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Coisas que aprendi com o e-mail marketing da Cuponeria

Posted by Nara Iachan on Nov 13, 2014 8:00:00 AM

Eu pensava que fazer e-mail marketing era tarefa mais fácil. Parece divertido escrever para os muitos "leitores" sobre alguma coisa que chame a atenção quase todos os dias, não? Bom, divertido é sim, mas fácil não é tanto. Quem já fez ou faz e-mail marketing provavelmente já passou/passa pelas mesmas fases que eu. Como acredito que seja uma trajetória comum, vale a pena listar o que acontece em cada uma e oferecer algumas dicas pessoais.

1) O início – Medo do desconhecido: Eu tinha pânico na hora de enviar e não conseguia sequer apertar o botão para agendar. Pedia para alguém fazer isso por mim. Revia o e-mail milhões de vezes, clicava em todos os links outras milhões, só para ver se ainda estavam funcionando. Lia novamente cada palavra para ver se tinha deixado passar algum erro de digitação. No final cada e-mail levava cinco vezes o tempo previsto para sair. Pode parecer absurdo, mas vendo agora, acredito que todos os medos e revisões tiveram sua importância para me fazer aprender e ganhar experiência.
2) Vontade de fazer diferente: Conforme fui ganhando experiência, o medo passou e começou uma grande vontade de fazer diferente dos outros, com imagens diferentes e textos diferentes. Os e-mails passaram a ser personalizados, com algum assunto do dia, da época, ou algo que simplesmente agradasse. Isso deu muito certo: os e-mails começaram a chamar muito mais a atenção do que antes, e comecei a receber mensagens e comentários com elogios, dizendo que o e-mail combinou com o dia, etc. Arrisquei rimas e algumas piadas. Então percebi claramente que o interesse do público pode variar muito conforme o jeito que a gente escreve, e provavelmente isso muitas vezes influencia até mais do que o próprio conteúdo em si.44
3) Hora de testar: Depois de fazer tudo diferente, fiquei em uma neurose de fazer testes. Que título faz as pessoas abrirem mais? Que horário? Que tema? Qual é a melhor lista? Esses testes são muito importantes, pois vão te dizer o que está bom e o que precisa melhorar. Eles dão uma noção do que vai acontecer com o e-mail que você ainda não disparou. Todo mundo precisa fazê-los em algum momento, e quanto antes melhor.
4) Fase de repetição: O próprio diferente já é um padrão, e como passei a saber o que o público queria ler, quantos iriam abrir, no que as pessoas iam clicar, etc., o e-mail tornou-se um pouco mais mecânico. Uma revisão rápida passou a ser suficiente e o e-mail começou a ficar pronto em muito menos tempo.
5) Delegação: Por fim, passei parte do trabalho para alguém. Nessa fase fiquei com um pouco de ciúmes, mas vi que era necessário. Aqui, minha dica é que mesmo que você queira continuar fazendo o e-mail alguns dias da semana, saiba delegar pelo menos em parte, pois assim terá mais tempo para se dedicar a outras coisas.

É por isso que, para quem está começando a fazer o e-mail marketing de uma empresa, minhas dicas são as seguintes: Mantenha a calma, não duvide de que fazer algo diferente é excelente para a reação do público (e não tenha medo de inovar), teste seu público, e, por fim, saiba delegar parte do trabalho quando necessário.

Espero que goste das dicas e que o e-mail marketing possa ser para você exatamente o que é para mim hoje em dia: um hobbie.

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Como startups podem usar as mídias sociais para crescer seus negócios

Posted by Tatiana Aoki on Oct 30, 2014 1:13:21 PM

As mídias sociais são uma realidade. Hoje, qualquer indivíduo conectado consegue criar conteúdo - seja ele em forma de texto, imagem, áudio, vídeo.
Ok, todo mundo cria e faz, diariamente, posts no Facebook. Contudo, como gerar negócios efetivos, sobretudo no mundo das start ups, em que as energias não podem ser desperdiçadas?

A primeira coisa é montar o objetivo. Faço a seguinte pergunta desafiadora:
-Por que sua start up deve estar nas mídias sociais? Qual o objetivo?

Normalmente, a resposta é uma das duas:
1)Branding, ou seja, divulgar sua marca;

2)Conversão - ou, no bom português, vender.

Independente do seu objetivo, é necessário fazer ao menos um pequeno investimento em mídia paga: Facebook Ads, Linkedin Ads, Twitter Sponsored. Quando se quer vender, tem que investir.

Voltando ao objetivo:

Se você quer fazer branding e divulgar sua marca, acredito que, para isso, o céu é o limite. Recomendaria o seguinte para start ups:

1)Crie uma página no Facebook e alimente por, no mínimo, três vezes por semana. Obs: você vai perceber como é difícil.

2)Crie ou ao menos “pegue” a url das demais redes com o nome de sua start up. Dicas: Twitter, Pinterest, página do Linkedin, Google +, Slideshare, Behance, Instagram. Mesmo que não vá usá-las com a periodicidade necessária, é melhor ter as marcas em seu nome para o caso de usá-las no futuro.

Agora, se o seu objetivo é a venda, o caminho pode ser um pouco diferente. Vamos às principais dicas:

1)Blog: conteúdo é commoditie e, ao mesmo tempo, é tudo. Reparou que um bom conteúdo leva sua credibilidade ao topo? Pois é, sua marca pode ser uma referência em um assunto específico - de preferência que venda sua start up.

2)Viralize! Encontre quem são os principais influenciadores da área em que você quer atuar. É possível falar com esses canais? Seja imprensa, blogueiros que se identifiquem com sua marca, consultores de sua área. O importante é que esses canais divulguem de maneira espontânea o que você vende. Hoje o público é exigente e não aceita qualquer propaganda no estilo “Compre já! Ligue agora!”. Percebeu a diferença?

Espero ter conseguido ajudar nesse caminho complexo que é o marketing digital.

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Dicas de marketing digital: Google Tag manager

Posted by Caroline Piguin on Oct 9, 2014 7:00:00 AM

Uma das principais características de um bom empreendedor é estar sempre de olho nos resultados de suas ações. A melhoria contínua de seu produto, site, conteúdo é um dos fatores chave para a criação de uma máquina bem azeitada de vendas e marketing. Uma das principais maneiras que vemos hoje para a identificação de resultados em marketing online é o Google Analytics. Mas só uma conta do Analytics não é mais suficiente, você precisa incluir a tag do AdWords, e dos objetivos e metas, e do remarketing, e dos eventos do Analytics. Para quem está em uma fase de testes com objetivos é realmente estressante ficar mexendo em código diariamente para arrumar e facilitar a medição dos resultados.
Descobri já faz certo tempo o Google Tag Manager, uma ferramenta que simplifica muito esse dia a dia de inclusão/exclusão/modificação de tags, e qual é a minha surpresa por ver que muitos empreendedores ainda não utilizam a ferramenta por não conhecer ou não saber usar.
Pois bem. O post de hoje é uma explicação sobre como funciona o Tag manager, como configurá-lo e incluí-lo em seu site.

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20 hábitos dos especialistas em e-mail marketing (parte 01)

Posted by Caroline Piguin on Jul 22, 2014 7:00:00 AM

Pense por um segundo por um seguindo em todos os e-mails não relacionados ao trabalho ou pessoais que você recebeu em sua caixa de entrada hoje. Diariamente recebemos newsletters, notificações de aplicativos, redes sociais, listas, e por aí vai. Qual e-mail você abriu, e quais você deletou?

Você as vezes recebe um e-mail que tem vontade de ler, mas não tem tempo para ver naquele minuto? Esses você mantém para dar uma olhada, talvez, no fim do dia. E o que acha dos e-mails que você clica achando ser interessante e logo percebe que o conteúdo não vale a pena?

O e-mail marketing anda meio descreditado, é comum ouvir dizer que o e-mail marketing já não serve mais para os propósitos. Mas será que é verdade?

Por muito tempo acreditei que sim, mas recente estudos e testes têm me mostrado que o problema era eu. Realmente, uma newsletter padrão com promoções e ofertas pode não gerar muito engajamento, mas um e-mail pensado exclusivamente em um nicho de assinantes, interesses, e diferentes estágios da compra fazem muita diferença na taxa de conversão. E acredito que o e-mail marketing pode ser uma fonte preciosa de visitas e conversões em seu site pode ser sim uma fonte muito preciosa de leads e visitas em seu site, principalmente pequenas empresas e startups.

Mas como criar esse e-mail marketing dos sonhos? Como alcançar fantásticas taxas de abertura e cliques? Como gerar o compartilhamento e estimular o engajamento?

Primeiro, você tem que se tornar um especialista em e-mail marketing. E isso significa aprender, por meio de testes, novos formatos, novos títulos e novas maneiras de comunicar.

Achamos no Get Response alguns hábitos de um especialista em e-mail marketing, os quais nos baseamos para a criação deste (e do próximo) post:

Hábito 1: Eles tem a permissão de sua audiência primeiro.

Não existe um caminho fácil para a construção de uma lista engajada de e-mail. Os “atalhos” como comprar listas de terceiros, incluir clientes, sejam atuais ou antigos, são maneiras de desengajar a sua audiência.

Por mais que demore mais para chegar a 10.000 inscrições, ter uma lista limpa e engajada é muito mais eficaz para uma campanha de marketing do que um amontoado de pessoas que por algum motivo recebe seu e-mail.

A dica parece óbvia, mas as vezes os atalhos parecem tentadores e colocam a perder meses de trabalho duro.

Hábito 2: Eles prestam atenção no que a audiência quer ouvir.

Bons profissionais de marketing escutam mais do que falam. Eles fazem sua lição de casa antes de mandar suas campanhas. E por fazer a lição de casa queremos dizer participar de fóruns sobre o tema, pesquisar as principais palavras chave no Google, ficam de olho no site e e-mails marketing de seus concorrentes, e pesquisam as últimas descobertas e estatísticas sobre o tema.

Esse esforço de entender o que vai ser mais efetivo geralmente é percebido por seus e-mails e acaba sendo, de fato, mais produtivo.

Hábito 3: Eles tem um objetivo específico

Um e-mail marketing nunca deixa de ter um propósito. E sim, apenas um. Pode ser gerar mais tráfego para uma página específica, estreitar relacionamento, fazer uma oferta, dar alguma informaçãoou ainda solicitar algo. Tanto faz, escolha um objetivo ( e seja específico) e comece a construir seu e-mail marketing a partir daí.

Seja 100% claro com o que você pretende com esse e-mail marketing, transmita uma mensagem clara, lembre-se que pessoas confusas tendem a não tomar nenhuma ação.

Hábito 4: Eles tendem a escrever para uma pessoa específica

Faça um exercício: Quem seria seu leitor ideal? Escreva para ele.

Os experts em e-mail marketing já fizeram esse exercício também e sabem exatamente como falar com seus leitores ideais, quando você fala com todos, você acaba não falando com ninguém, então quebre sua lista em públicos e saiba muito bem qual mensagem deve ser direcionada a qual público.

 

Hábito 5: Eles falam com alguém

Não comece um e-mail com “olá amigos”, “olá pessoal”, ou algo genérico desse tipo. Isso vai parecer que você está mandando um e-mail de massa. Sim, você está mandando um e-mail geral, e eles sabem que você está fazendo isso, mas mesmo assim, quanto mais você puder personalizar, melhor.

Hoje em dia, os principais aplicativos de e-mail já têm a opção de incluir automaticamente o primeiro nome da pessoa, nome da empresa, nome completo, e por aí vai.

As vezes é difícil mandar um e-mail falando com diversas pessoas, então pense em apenas uma, o “leitor ideal” que falamos acima. Isso também vai te ajudar a pensar em como redigir o texto.

 

Hábito 6: Eles se mantêm consistentes

Quando as pessoas se inscrevem para a sua lista, eles estão mostrando claramente que estão interessados em ouvir o que você tem a dizer. Eles estão confiando em você. Não tire vantage disso. Não mande milhares de e-mails, não mande conteúdo que eles não estão interessados em receber e não fique enviando e-mails promocionais.

A grande sacada é achar o balanço certo e continuar consistente. Isso não significa necessariamente que você terá que publicar diariamente. Consistência significa cumprir a promessa que você faz no momento da inscrição. Consistência pode ser qualidade, frequência, tom, tamanho e format. E manter-se consistente significa manter-se relevante, e necessário.

Hábito 7: Eles criam títulos que imploram para ser clicados

Na criação de conteúdo, o título deve ser a primeira coisa a ser criada. Ele deve ser chamativo, interessante, diferente, mas principalmente, não deve fugir ao texto. Por isso, ele também deve ser o último ponto a ser revisado.

Mantenha a linguagem do título coerente com o texto. Se você coloca um título na linguagem coloquial, pense que é isso que seu leitor está esperando do restante do texto. Verifique se a promessa está sendo cumprida durante o texto.

Para criar títolos cada vez mais clicáveis, faça testes A/B antes do envio. Com isso você vai descobrindo a quais tons de voz seus públicos responder melhor, quais as mensagens que os interessa, e crie cada vez mais títulos impossíveis de não serem clicados.

Do write headlines that follow the 4U formula (Urgent, Unique, Ultra-specific and useful) but follow up on the promise for the continued trustworthy relationship. Avoid using spam trigger words to make sure your email actually arrives safely in the recipient’s inbox.

 

Hábito 8: Eles engajam com sequencias de e-mails

Ao assinar um novo e-mail marketing é comum receber um e-mail de agradecimento e confirmação de cadastro. Mas geralmente depois – nada.

O grande problema disso é que você consegue um dos passos mais difíceis, que é impactar um usuário e torna-lo leitor, porém , sem engajá-lo nessa fase geralmente esses leitores se esquecem das listas que se inscreveram, e pronto, você deixou de aproveitar um possível embaixador da marca.

Mantenha seus leitores próximos, e ofereça coisas interessantes, crie um canal de diálogo, e reforce a importância que ele tem para você.

Os profissionais de marketing super eficientes sabem o engajamento que é possível alcançar apenas com e-mails de boas vindas.

Os autorresponders são uma ótima maneira de comunicar-se com seus públicos em situações específicas. Criar uma sequencia de e-mails logo após a inscrição em uma newsletter é uma ótima maneira de engajar seus leitores desde a primeira interação.

 

Hábito 9: Eles criam um tom de voz para seus e-mails

Pessoalmente eu não aguento mais ler e ouvir os mesmos discursos de marketing e vendas de sempre. Parecem que sempre são escritos pela mesma pessoa ou empresa. Falta personalidade, falta um tom de voz bem definido, falta ser menos marketing e mais relacionamento.

É difícil definir um estilo e uma personalidade para sua marca, e mais difícil ainda é segui-lo. Achar a perfeita sintonia entre o formal e o informal, mas confie em mim, você só vai achar esse meio-termo que atende sua startup se arriscando e saindo do corporativês.

Sua empresa deve ser conhecida não apenas por sua identidade visual,e mas também por como ela se comunica com seus públicos. Não faça parte da massa de e-mails que soam iguais.

 

Hábito 10: Eles “conversam”

Pratique o hábito de escrever como se estivesse conversando.

Imagine que você tivesse que contar um tópico para um amigo. Como você faria? Qual linguagem você usaria? Como você distribuiria os tópicos?

Bons profissionais de marketing são capazes de criar intimidade.

Eles escrevem como se você fosse um grande amigo e ficam felizes a cada resposta de leitor, a cada feedback, a cada pergunta.

Seja um amigo de seus leitores e você notará a diferença imediatamente em suas taxas de abertura e conversão.

 

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O poder dos infográficos em sua estratégia de conteúdo

Posted by Caroline Piguin on Jul 3, 2014 12:10:49 PM

Cada vez é mais comum ver infográficos sobre temas variados em nosso feed no Facebook, twitter , e por aí vai. Esse fato não é uma grande surpresa quando analisamos o crescimento das mídias sociais que tem imagens como ponto principal.

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Como criar personas para entender melhor seus públicos

Posted by Caroline Piguin on Mar 3, 2014 10:00:28 AM

Por que algumas estratégias de marketing e vendas dão certo e outras não? Por que aquele produto incrível não chegou a popularidade que você esperava?

Eu sempre falo sobre a importância de certas coisas para o sucesso de uma startup: Planejamento, validação, marketing estruturado, etc.
Mas nenhuma dessas ferramentas ajudam se você estiver focado no público errado, e nem poderia.

Como escritora, aprendi há muito tempo que a melhor maneira de entender o que faz sentido para um personagem é aprendendo mais sobre ele, entender as motivações, desejos , problemas e anseios de um personagem facilita a linha de pensamento, e faz o processo fluir melhor.

Mas como marketeira, é essencial tratar seus públicos com a mesma abordagem. Você só vai saber a necessidade deles e as dificuldades que eles estão passando, se você enxergar o mundo como ele.
E não é só em marketing que esta estratégia pode e deve ser usada. No mundo empreendedor vale usar dessa ferramenta para entender as necessidades de seus clientes, e como você pode facilitar suas vidas e trazer mais valor para eles.

Por isso, no post de hoje gostaria de compartilhar com vocês o método de criação de personas, que são representações extremamente detalhadas de nossos públicos, e que eu gosto de usar bastante em meu dia a dia:

O que são personas:

Personas são representações visuais e simplificadas de um determinado público. Você generaliza e engloba determinados públicos em uma categoria similar para que você consiga entendê-los melhor, e atendê-los melhor (seja na forma de conteúdo, marketing, produto, ou discurso de vendas)

Coleta de Informações :

Ao criar uma persona, você deverá ser o mais detalhado possível. Pense que seu objetivo é criar um personagem a partir de um estereótipo, que seja o mais próximo possível de seus públicos. Um ser humano real com desejos e anseios.

Geralmente tento definir um número máximo de personas, 4 ou 5 funcionam bem para mim. Faça um estudo prévio para ter uma noção básica de quem seriam essas personas e valide durante o momento de coleta de informaçõesPara entender quais são as 4 ou 05 subdivisões que fazem mais sentido para sua marca/produto/campanha, colete as

A partir disso, começo a procurar fontes que possam me ajudar com o entendimento do comportamento dos clientes, para que eu possa agrupá-los em diferentes personas. Fale com os responsáveis por vendas, atendimento ao consumidor, e todos que tem contato constante com os seus públicos alvo.

Faça perguntas como:

-Quantos tipos básicos de clientes temos?
-Quais são eles?

A partir disso, pergunte grupo a grupo:
- Qual o sexo da maioria?
-Qual a faixa etária?
-Qual o seu cargo?
-O que o motiva?
-Qual sua principal dificuldade?
-Qual é o seu principal problema?
-O que ele/ela busca em uma solução
-Quais são suas motivações?
-Como ele vê o produto?
-Quais são seus interesses?

Certifique-se de que, com suas perguntas, você consiga formar uma imagem bem clara de quem é essa pessoa. E como você separaria seus diferentes públicos em “macroestereótipos”.

Estrutura de uma persona
Depois de entender essas personas, é hora de você documentar suas percepções.
Existe uma estrutura relativamente simples para você seguir. Achei um exemplo ótimo No Marketing Before Funding com o Ted, de How i Met Your Mother sobre como estruturar sua persona:

1 . Nome e título.
Para facilitar a criação de uma imagem mental, vale dar um nome e uma profissão à sua persona. Caso você seja uma empresa B2B, identifuque quem fará a compra e o cargo que ele atua.

Exemplo: Ted Mosby , arquiteto.

2 . Básico:
Descreva os traços básicos de sua persona: Idade, sexo , localização, estado civil , gostos e desgostos , localização na curva de adoção, e o que mais for relevante para a compreensão da persona.

Exemplo: Ted é de 30 anos , sexo masculino, solteiro vivendo em Nova York .
Ele gosta de edifícios antigos e fatos curiosos sobre os lugares.

3 . Experiência profissional e pessoal.
Considere informações como histórico de trabalho , papel , atividades de lazer , hobbies, etc.

Exemplo: Ted formou na Universidade de Nova York , tentou arquitetura por alguns anos , mas acabou dando um curso sobre história da arquitetura no lugar. Em seu tempo livre vai para um pub com um grupo de amigos ,e está buscando sua parceira ideal..

4 . Citação.

A citação é apenas um par de frases que sintetizam a atitude do personagem para o seu produto ou serviço.

Exemplo: Ted sabe sobre [ o produto ], mas ele não tem certeza se ele tem todas as características certas. Ele hesita para se inscrever.

5 . Experiência online

Quão confortável é o seu personagem online e quais atividades ele realiza na web? Que dispositivos que ele usa? Isso é importante para determinar como o público vai interagir com a marca online.

Exemplo: Ted cresceu sem mídia social. Ele está no Facebook , como todo mundo , mas ele não usá-lo muito. Ele só lê alguns blogs via e-mail. Ele gosta de fazer download de informações em vez de lê-las online.

6 . Sites favoritos
Exemplo :

www.exemplo1.com
www.exemplo2.com
www.exemplo3.com

7 . Objetivos.

Quais são os objetivos dessa persona ao procurar um produto ? Será que ele quer encontrar um fornecedor que possa começar a usar imediatamente, ou ele demora mais em seu processo decisório ? Ele compra pelo preço? Eles precisa de um parceiro para o engajamento de longo prazo?

Exemplo: Ted quer _______ para lhe ajudar com o dia a dia de sua profissão.O dinheiro não é uma grande preocupação para, e o principal engajador é o atendimento pré e pós compra.

8 . Eu preciso/eu quero

O que falta para sua persona atingir os objetivos acima ? Lembre-se de ter em mente todas as características que você descreveu acima.

Exemplo: Ted quer um produto que não só irá ajudá-lo na organização de suas aulas , mas também de seu dia a dia. Ele precisa de um atendimento personalizado, e faz questão de simples instalação.
A usabilidade deve ser simples, não interferindo em sua rotina diária de preparação de aulas.

 

O que acharam deste método? Eu particularmente gosto bastante, não só pela praticidade, mas também por ser extremamente agradável de fazer. Ainda tem dúvidas? me mande um e-mail: carol@aceleratech.com.br! Adorarei te ajudar!

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4 passos essenciais depois de um conteúdo espetacular

Posted by Caroline Piguin on Jan 31, 2014 6:01:37 PM

Muitas pessoas acreditam que o trabalho de marketing de conteúdo termina quando os posts e materiais são publicados, e isso não poderia ser mais distante da realidade. Quando terminamos a criação de conteúdo, ainda tem muito trabalho a ser feito, desde a melhora de como seus leitores verão o conteúdo, aprimoramento de métodos de criação, diagnóstico de possíveis problemas, e métodos de distribuição.

Para facilitar esse problema, usamos como base um artigo da Content Marketing Institute, para falar nesse post sobre 4 passos pós a publicação do conteúdo.

1-Otimização
Otimizar seu conteúdo é o primeiro passo que você precisa tomar para aumentar a probabilidade dele ser encontrado. No entanto, é preciso tomar cuidado com textos pensados exclusivamente em SEO, pois geralmente a qualidade destes textos é terrível e os leitores não desperdiçam seu tempo com isso. O segredo é criar um texto que se direciona completamente para as necessidades de seus clientes, e que coloque os mecanismos de busca em segundo lugar.

Quando você otimizar o seu conteúdo não esqueça de além do texto e estrutura da página, otimizar também as imagens, pensando em textos alt, nome do arquivo , etc.

Pense com cuidado no título e na meta description, porque se eles não estiverem relevantes e chamativos, a possibilidade que seu cliente entre em sua página para consumir conteúdo é nula, mesmo que você seja o primeiro resultado da busca.

2- Promoção

Promover o conteúdo produzido é um passo essencial do marketing de conteúdo bem-sucedido. Você não pode confiar apenas que as pessoas vão encontrar o seu conteúdo através de motores de busca , você tem que divulgá-lo de todas as maneiras possíveis.

Algumas das mais usadas são:

Mídias Sociais: Certifique-se de compartilhar seu conteúdo em qualquer rede social que você participe. Compartilhe os conteúdos e grupos temáticos e peça para que os defensores de sua marca também compartilhem.
Blogs: Comente em blogs relacionados ao tema, divulgue seus artigos e crie parcerias para publicar em diferentes produtores de conteúdo do mercado.
Email: Crie um newsletter, avise seus leitores de seus novos posts e crie uma estratégia abrangente de e-mail maketing.
Podcasts : Discuta o seu conteúdo, criando um podcast relevante para a indústria.

Essas são apenas algumas opções. Busque entender onde está seu público engaje-os e compartilhe seu conteúdo lá!

3 - Link Building:

Existem muitas táticas de link building que não violam os termos de serviço de motores de busca e ainda trazem benefícios aos leitores e facilidade de navegação no site, e facilitam as estratégias de promoção e distribuição de conteúdos discutidos acima. Quanto mais as pessoas acham o seu conteúdo útil , maiores suas chances de conseguir links.

Porém, escrever pensando apenas na inclusão de possíveis links não é uma estratégia sustentável (ou recomendada) , mas compartilhar conteúdo interessante em um blog externo ou plataforma de mídia social é extremamente valioso para as marcas. Outra opção é pedir para blogueiros relevantes criarem posts para seu blog ou mídias sociais, além de trazer interessados no assunto, eles vão divulgar seus esforços extracurriculares de conteúdo, o que te ajuda com segmentos ainda inexplorados, trazendo mais visibilidade para seu blog.

4 - Meça resultados:

Depois de tudo, é importante que você entenda quais as partes mais fortes e fracas de sua estratégia. Para isso, faça uma análise, conteúdo a conteúdo, de seus resultados. Quais assuntos geraram mais retorno? Quais canais geraram mais tráfego para seu blog? O que gerou mais engajamento? Como foi a navegação de seus usuários pelos diferentes conteúdos?
Com isso, será muito mais fácil adaptar sua estratégia de conteúdo e divulgação semanalmente com base nas necessidades específicas de seus clientes.

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Como criar um conteúdo espetacular em 5 passos

Posted by Caroline Piguin on Jan 30, 2014 8:40:16 AM

Vemos diariamente aqui na Aceleratech a dificuldade para a criação de um conteúdo relevante e atrativo. Existem diversas técnicas para a criação de conteúdo, mas algumas, admito mais atrapalham do que ajudam, pois criam um processo gigante e dificultam o dia a dia.

Já falamos bastante sobre como o marketing de conteúdo está em constante crescimento e, principalmente no Brasil ainda tem muito espaço para novos players. O grande problema que vejo é a dificuldade para a produção de conteúdo, e o tempo geralmente usado durante a produção do post.

Como produtora de conteúdo, sei que a pior parte é a inspiração. Quando já sabemos sobre o que escrever, e qual ângulo usar em cada matéria, o resto fica muito mais simples. Por isso decidi criar esse post, com 5 dias que me ajudam no dia a dia da criação de conteúdo, e que agilizam bastante o processo.

1- Pense primeiro no título do post, e não em seu conteúdo.
Essa foi a dica mais valiosa que já recebi durante esse tempo criando conteúdo. De nada adianta seu post ser maravilhoso, se ninguém o lê.
Li essa dica em algum blog especializado em conteúdo certo tempo atrás, e apesar da dificuldade de colocá-la em prática (temos o péssimo costume de zapear os blogs, revistas e sites em busca de inspiração, quando temos que pensar no que nossos clientes querem)

Pense em algum assunto de interesse de seus clientes em tópicos. Pensou? Agora quebre esse assunto em itens menores até chegar em um nicho específico. Qual o ângulo mais sexy para se trabalhar com ele? Crie uma frase vendedora e comece daí.

2- O primeiro parágrafo é tão importante quanto o título…
Você conseguiu fazer um leitor clicar em seu conteúdo, que maravilha! Mas isso só vai adiantar se ele realmente consumir seu post. O trabalho está apenas no começo.
Busque criar um primeiro parágrafo que fisgue a atenção, e uma ótima tática é falar de situações reais ou dificuldades do dia a dia. Desse modo é muito mais simples a identificação do leitor e a continuidade da leitura.

3- Agora é a hora de pesquisar!
Você já criou um título memorável, fez um primeiro parágrafo matador, agora é hora de rechear seu post!
Imagino que nesta altura você já deve estar pensando na estrutura de seu post, e qual a abordagem que você pretende dar para ele, e nestes casos , mencionar pesquisas é sempre uma boa tática. Quando quero incluir dados sobre algum assunto, uso muito o FactBrowser, onde consigo buscar por fatos específicos por assuntos.
Uma boa dica também é pesquisar posts com um assunto semelhante, para ver a estrutura e turbinar a inspiração.
Em um processo de criação comum, essa geralmente é a parte mais demorada, mas seguindo essa sequência, você consegue buscar coisas precisas, diminuindo bastante sua duração.

4- Ponha no papel.
Na sua cabeça, você já tem todos os argumentos, fatos e linguagem do seu conteudo, agora é a hora de você transferí-lo para o papel. Quando você já tem tudo em mente, o tempo usado nessa parte também diminui muito, e no lugar de montar um texto e ficar encarando o documento em branco, as ideias já sairão encadeadas no papel.

5- Finalize como um mestre
Que tal finalizar seu post engajando seus leitores e pedindo que eles também compartilhem suas experiências em relação ao tópico com você?
Além do resultado óbvio, que é o aumento do diálogo entre você e seu cliente, você ainda terá a oportunidade de aprender e discutir sobre o tema.

Quais são os principais segredos na hora de criar um conteúdo matador? Compartilhe conosco!

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A grande diferença entre marketing de conteúdo Brasileiro e Americano

Posted by Caroline Piguin on Dec 26, 2013 1:00:09 PM

Há duas semanas um grupo de alunos de MBA da Universidade de Texas veio visitar a Aceleratech, e percebi que grande parte de suas dúvidas eram relativas às diferenças entre a atuação dos empreendedores aqui e nos Estados Unidos pergunta chamou minha atenção: “Quais as principais diferenças entre o mercado digital no Brasil e nos Estados Unidos, e por onde uma empresa de qualquer segmento deve começar?”.

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