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Lançando o foguete: 5 Lições do Crescimento Astronômico da iFood

Posted by David Kato on Nov 18, 2014 1:11:02 PM

No iFood somos maníacos por duas coisas: saciar a fome e números.

Temos KPIs para tudo. Recebemos informação de como estão as vendas por SMS, temos dashboards diários e semanais para a empresa e para áreas e dificilmente passamos um dia sem abrir o Excel.

Não tem como ser diferente, não existe crescimento sem ser obcecado por indicadores.

A maior realização de um louco por números é ver o gráfico de receita virar um hockey stick. É a confirmação que a empresa está fazendo tudo certo e que o foguete está lançado para o crescimento astronômico.

Mas no final das contas, o que temos feito para duplicar de tamanho de forma consistente nos últimos 24 meses?

1. Estabeleça metas claras e agressivas

O maior salto do iFood aconteceu quando definimos uma meta muito agressiva. Antes sabíamos que precisávamos crescer, mas ninguém da empresa sabia o número exato. A primeira meta foi 100 mil pedidos.

Todos acharam que era loucura, mas todos sabiam o número exato - dos diretores aos estagiários. Como a responsabilidade de cada área era muito clara, todos perceberam que era possível. No final, atingimos o resultado e por pouco não ultrapassamos o limite superior.

Se sua empresa não está pronta para estabelecer metas agressivas, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 1: Não tenha medo de estabelecer metas que parecem impossíveis.

2. Conheça seus canais de captação

Ter aprendido quais são os melhores canais para capturar usuários mobile foi uma dais maiores alavancas do crescimento do iFood. Quando aprendemos a fazer isso de forma consistente não paramos de crescer.

Já conversei com uma centena de empreendedores e quase todos falam que a estratégia de crescimento é ser viral. O boca-a-boca é só um dos possíveis canais de captação. Uma empresa só cresce astronomicamente, se souber captar usuários usando diferentes meios:

- aquisição paga (Adwords, afiliados, display, Facebook Ads, etc)
- equipe comercial
- SEO / inbound marketing
- viral (member get member)
- mídia offline (anúncios em revistas, trade marketing, rádio, TV)
- não escaláveis (parcerias /hustling)

Se os canais não estão mapeados, a empresa não está pronta para acelerar os investimentos para crescer.

Lição 2: Crescer é muito difícil, não deixe de aproveitar todos os canais disponíveis para o crescimento.

3. Saiba seu lifetime value

No iFood, o lifetime value é um dos principais norteadores das decisões de investimento para trazer novos clientes. Não faz sentido trazer um cliente através de um canal que não se paga. Saber quanto investir para adquirir usuários é essencial para o crescimento.

Fico impressionado com a quantidade de empreendedores que não conseguem responder de forma simples e direta qual é o lifetime value do cliente, sem isso é impossível tomar decisões de investimento.

Se o custo de um usuário for maior que o lifetime value, a empresa não está pronta para investir no crescimento.

Lição 3: Entender como o negócio gera dinheiro define como se pode investir.

4. Azeite seus processos internos

A área que cadastra novos restaurantes continua do mesmo tamanho, em compensação consegue cadastrar 4 vezes mais contas com a mesma quantidade de pessoas. Isso sem perder qualidade e diminuindo o tempo médio necessário.

O caminho natural seria ter uma equipe 3 ou 4 vezes maior para realizar esse trabalho.

Quando uma empresa cresce 10% - 20% todo mês, a tendência natural é acelerar na contratação. Afinal de contas, com o crescimento o volume de transações, aumenta o volume de trabalho. Mas no calor do momento, é fácil contratar errado. Uma contratação boa é um ativo, uma ruim é um passivo em dobro. Melhor do que contratar, é pensar em processos e sistemas que otimizem e automatizem o trabalho.

Se a empresa não sabe como escalar sua operação, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 4: Antes de contratar, veja se não é possível fazer o mesmo trabalho com a metade das pessoas ou na metade do tempo.

5. Celebre as vitórias

A vida de startups é tão corrida que nos esquecemos de comemorar as vitórias. Aqui no iFood quebramos nossa meta principal em metas parciais e para cada uma delas temos uma garrafa de champagne. Quando alcançamos uma delas estouramos o champagne e comemoramos. Quando atingimos a meta principal, fazemos uma festa.

Pode parecer algo de pouca importância, mas comemorar as vitórias é um ritual importante para demonstrar que aquela fase acabou e que todos estão prontos para o próximo desafio. É por isso que as pessoas fazem baile de formatura, festa de casamento e comemoram reveillon.

É da natureza humana ter rituais que simbolizam o fim de uma fase e o começo de outra.

Lição 5: Festejar a vitória te prepara para os novos desafios.

Provavelmente, as lições de crescimento de outra startup não serão as mesma do iFood, mas isso que torna o ecossistema de startups tão apaixonante: aprender em 6 meses o que demoraria anos para aprender em uma empresa tradicional.

Pode ser que o crescimento astronômico demore a chegar, mas esteja sempre pronto para embarcar no foguete e para abrir seu primeiro champagne.

Um brinde e saúde!

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Coisas que aprendi com o e-mail marketing da Cuponeria

Posted by Nara Iachan on Nov 13, 2014 8:00:00 AM

Eu pensava que fazer e-mail marketing era tarefa mais fácil. Parece divertido escrever para os muitos "leitores" sobre alguma coisa que chame a atenção quase todos os dias, não? Bom, divertido é sim, mas fácil não é tanto. Quem já fez ou faz e-mail marketing provavelmente já passou/passa pelas mesmas fases que eu. Como acredito que seja uma trajetória comum, vale a pena listar o que acontece em cada uma e oferecer algumas dicas pessoais.

1) O início – Medo do desconhecido: Eu tinha pânico na hora de enviar e não conseguia sequer apertar o botão para agendar. Pedia para alguém fazer isso por mim. Revia o e-mail milhões de vezes, clicava em todos os links outras milhões, só para ver se ainda estavam funcionando. Lia novamente cada palavra para ver se tinha deixado passar algum erro de digitação. No final cada e-mail levava cinco vezes o tempo previsto para sair. Pode parecer absurdo, mas vendo agora, acredito que todos os medos e revisões tiveram sua importância para me fazer aprender e ganhar experiência.
2) Vontade de fazer diferente: Conforme fui ganhando experiência, o medo passou e começou uma grande vontade de fazer diferente dos outros, com imagens diferentes e textos diferentes. Os e-mails passaram a ser personalizados, com algum assunto do dia, da época, ou algo que simplesmente agradasse. Isso deu muito certo: os e-mails começaram a chamar muito mais a atenção do que antes, e comecei a receber mensagens e comentários com elogios, dizendo que o e-mail combinou com o dia, etc. Arrisquei rimas e algumas piadas. Então percebi claramente que o interesse do público pode variar muito conforme o jeito que a gente escreve, e provavelmente isso muitas vezes influencia até mais do que o próprio conteúdo em si.44
3) Hora de testar: Depois de fazer tudo diferente, fiquei em uma neurose de fazer testes. Que título faz as pessoas abrirem mais? Que horário? Que tema? Qual é a melhor lista? Esses testes são muito importantes, pois vão te dizer o que está bom e o que precisa melhorar. Eles dão uma noção do que vai acontecer com o e-mail que você ainda não disparou. Todo mundo precisa fazê-los em algum momento, e quanto antes melhor.
4) Fase de repetição: O próprio diferente já é um padrão, e como passei a saber o que o público queria ler, quantos iriam abrir, no que as pessoas iam clicar, etc., o e-mail tornou-se um pouco mais mecânico. Uma revisão rápida passou a ser suficiente e o e-mail começou a ficar pronto em muito menos tempo.
5) Delegação: Por fim, passei parte do trabalho para alguém. Nessa fase fiquei com um pouco de ciúmes, mas vi que era necessário. Aqui, minha dica é que mesmo que você queira continuar fazendo o e-mail alguns dias da semana, saiba delegar pelo menos em parte, pois assim terá mais tempo para se dedicar a outras coisas.

É por isso que, para quem está começando a fazer o e-mail marketing de uma empresa, minhas dicas são as seguintes: Mantenha a calma, não duvide de que fazer algo diferente é excelente para a reação do público (e não tenha medo de inovar), teste seu público, e, por fim, saiba delegar parte do trabalho quando necessário.

Espero que goste das dicas e que o e-mail marketing possa ser para você exatamente o que é para mim hoje em dia: um hobbie.

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Como startups podem usar as mídias sociais para crescer seus negócios

Posted by Tatiana Aoki on Oct 30, 2014 1:13:21 PM

As mídias sociais são uma realidade. Hoje, qualquer indivíduo conectado consegue criar conteúdo - seja ele em forma de texto, imagem, áudio, vídeo.
Ok, todo mundo cria e faz, diariamente, posts no Facebook. Contudo, como gerar negócios efetivos, sobretudo no mundo das start ups, em que as energias não podem ser desperdiçadas?

A primeira coisa é montar o objetivo. Faço a seguinte pergunta desafiadora:
-Por que sua start up deve estar nas mídias sociais? Qual o objetivo?

Normalmente, a resposta é uma das duas:
1)Branding, ou seja, divulgar sua marca;

2)Conversão - ou, no bom português, vender.

Independente do seu objetivo, é necessário fazer ao menos um pequeno investimento em mídia paga: Facebook Ads, Linkedin Ads, Twitter Sponsored. Quando se quer vender, tem que investir.

Voltando ao objetivo:

Se você quer fazer branding e divulgar sua marca, acredito que, para isso, o céu é o limite. Recomendaria o seguinte para start ups:

1)Crie uma página no Facebook e alimente por, no mínimo, três vezes por semana. Obs: você vai perceber como é difícil.

2)Crie ou ao menos “pegue” a url das demais redes com o nome de sua start up. Dicas: Twitter, Pinterest, página do Linkedin, Google +, Slideshare, Behance, Instagram. Mesmo que não vá usá-las com a periodicidade necessária, é melhor ter as marcas em seu nome para o caso de usá-las no futuro.

Agora, se o seu objetivo é a venda, o caminho pode ser um pouco diferente. Vamos às principais dicas:

1)Blog: conteúdo é commoditie e, ao mesmo tempo, é tudo. Reparou que um bom conteúdo leva sua credibilidade ao topo? Pois é, sua marca pode ser uma referência em um assunto específico - de preferência que venda sua start up.

2)Viralize! Encontre quem são os principais influenciadores da área em que você quer atuar. É possível falar com esses canais? Seja imprensa, blogueiros que se identifiquem com sua marca, consultores de sua área. O importante é que esses canais divulguem de maneira espontânea o que você vende. Hoje o público é exigente e não aceita qualquer propaganda no estilo “Compre já! Ligue agora!”. Percebeu a diferença?

Espero ter conseguido ajudar nesse caminho complexo que é o marketing digital.

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Dicas de marketing digital: Google Tag manager

Posted by Caroline Piguin on Oct 9, 2014 7:00:00 AM

Uma das principais características de um bom empreendedor é estar sempre de olho nos resultados de suas ações. A melhoria contínua de seu produto, site, conteúdo é um dos fatores chave para a criação de uma máquina bem azeitada de vendas e marketing. Uma das principais maneiras que vemos hoje para a identificação de resultados em marketing online é o Google Analytics. Mas só uma conta do Analytics não é mais suficiente, você precisa incluir a tag do AdWords, e dos objetivos e metas, e do remarketing, e dos eventos do Analytics. Para quem está em uma fase de testes com objetivos é realmente estressante ficar mexendo em código diariamente para arrumar e facilitar a medição dos resultados.
Descobri já faz certo tempo o Google Tag Manager, uma ferramenta que simplifica muito esse dia a dia de inclusão/exclusão/modificação de tags, e qual é a minha surpresa por ver que muitos empreendedores ainda não utilizam a ferramenta por não conhecer ou não saber usar.
Pois bem. O post de hoje é uma explicação sobre como funciona o Tag manager, como configurá-lo e incluí-lo em seu site.

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20 hábitos dos especialistas em e-mail marketing (parte 02)

Posted by Caroline Piguin on Jul 29, 2014 7:00:00 AM

E-mail marketing é uma ótima maneira de comunicar-se com seus diferentes públicos. Seja para divulgação de notícias, conteúdo, criação de relacionamento, ou propaganda, contanto que a estratégia de e-mail marketing esteja bem amarrada com o restante da estratégia de marketing e comunicação. É fácil ver um e-mail marketing que nos causa desconforto, ou sensação de SPAM. Difícil, no entanto, é dominar a linguagem e criar um e-mail marketing realmente valioso para seus leitores. Por isso fizemos um post em duas partes sobre os principais hábitos dos especialistas em e-mail marketing, baseado nas dicas do Get Response

Veja o post anterior

Hábito 11 - Eles se mantem dentro de sua marca
Como são os e-mails que você manda? Eles se ajustam à resolução da tela? Como ele se parece em diferentes navegadores? Como é o seu design?
Você já clicou em uma newsletter e percebeu que o design do e-mail não tinha absolutamente nada a ver com o site? Isso acontece quando o responsável não inclui o e-mail marketing no branding da empresa. Você tem que pensar em como seu e-mail marketing vai interagir com cada material de sua empresa, e como deve ser essa interalção.
Você não precise se preocupar em ter uma newsletter absolutamente fantástica, muitas vezes percebemos que e-mails apenas de texto performam muito melhor do que gráficos e layouts muito elaborados. A questão é que você deve pensar nas cores, logos e design de seu e-mail marketing.

Hábito 12: Eles trabalham duro para criar o conteúdo perfeito.
O que é o conteúdo perfeito pra um e-mail marketing?
Ele é o que ajuda de fato seus leitores. É o conteúdo que supre as suas expectativas e que cumpre o que foi prometido.
O conteúdo certo é objetivo, não tem enrolações, estimula o engajamento e compartilhamento de informações, e principalmente, converte e é precursor das vendas.
É o conteúdo que é o passo anterior ao lead de produtos e serviços. Ele te mantém como a marca mais lembrada, porque você gerou valor efetivo para seus clientes com ele. Um bom conteúdo mostra sua autoridade e conhecimento sobre determinado tema, dessa maneira, seus leitores não terão que ir em outro lugar.
Essa é , na verdade, a única razão para você abrir todos os e-mails de seus blogueiros favoritos. Espalhe seus conhecimentos, dessa forma você vai ter mais respostas positivas.

Hábito 13: Eles não vão encher sua caixa de spam.
Seus blogs favoritos nunca, jamais vão encher sua caixa de spam. Sabe porque?
Porque spam é uma quebra de confiança. Seus leitores depositaram uma informação pessoal deles (seus e-mails) e esperem que você proteja essa informação com o mesmo cuidado que eles protegem. Por isso, nem pense em mandar informações de afiliados, promoções alheias, entre outras coisas.
Qual o cuidado que você gostaria que tivessem com seu e-mail? Reproduza ele com cada um de seus inscritos. Antes de mandar qualquer coisa para eles, pense: Isso vai ser realmente relevante para meu leitor? Qual o valor que eles verão nesse e-mail? Se você não souber ou a resposta for não, nem pense em mandar. advice on healthy living or finding a soul mate.

Hábito 14: Eles constroem um relacionamento com seus leitores antes
Acreditamos sim que o e-mail marketing pode te ajudar muito com suas conversões e vendas. Mas o dinheiro, na verdade, está no relacionamento que você constrói com sua lista.
Ótimos profissionais de marketing sabem que antes de tentar vender qualquer serviço ou produto é necessário oferecer um valor muito claro e construir uma base sólida de relacionamento e confiança.
Para tentar vender algo por e-mail marketing, você tem que provar muito bem o seu valor antes. Você tem que ganhar o direito de fazer promoções, e o esforço colocado nisso vale pelo imenso retorno sobre investimento.

Hábito 15: Eles tem um ótimo call to action
O que você espera que os leitores façam com sua newsletter? Compartilhem o conteúdo? Comprem o seu produto? Te respondam? Curtam nas mídias sociais? Se você pudesse escolher um, qual seria?
Mantenha-se focado, e não encha seus e-mails com call to actions. Esse tipo de coisa tira a atenção do real foco, e seus e-mais não vão jamais dar o resultado esperado.

Hábito 16: Eles sabem o que (e como ) oferecer
Como eles sabem exatamente a ação que eles esperam, eles sabem como criar ofertas incríveis ( e impossíveis de não clicar). Como eles sabem quem é o leitor, e o que eles esperam de resultado, eles sabem também o que oferecer, e a qual preço.

Hábito 17: Eles sabem ler pessoas
Os especialistas de e-mail marketing sabem a diferença entre o que as pessoas falam que vão comprar e o que elas realmente vão. Eles entendem o que as pessoas precisam é diferente do que as pessoas gostam, ou querem, e sabem que esse precisar é o que gera os cliques, as compras, o retorno.

Hábito 18: Eles não param de aprender.
Os especialistas em e-mail marketing são carismáticos, tem uma linguagem simples, porém envolvente. Mas eles não nasceram com essa habilidade. Eles colocam horas e mais horas aperfeiçoando suas habilidades, aprendendo novas técnicas, fazendo novos testes, e vendo as tendências e mudanças de comportamentos.
Eles são metódicos e não param de trabalhar, sabem que para se tornar um profissional especialista é necessário tempo e estudo.

Hábito 19: Eles medem seus resultados
Como foi sua última campanha de e-mail? Como foi a taxa de abertura? E a de cliques? O segredo para entender cada vez mais , é saber o que você está fazendo de certo, e de errado. Experimente novas maneiras de falar, novos títulos, novas ofertas, novos layouts, horários de envio, e por aí vai.
Não esqueça de usar o split testing, que é mandar inicialmente para duas amostras com pequenas modificações entre eles, e qual performar melhor, vai para o restante do público,

Hábito 20: Eles tratam bem sua audiência
E finalmente, a principal dica. Eles se importam realmente com os seus leitores. O e-mail não é uma maneira de chegar no bolso do seu leitor, mas sim no seu coração. Com o e-mail marketing, assim como qualquer maneira de comunicação, você tem uma oportunidade incrível de torná-lo um embaixador da marca, de colocar-se como uma empresa que realmebte está do lado de seus públicos.

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20 hábitos dos especialistas em e-mail marketing (parte 01)

Posted by Caroline Piguin on Jul 22, 2014 7:00:00 AM

Pense por um segundo por um seguindo em todos os e-mails não relacionados ao trabalho ou pessoais que você recebeu em sua caixa de entrada hoje. Diariamente recebemos newsletters, notificações de aplicativos, redes sociais, listas, e por aí vai. Qual e-mail você abriu, e quais você deletou?

Você as vezes recebe um e-mail que tem vontade de ler, mas não tem tempo para ver naquele minuto? Esses você mantém para dar uma olhada, talvez, no fim do dia. E o que acha dos e-mails que você clica achando ser interessante e logo percebe que o conteúdo não vale a pena?

O e-mail marketing anda meio descreditado, é comum ouvir dizer que o e-mail marketing já não serve mais para os propósitos. Mas será que é verdade?

Por muito tempo acreditei que sim, mas recente estudos e testes têm me mostrado que o problema era eu. Realmente, uma newsletter padrão com promoções e ofertas pode não gerar muito engajamento, mas um e-mail pensado exclusivamente em um nicho de assinantes, interesses, e diferentes estágios da compra fazem muita diferença na taxa de conversão. E acredito que o e-mail marketing pode ser uma fonte preciosa de visitas e conversões em seu site pode ser sim uma fonte muito preciosa de leads e visitas em seu site, principalmente pequenas empresas e startups.

Mas como criar esse e-mail marketing dos sonhos? Como alcançar fantásticas taxas de abertura e cliques? Como gerar o compartilhamento e estimular o engajamento?

Primeiro, você tem que se tornar um especialista em e-mail marketing. E isso significa aprender, por meio de testes, novos formatos, novos títulos e novas maneiras de comunicar.

Achamos no Get Response alguns hábitos de um especialista em e-mail marketing, os quais nos baseamos para a criação deste (e do próximo) post:

Hábito 1: Eles tem a permissão de sua audiência primeiro.

Não existe um caminho fácil para a construção de uma lista engajada de e-mail. Os “atalhos” como comprar listas de terceiros, incluir clientes, sejam atuais ou antigos, são maneiras de desengajar a sua audiência.

Por mais que demore mais para chegar a 10.000 inscrições, ter uma lista limpa e engajada é muito mais eficaz para uma campanha de marketing do que um amontoado de pessoas que por algum motivo recebe seu e-mail.

A dica parece óbvia, mas as vezes os atalhos parecem tentadores e colocam a perder meses de trabalho duro.

Hábito 2: Eles prestam atenção no que a audiência quer ouvir.

Bons profissionais de marketing escutam mais do que falam. Eles fazem sua lição de casa antes de mandar suas campanhas. E por fazer a lição de casa queremos dizer participar de fóruns sobre o tema, pesquisar as principais palavras chave no Google, ficam de olho no site e e-mails marketing de seus concorrentes, e pesquisam as últimas descobertas e estatísticas sobre o tema.

Esse esforço de entender o que vai ser mais efetivo geralmente é percebido por seus e-mails e acaba sendo, de fato, mais produtivo.

Hábito 3: Eles tem um objetivo específico

Um e-mail marketing nunca deixa de ter um propósito. E sim, apenas um. Pode ser gerar mais tráfego para uma página específica, estreitar relacionamento, fazer uma oferta, dar alguma informaçãoou ainda solicitar algo. Tanto faz, escolha um objetivo ( e seja específico) e comece a construir seu e-mail marketing a partir daí.

Seja 100% claro com o que você pretende com esse e-mail marketing, transmita uma mensagem clara, lembre-se que pessoas confusas tendem a não tomar nenhuma ação.

Hábito 4: Eles tendem a escrever para uma pessoa específica

Faça um exercício: Quem seria seu leitor ideal? Escreva para ele.

Os experts em e-mail marketing já fizeram esse exercício também e sabem exatamente como falar com seus leitores ideais, quando você fala com todos, você acaba não falando com ninguém, então quebre sua lista em públicos e saiba muito bem qual mensagem deve ser direcionada a qual público.

 

Hábito 5: Eles falam com alguém

Não comece um e-mail com “olá amigos”, “olá pessoal”, ou algo genérico desse tipo. Isso vai parecer que você está mandando um e-mail de massa. Sim, você está mandando um e-mail geral, e eles sabem que você está fazendo isso, mas mesmo assim, quanto mais você puder personalizar, melhor.

Hoje em dia, os principais aplicativos de e-mail já têm a opção de incluir automaticamente o primeiro nome da pessoa, nome da empresa, nome completo, e por aí vai.

As vezes é difícil mandar um e-mail falando com diversas pessoas, então pense em apenas uma, o “leitor ideal” que falamos acima. Isso também vai te ajudar a pensar em como redigir o texto.

 

Hábito 6: Eles se mantêm consistentes

Quando as pessoas se inscrevem para a sua lista, eles estão mostrando claramente que estão interessados em ouvir o que você tem a dizer. Eles estão confiando em você. Não tire vantage disso. Não mande milhares de e-mails, não mande conteúdo que eles não estão interessados em receber e não fique enviando e-mails promocionais.

A grande sacada é achar o balanço certo e continuar consistente. Isso não significa necessariamente que você terá que publicar diariamente. Consistência significa cumprir a promessa que você faz no momento da inscrição. Consistência pode ser qualidade, frequência, tom, tamanho e format. E manter-se consistente significa manter-se relevante, e necessário.

Hábito 7: Eles criam títulos que imploram para ser clicados

Na criação de conteúdo, o título deve ser a primeira coisa a ser criada. Ele deve ser chamativo, interessante, diferente, mas principalmente, não deve fugir ao texto. Por isso, ele também deve ser o último ponto a ser revisado.

Mantenha a linguagem do título coerente com o texto. Se você coloca um título na linguagem coloquial, pense que é isso que seu leitor está esperando do restante do texto. Verifique se a promessa está sendo cumprida durante o texto.

Para criar títolos cada vez mais clicáveis, faça testes A/B antes do envio. Com isso você vai descobrindo a quais tons de voz seus públicos responder melhor, quais as mensagens que os interessa, e crie cada vez mais títulos impossíveis de não serem clicados.

Do write headlines that follow the 4U formula (Urgent, Unique, Ultra-specific and useful) but follow up on the promise for the continued trustworthy relationship. Avoid using spam trigger words to make sure your email actually arrives safely in the recipient’s inbox.

 

Hábito 8: Eles engajam com sequencias de e-mails

Ao assinar um novo e-mail marketing é comum receber um e-mail de agradecimento e confirmação de cadastro. Mas geralmente depois – nada.

O grande problema disso é que você consegue um dos passos mais difíceis, que é impactar um usuário e torna-lo leitor, porém , sem engajá-lo nessa fase geralmente esses leitores se esquecem das listas que se inscreveram, e pronto, você deixou de aproveitar um possível embaixador da marca.

Mantenha seus leitores próximos, e ofereça coisas interessantes, crie um canal de diálogo, e reforce a importância que ele tem para você.

Os profissionais de marketing super eficientes sabem o engajamento que é possível alcançar apenas com e-mails de boas vindas.

Os autorresponders são uma ótima maneira de comunicar-se com seus públicos em situações específicas. Criar uma sequencia de e-mails logo após a inscrição em uma newsletter é uma ótima maneira de engajar seus leitores desde a primeira interação.

 

Hábito 9: Eles criam um tom de voz para seus e-mails

Pessoalmente eu não aguento mais ler e ouvir os mesmos discursos de marketing e vendas de sempre. Parecem que sempre são escritos pela mesma pessoa ou empresa. Falta personalidade, falta um tom de voz bem definido, falta ser menos marketing e mais relacionamento.

É difícil definir um estilo e uma personalidade para sua marca, e mais difícil ainda é segui-lo. Achar a perfeita sintonia entre o formal e o informal, mas confie em mim, você só vai achar esse meio-termo que atende sua startup se arriscando e saindo do corporativês.

Sua empresa deve ser conhecida não apenas por sua identidade visual,e mas também por como ela se comunica com seus públicos. Não faça parte da massa de e-mails que soam iguais.

 

Hábito 10: Eles “conversam”

Pratique o hábito de escrever como se estivesse conversando.

Imagine que você tivesse que contar um tópico para um amigo. Como você faria? Qual linguagem você usaria? Como você distribuiria os tópicos?

Bons profissionais de marketing são capazes de criar intimidade.

Eles escrevem como se você fosse um grande amigo e ficam felizes a cada resposta de leitor, a cada feedback, a cada pergunta.

Seja um amigo de seus leitores e você notará a diferença imediatamente em suas taxas de abertura e conversão.

 

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O que é o Lifetime Value e porque você deve usá-lo agora

Posted by Caroline Piguin on Jul 17, 2014 7:18:10 AM

O quanto sua empresa está aproveitando seus atuais clientes? Qual o valor médio que um cliente gasta com seus produtos/serviços, durante todo o seu relacionamento com ele?

É muito comum ver um comportamento de predição nos empreendedores, menos comum, no entanto, é que eles saibam de cor seus números e métricas. Conversando com muitos empreendedores descobrimos que grande parte desses não tem controle constante desses números, ou pior, não sabem como controlá-los.

O que é o Lifetime Value?

O Lifetime Value é uma métrica essencial para o planejamento estratégico das startup, que determina qual o valor de um cliente para uma startup. Isso significa que você conseguirá entender quanto um cliente gasta com seus produtos/serviços durante todo o seu relacionamento com ele.

Para calcular o lifetime value, você vai precisar de alguns outros dados de sua empresa na ponta da língua. Caso sua startup seja recém criada, pode ser que você não tenha todos os dados suficientes para calcular ainda, mas você pode estimar e ir ajustando o número de acordo com o tempo.

Lembre-se que o lifetime value não é um valor fixo, muito pelo contrário, ele vai se modificando juntamente com a mudança de suas estratégias, produto e vendas. Por isso, procure sempre refazê-lo para garantir maior assertividade de resultados.

Como Calcular o Lifetime Value

Você deve multiplicar o valor médio de suas vendas pela repetição média de vendas anuais. Multiplique esse número pela duração em anos (em média) de duração do relacionamento.

A conta ficaria algo mais ou menos assim:

Valor do seu ticket médio x número de vendas (em média) por cliente em um ano x anos (em média) de duração de um relacionamento.

Quer alguns exemplos?

Uma startup que vende aplicativos para smartphones. Cada download de aplicativo custa R$1.00, e depois da compra, o cliente não precisa mais interagir com a empresa.

1 x 1 x 1 = 1

Por outro lado, uma empresa que vende um serviço por assinatura, com o valor mensal médio de R$150, cujo relacionamento dura, em média 3 anos.150x 12 x 3 = 5.400

Ou seja, enquanto a primeira empresa recebe R$1 em toda a vida útil do cliente, a segunda recebe R$5.400, e isso faz uma enorme diferença no planejamento de marketing, vendas e no modelo de geração e acompanhamento de leads.

A primeira empresa claramente não vai ter um profissional que mantém contato constante com seus clientes, pois o valor individual de cada cliente não é suficiente para a manutenção de um profissional nessa área, por outro lado a sua grande missão é achar maneiras que convertam rapidamente, sem a necessidade de consultas ou demonstrações ao vivo. A segunda empresa, no entanto, tem uma prioridade clara em manutenção e acompanhamento de clientes, e para isso ela tem que investir em maneiras em que o relacionamento com cada cliente seja mais duradoura. Com a compreensão do lifetime value as empresas podem estruturar melhor sua estratégia e custo com o processo de vendas e marketing.

Ainda tem dúvidas sobre o tema? me mande um e-mail para carol@aceleratech.com.br adorarei ajudá-lo!

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O poder dos infográficos em sua estratégia de conteúdo

Posted by Caroline Piguin on Jul 3, 2014 12:10:49 PM

Cada vez é mais comum ver infográficos sobre temas variados em nosso feed no Facebook, twitter , e por aí vai. Esse fato não é uma grande surpresa quando analisamos o crescimento das mídias sociais que tem imagens como ponto principal.

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Diagnostique a dor do comprador: 9 Blocos

Posted by Marcel Ghiraldini on May 16, 2014 8:41:14 AM

Imagine por um momento que você pegou uma gripe. Você se sente terrível. Você vai para o seu médico procurando encontrar algum alívio. O que você pensaria se o seu médico realizando apenas um exame superficial, não lhe fizesse nenhuma pergunta, e depois te dá uma receita dizendo: “Você provavelmente vai se sentir melhor em breve(…)” O quanto você acreditaria no diagnóstico deste médico?

Na melhor das hipóteses, o médico adivinhou o que você tem, e o tratamento te fará ficar melhor. Na pior das hipóteses, o médico esta totalmente errado, e sua doença pode evoluir para algo sério, talvez até mesmo com risco de vida.

Diagnóstico de má qualidade, muitas vezes levam a resultados pobres. Advogados chamam isso de negligência. Infelizmente, vemos um monte de negligência na área de vendas. Muitos vendedores fazem um mau trabalho ao diagnosticar os reais problemas dos compradores (muitas vezes sequer tentam diagnosticar) e, como resultado, eles acabam prescrevendo soluções erradas, ou na pior das hipóteses, não conseguem convencer os clientes de que suas soluções poderiam trazer algum benefício. É difícil para os compradores a tomar qualquer ação sem antes ter uma visão do que fazer para resolver seu problema. O vendedor que precisa diagnosticar as questões críticas para o negócios – em outras palavras, a sua “dor” – e, então, ajudar o comprador a criar uma visão de uma solução, com ganhos reais para o negócio. Um profissional de vendas que não diagnostica dor seu comprador, e depois quer fazer com que o comprador visualize como as capacidades de sua solução vão ajudar,coloca-se na posição de ser apenas um tirador de pedidos. Este tipo de vendedor gera pouco, ou nenhum, valor ao potencial comprador. E tal qual um médico que apenas joga comprimidos em seus pacientes sem diagnosticá-los, o vendedor que não diagnostica a dor é culpado de negligência de vendas.

Diagnostique antes de prescrever

Se um comprador não confia em seu diagnóstico, eles não confiam em sua receita. Então, como é um bom diagnóstico? Um modelo de diagnóstico baseado em questionamentos serve como um mapa para a conversa (ou consulta) com os compradores . Aqui estão os componentes de um bom modelo de diagnóstico:

  • 3 Tipos de perguntas:
    • Abertas
    • Fechadas
    • Controle (ou confirmação)
  • Explore 3 tipos de informação
    • Razões da Dor
    • Determine o Impacto da Dor
    • Visualize as capacidades necessárias

3 Tipos de perguntas

Perguntas Abertas: As perguntas abertas convidar os compradores de falar livremente, responder com a sua experiência, conhecimento e pontos de interesse, e você ganha o direito de fazer perguntas de fechadas. São questões confortáveis ​​para o comprador responder, porque elas são geralmente vistas como não-ameaçadoras. Claro que tem uma desvantagem, acabam dando o controle da conversa ao comprador. Isso não é bom, se a direção adotada não tem nada a ver com a sua oferta. Mas no início do processo de compra, é importante para que os compradores se sintam confortáveis.

Perguntas Fechadas: Perguntas fechadas tendem a ser respondida com um sim ou não, porém neste caso estamos procurando obter respostas mais completas. Procure informações específicas e orientem o comprador no sentido específico que você quer que ele vá. Perguntas de fechadas também ajudam a obter informações quantitativas sobre as dores como “quanto?” ou “quantas vezes?”…

Perguntas de Controle: Perguntas controle garantem que o comprador e o vendedor estão em sincronia. Confirmando as seu entendimento o vendedor pode resumir sua compreensão de respostas comprador, demonstra uma capacidade de ouvir, mostrar empatia e conhecimento. Além de ajudar a corrigir qualquer mal entendido que possa ter ocorrido durante uma conversa.

Explore 3 tipos de informação

Usando as perguntas abertas, fechadas e de controles o vendedor deve conseguir 3 tipos de informações do comprador:

Razões da Dor: Você deve explorar e compreender todos os fatores que contribuem para a dor que foi admitida. Além disso, você precisa diagnosticar o quanto, a partir de uma perspectiva quantitativa, cada razão está contribuindo para a dor. Em outras palavras uma mesma dor pode vir de diversas razões, porém cada uma destas razões tem um peso específico como causa.

O Impacto da Dor: Depois de diagnosticar as razões para a dor, você explorar o impacto que a dor do comprador tem sobre outros indivíduos. A intenção é ver como a dor afeta a organização. Este diálogo pode servir para verificar o valor integral de resolver o problema e tratar a dor.

As capacidades necessárias: Depois de ter diagnosticado os motivos para a dor e outros impactados, você deve agora tentar ajudar o comprador visualizar uma solução. De uma maneira consultiva, você deve descrever uma visão de como as suas capacidades podem ajudar o comprador a endereçar as razões para a sua dor.

Com isso temos o modelo de 9 BLOCOS:

Informações / Perguntas Razões Impactos Capacidades
Abertas “Conte-me um pouco sobre o que está causando isso (dor)” “Além de você quem na organização é impactado e como” “O que se faz necessário para você ser capaz de (atingir a meta)? Eu poderia lhe dar algumas idéias com você?”
Fechadas “isto por que…?” “Então a (dor) esta causando ….. e o CEO também esta preocupado” “Você mencionou … (razão) e se houvesse uma maneira de …. (o que, quem e quando – o uso da capacidade) isso lhe ajudaria?”
Confirmação “Então a razão para a sua DOR é…. Estou correto?” “Pelo o que eu acabei de ouvir …. (quem e como), este não é apenas um problema pontual, mas de toda a companhia” Então se você conseguisse: (elenque as capacidades da visão) Então você poderia (atingir a sua meta)?

O modelo de processamento de visão (9 BLOCOS) fornece uma estrutura útil para um diagnóstico e diálogo consultivo junto ao comprador. Se for executado com sucesso, o vendedor entende as razões críticas para os negócios causadoras da DOR do comprador, o impacto dessas questões lhe entrega uma visão sobre organização, e os tipos de recursos necessários para resolver o problema do comprador. Mais importante ainda, o modelo de processamento da visão também ajuda os compradores a desenvolver uma visão clara da solução – que favorece as capacidades que você tem a oferecer.

Boa Sorte e boas vendas

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4 dicas rápidas para melhorar as vendas do seu negócio

Posted by Caroline Piguin on May 14, 2014 12:00:59 PM

Um dos principais desafios de empreendedores e donos de pequenas empresas é aumentar as vendas do seu negócio. Ter uma equipe bem preparada e estabelecer metas são algumas recomendações de especialistas. Veja quatro dicas para quem deseja impulsionar as vendas da sua empresa.

1. Estabeleça o preço correto

Você sabe se o seu produto ou serviço está precificado corretamente? Nem sempre o preço mais baixo é o que atrai o consumidor. Status da marca, qualidade do produto, necessidade e tendência são alguns aspectos que também devem ser levados em consideração.

2. Faça um planejamento

Indicadores de resultado são essenciais para controlar as vendas do seu negócio. Com base nas métricas é possível avaliar que tipo de ação de marketing está melhorando as vendas, por exemplo. Além disso, especialistas afirmam que ter uma meta bem definida é um passo importante para alcançar melhores resultados.

3. Treine bem a sua equipe de vendas

Excesso de simpatia e atenção são algumas atitudes que podem acabar afastando o cliente da sua empresa. Por isso, um bom atendimento pode conquistar novos clientes e aumentar as vendas. Incentivar a troca de experiências entre os vendedores é uma maneira barata de treinar a sua equipe.

4. Foque no cliente

Agradar o consumidor no pós-venda pode garantir uma futura venda. Um cliente satisfeito pode ajudar a empresa a gerar mais demanda. Por isso, se um consumidor retornou com algum problema, a equipe de vendas precisa estar preparada para buscar uma solução.

Fonte: Exame PME

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