itinerários e linhas de ônibus. Menos barulhentos que seus primos para taxi, fazem muito sucesso e estão presentes na vida de seus usuários. Ta aí a tal RELEVÂNCIA que buscam os big projetos das marcas e companhias famosas. Essas grandes marcas e empresas não tem a dinâmica e velocidade para planejar novas iniciativas pensadas nesse público. E a grande maioria não considera a classe média como target. Está aí mais uma vantagem competitivas para que start ups se aproximem deste público com produtos relevantes.

A coragem e garra são as características mais latentes no perfil de um empreendedor, e é justamente o que mais falta nas decisões das grandes corporações. Atrelar isso a visão de mercado e senso de oportunidade te fará encontrar excelentes oportunidades para servir um público carente de produtos no ambiente mobile e que está extremamente disposto a experimentar. Estamos falando de um segmento que movimenta milhões de reais no mercado informal, que é responsável pelo pouco crescimento que tivemos no PIB em 2013, mas que tem poucas alternativas em produtos e serviços no ambiente digital. Quem dirá no mobile.

Tá aí um grande mar azul a ser explorado pelos empreendedores dispostos a inovar.

Fontes:
*Abinee
**Nilsen

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Barreiras psicológicas geram ruídos e prejudicam seus negócios

Posted by Raquel Serafim on May 6, 2014 8:16:39 AM

A dificuldade de conversar em um telefone que apresente chiado dificulta a inteligibilidade do que está sendo dito do outro lado da linha. Ou uma conversa em lugar público, onde haja muito barulho de carros e pessoas falando alto exemplos claros de ruído na comunicação. Usa- se o termo ruído em referência a sons (ou ausência deles) que causam interferência, dificultando a comunicação entre pessoas. Essas são empecilhos externos que dificultam um diálogo, ou seja, a informação que é falada não chega da forma esperada para quem a recebe.
Mas há, ainda, outras barreiras que podem atrapalhar o fluxo de informações. No dia a dia, nos deparamos com barreiras psicológicas provindas das diferenças individuais e podem ter origem em aspectos do comportamento humano. Conseguir identificá-las é o primeiro passo para melhorar. A primeira delas a se observar é a timidez.

Alguém que precisa ser o porta-voz de uma empresa, porém, não se sente confortável para isso por ser inibido, pode prejudicar a imagem da instituição em que trabalha se não estiver preparado. Durante uma apresentação poderá gaguejar ou falar com a voz em tom baixo demais, quase inaudível. Se a conversa estiver sendo com o publico externo, a imagem da empresa pode ser maculada e vinculada à insegurança do representante que está ali, em público. Agora, se a conversa for com o público interno da empresa, dificilmente essa pessoa será vista como líder, que consegue apontar os caminhos a serem seguidos.

Há duas formas para sair desse problema: encontrar outro porta-voz, que não se intimide com o público ou trabalhar a comunicação do já designado representante institucional – que poderá fazer aulas de teatro como ferramenta para vencer a timidez, participar de aulas de retóricas, para ajudar com técnicas, ou passar por um bom treinamento de mídias (media training), ajudando-o a lidar com os diversos tipos de situações que, geralmente, enfrentam líderes à frente de instituições privadas e públicas.

O segundo ponto comportamental que pode ser um dificultador da comunicação é o chamado ouvido seletivo. Mesmo não sendo de forma proposital, há situações em que o emissor da mensagem fica sugestionado a ouvir ou entender apenas o que é de seu interesse – ou o que coincida com a opinião dele.

Durante o media training que ministro a empresários e executivos que precisam se comunicar melhor diante da imprensa, em entrevistas, peço sempre para se certificarem de que compreenderam a pergunta do jornalista antes de respondê-la. Muitas vezes os profissionais acham graça, imaginando que um tanto quanto obvio entenderem de primeira as perguntas, mas não é. No entanto, leve a sério o conselho e treine ouvir o que estão te dizendo, e não o que você gostaria ou acha que está ouvindo. Faça exercícios de escutatória no dia a dia, se liberte de opiniões pré-formadas e ouça o que estão te dizendo. Certamente terá bons resultados também na hora de se comunicar no ambiente profissional.

O terceiro e, talvez, o mais novos dos problemas comportamentais enfrentados nas empresas – que vem ganhando força com as constantes inovações tecnológicas – é a incapacidade de entender novos conceitos que são colocados no mercado. O ser humano tem a necessidade de quando exposto a um conceito novo, buscar no seu HD interno quais são as lembranças mais parecidas que conhecem sobre o assunto. É a assimilação por familiaridade. Mas, nos dias atuais em que conjunto de ideias e valores são apresentados quase que diariamente, somos constantemente convidados a pensar fora da caixinha – romper com conceitos que conhecemos e permitir a formação de uma nova ideia.

Por fim, se você é alguém que quer expor esse conceito novo, terá que ser bastante didático e aproximar o tema do público das informações utilizando alguns conceitos conhecidos – aproximando do que pode formar a ideia correta-, a fim de ajudar na construção do novo na cabeça dos receptores da mensagem a ser transmitida. Já, se você está na audiência, e está sendo exposto a uma explicação, tente limpar a sua mente e deixando-a livre para receber novas informações e criar novos conceitos. Ouvir, escutar e aprender eleva o conhecimento e melhora a vida de quem fala e de quem recebe informações. Afinal, comunicação não é o que você fala, mas o que o outro entende.

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Como relacionar-se melhor com a imprensa?

Posted by Thiago Ermano on Apr 30, 2014 2:43:37 PM

As redações brasileiras estão passando por um processo de reciclagem em suas estruturas físicas, e o Jornalista, formador de opinião e produtor de notícias e informações está na mira dessas mudanças. Em 2012, mais de 1.200 jornalistas foram demitidos, tendo como motivos reestruturações e cortes orçamentários. Quem ficou para realizar a produção diária de conteúdos está sobrecarregado de trabalho e precisa continuar a produzir (às vezes até em dobro) boas reportagens. Como conseguir espaço na imprensa?

No furacão da Globalização, é a necessidade de mais rapidez no fornecimento de informação. Com ele surgiram novas mídias e variados canais tecnológicos – criando “novas realidades” no formato de trabalho dos formadores de opinião brasileiros. O tempo para apurar uma reportagem ficou mais curto e a necessidade de receber auxílio de bons assessores de imprensa torna-se fator importante nas relações atuais com empresas e seus porta-vozes.

Se hoje boa parte dos conteúdos que são produzidos para portais de internet, revistas, jornais, emissoras de rádios e de TVs saem de sugestões das assessorias, qual é a forma mais ética e natural de conseguir a atenção dos jornalistas das redações?

O assessor de imprensa tem valor para os colegas das redações brasileiras, conforme mostram dados da pesquisa “Fala Jornalista”, realizada em parceria entre o portal Comunique-se e a empresa de auditoria independente Deloitte, em agosto de 2012. Foram entrevistados (por e-mail) 711 jornalistas, de variadas redações – com o objetivo de descobrir a visão deles a respeito de temas que envolvem o dia a dia profissional, os seus mercados de trabalhos e a perspectiva sobre a sociedade em geral.

Ao responderem sobre “meios mais utilizados para obter informações”, ficou clara a importância das assessorias de imprensa no processo intermediário à produção de conteúdos noticiosos. Para 59% dos Editores, os releases são, hoje, o principal meio informativo do que acontece nas empresas. Em seguida, os fatos são conseguidos por meio de entrevistas por telefone (54%), entrevistas pessoais (46%), por e-mail (28%), mídias sociais (21%) e coletivas presenciais (18%). Para Repórteres, Produtores, Pauteiros e Chefes de Produção, o texto das assessorias representa o segundo lugar para 54%, antecedida pela entrevista por telefone (71%) – que, geralmente, acontece após buscar contatos em sua rede de relacionamentos.

O que interessa às redações jornalísticas?

O que importa às redações continua a ser a informação de interesse comum às massas, necessitando de mais qualidade e consistência. Observe que bons profissionais costumam ocupar os melhores espaços na imprensa porque compartilham seus conhecimentos com a sociedade, falam de erros e acertos e estão à disposição para ajudar os jornalistas sobre temas complexos. São especialistas, docentes, empresários, executivos e personagens interessantes para ilustrar os exemplos do que é defendido na reportagem que conseguem exposições positivas junto aos formadores de opinião, agregando valores às suas marcas. Uma troca mais do que justa. Quer relacionar-se melhor com a imprensa? Comece doando conhecimento.

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Lições básicas para pequenas empresas

Posted by Caroline Piguin on Apr 8, 2014 3:25:18 PM

1 Como melhorar a qualidade

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Growth Hacking - Outro modo de pensar o crescimento

Posted by Caroline Piguin on Apr 7, 2014 3:12:09 PM

Growth Hacking não é um termo novo, e apesar de já ser amplamente discutido no Vale do Silício, aqui no Brasil estamos começando a ouvir mais sobre isso agora.

Aqui na Aceleratech nós somos obcecados por crescimento, marketing e vendas em uma startup, então não foi nenhuma surpresa quando o Growth Hacking começou a tomar nossas discussões, reuniões, e conversas na hora do almoço.

Todos parecem concordar que o Growth Hacking é um modo interessante de pensar a escalabilidade de uma startup, e suas técnicas de fato funcionam. Acho que o mais interessante dessa prática é a necessidade de pensar em novas maneiras para escalar sua startup, aproveitar os dados e comportamento de seu usuário para melhorar e crescer sua base de clientes.

Vejo que a discussão sobre o assunto está começando no Brasil, principalmente com o crescimento e amadurecimento do ecossistema empreendedor, mas ainda vejo que estamos andando a passos lentos em relação à discussão do tema. Por isso, gostaria de iniciar, com esse post, uma discussão sobre novas técnicas e insights sobre growth hacking.

O post de hoje é uma introdução no estilo “tudo que você precisa saber sobre”. Se você sabe o que é growth hacking, mas não sabe de onde veio, ou ainda a diferença entre growth hacking e marketing, te convido a ler esse post, e no final, fique à vontade para tirar suas dúvidas ( já mencionei que respondemos todos os e-mails e comentários enviados?)

Como surgiu o Growth Hacking?

O termo surgiu em 2010 com Sean Ellis, um empreendedor incrível que ajudou diversas startups a alcançarem crescimento recorde. Depois de certo tempo ele virou o cara que todos do Vale do Silício iam para buscar ajuda com crescimento de usuários. O grande problema é que depois da criação e implantação da estratégia, era muito difícil de encontrar um substituto à altura do desafio. A maioria tinha certa experiência ou diploma em marketing, mas a questão é que as técnicas e o pensamento utilizado por um Growth Hacker são um pouco diferentes do marketing tradicional. O foco é como crescer sua empresa rapidamente usando as diversas técnicas disponíveis.Uma startup tem apenas um objetivo: Crescimento. E é isso ou a falência.

Ellis, decidiu então mudar o que ele pedia. E com um post sobre contratação nas startups, surgiu o termo “Growth Hacker”. Neste post, Ellis aponta que entre a decisão de contratar um VP de Marketing ou um Growth Hacker, vá na segunda opção, pois ele terá as habilidades necessárias para crescer sua startup de forma rápida e muito mais econômica.

O que faz, afinal, um Growth Hacker?

A grande diferença entre um Growth Hacker e um profissional de marketing é que , na primeira opção, todas as ações são voltadas para o crescimento. Esse foco exclusivo faz com que o Growth hacker use novas metodologias e técnicas não tão comuns para profissionais de marketing. E por isso, não é uma questão de substituição, são apenas focos e estratégias diferentes.

Com a chegada dos produtos tecnológicos, abre-se uma nova gama de possibilidades de divulgação e fidelização. O pensamento de alguém que vende/divulga um produto tecnológico de uma startup deve ser totalmente diferente diferente de alguém que vende móveis, por exemplo. As startups demandam mais criatividade e pensamento de compartilhamento online. Um software como o Trello, por exemplo, que dá um período de sua conta premium para você caso seus amigos se cadastrem à seu convite, utiliza uma técnica do growth hacking, e funciona muito bem, mas só pode ser usada em um produto digital.

Técnica do Trello para compartilhamento e recomendação

Não só o produto se modernizou, mas também sua distribuição. Um Growth Hacker busca compreender como o consumidor se comporta online e usa esse conhecimento, juntamente com novas ideias e técnicas para divulgar e impulsionar a venda e conhecimento de seu produto, ou seja: Crescimento!

Criatividade para crescer
Já li em vários lugares que growth hacking é o marketing para as startups, mas hoje em dia acredito que ele é uma categoria distinta, uma outra maneira de enxergar o crescimento de seu negócio. Mas eu consigo entender o porquê dessa confusão. O marketing em uma startup deve ser mais enxuto no quesito dinheiro. Se tem uma coisa que um empreendedor sabe (ou precisaria saber) fazer, e se virar com pouca grana.

O growth hacking usa os principais recursos de uma startup como seus aliados: Criatividade, agilidade, conhecimento e experimentação tecnológica. Não demorou para ser cada vez mais adotado por startups no mundo todo.

O Growth Hacker é, por necessidade, curioso e analítico, além das estratégias já usadas em marketing ( voltadas para crescimento, claro), ele busca novas maneiras para aproveitar a nova realidade online de compartilhamento e a facilidade dos produtos digitais como um impulso para seu crescimento. E é por esse foco em crescimento tanto no growth hacking quanto na startup que esses dois conceitos cada vez andam mais juntos.

Aqui na Aceleratech ainda não chegamos a um consenso se o growth hacking é uma disciplina a parte ou apenas o marketing voltado ao crescimento. O que você acha?

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7 habilidades chave para fazer networking

Posted by Caroline Piguin on Mar 25, 2014 4:59:33 PM

 

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Sinais de que sua startup não está indo bem

Posted by Caroline Piguin on Mar 13, 2014 4:02:41 PM

Manter uma startup não é uma tarefa fácil, nós sabemos. Mas como saber se seus esforços não estão dando resultados?
As vezes, é mais difícil do que parece reconhecer esses sinais, com desculpas de que “é só minha marca tornar-se mais conhecida” ou “preciso de uma nova campanha”. Nem todos os seus problemas podem ser tão superficiais, mas mesmo assim eles podem ser mais fáceis de resolver do que você acredita!

Fizemos uma lista com 3 sinais de que sua startup não está indo bem , com as possíveis causas e soluções para seus problemas!

Feedbacks negativos
Se você conhece a sensação de uma caixa de e-mail lotada e o medo de abrir cada uma das mensagens pelo conteúdo do feedback, aí está o seu primeiro sinal de que há algo errado com a sua startup. Se o seu cliente não vê os benefícios descritos em seu produto/serviço/atendimento provavelmente ele não será seu cliente por muito tempo, a não ser que você faça algo a respeito.

Causas:
Para você descobrir a causa, escute o seu cliente. O que está o incomondando? É a qualidade do atendimento? As funcionalidades de sua solução? Você prometeu algo e não foi capaz de atender?
Entenda, realmente qual está sendo o alvo de tantos feedbacks negativos.

Solução:
Agora que você já descobriu o que tem feito seus clientes tão insatisfeitos, é hora de corrigir este problema! Se o alvo dos feedbacks era o produto ou serviço, é hora de você se focar completamente para sua melhora. Se o problema estava no atendimento, converse com a sua equipe comercial, e entenda como estão sendo feitas as vendas e acompanhamento das contas, e como eles têm percebido a satisfação, ou talvez, ainda, esteja na hora de um treinamento. O problema, ainda, pode estar em sua propaganda. Se ela está prometendo um certo número de funcionalidades e facilidades que seu cliente não está sendo capaz de encontrar, veja como deixar essa questão mais clara para os dois lados.

A startup não está crescendo
Uma das maiores características de uma startup é a rapidez de seu crescimento. Uma taxa que usamos como referência para nossas startups em aceleração é de 10 a 15%. portanto, se você perceber que seu crescimento mensal é menor do que 5%, já é hora de se preocupar.

Causas:
Essa demora no crescimento é um dos índices mais difíceis para encontrar a causa, portanto, para descobrir onde está o problema é necessário basear-se em outros dados para uma análise mais ajustada. Quanto você vende por mês? Qual o seu custo por aquisição de clientes? qual a capacidade máxima de clientes simultâneos que sua startup consegue dar conta? Quanto você precisa vender por mês para atingir um crescimento de 10%? Como seus clientes encontram seu produto atualmente? Como está estruturada sua estratégia de marketing e vendas? Quais são os maiores gastos de sua startup? Qual o feedback de seus clientes?
Essas são apenas algumas das questões que podem te ajudar a identificar onde está o seu problema. Essa dificuldade de crescimento pode estar, por exemplo, como uma continuidade de nosso primeiro sinal. Ela pode vir também de erros na estratégia de marketing e vendas, onde seu cliente tem dificuldade para encontrar seu produto/serviço, ou ainda não consegue ver claramente os diferenciais e benefícios. Caso seu custo de aquisição de clientes seja muito elevado, isso vai, consequentemente afetar o desempenho de sua startup, e por aí vai. Se você não soube responder essas perguntas, minha sugestão é que você vá direto ao próximo item.

Solução:
Depois de identificar onde está o problema, estude-o em profundidade, para entender as maneiras de contorná-lo. Caso seja um erro na estratégia de marketing e vendas, analise novamente o mercado e entenda quais modificações você pode fazer para torná-la mais eficaz. Se o custo de aquisição de clientes for muito alto, pesquise como fazer para automatizar mais o seu atendimento, sem pecar , claro, na qualidade. Será que o processo de vendas precisa, necessariamente, de tantas reuniões presenciais, ou algumas calls online já seriam suficientes? Caso seu cliente não veja claramente os seus benefícios versus o seu concorrente, que tal reestruturar sua comunicação para dar mais informações sobre os seus diferenciais? A solução desse tópico vai muito na questão de tentativa e erro. Claro que você não vai mudar suas estratégias mês a mês, mas que tal experimentar novos meios para alcançar os mesmo resultados?

Você não tem a mínima ideia de seus números.
Se você não soube responder as perguntas do item acima, é provável que aí esteja seu problema esteja na falta de acompanhamento. Não saber sua taxa de conversão e custo de aquisição de clientes, é um pecado grave para um empreendedor.

Causas:
Não preciso falar as causas, certo?

Solução:
Estude, pelo menos uma vez por semana os seus números. Veja o seu balanço de caixa, seu analytics, entenda de onde vêm seus clientes, onde eles encontram sua startup, e o que procuram para te encontrar. Você tem feito anúncios? Onde? E quanto você investe nisso por mês? Qual a taxa de retorno? Quais os termos mais clicados? Qual a segmentação? Qual o seu crescimento mensal? Qual o tamanho de seu mercado total? E seu mercado endereçável? Quanto falta para seu break even? Qual a previsão para você chegar lá?
A maior dica que posso dar para resolver esse problema é: Pergunte. Seja inquieto e busque entender os seus números e o porquê eles estão assim.

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