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Três características de um growth hacker

Posted by Caroline Piguin on Apr 10, 2014 5:41:42 PM

Depois de falarmos sobre o que é o Growth Hacking, imagino que muitos de vocês pensaram: “ Ok, tudo isso parece maravilhoso, mas agora como trazer isso para minha realidade?”. Apenas o fato de conseguir gerar o crescimento constante para uma empresa com investimento mínimo não só te faz muito mais apto para uma empreitada, mas também a mentalidade exigida para ser um Growth Hacker, te faz um gestor ainda melhor. Eu acredito que o pensamento de um growth hacker caiba não apenas em um ambiente de startup, mas também para grandes empresas, que querem se tornar mais inovadoras e otimizar seu crescimento.

Mas ao contrário da maioria dos profissionais do mercado, o growth hacking, de acordo com Dan Martell, fundador do Clarity é “um modo de pensamento, e não um conjunto de habilidades”.Li, recentemente, uma matéria da Tech Crunch que falava sobre três características que um Growth Hacker precisa ter, e gostaria de compartilhá-la com vocês.

Dados

Growth Hackers são apaixonados por dados, análises e métricas, afinal, como ele vai melhorar seu crescimento? É com esses dados que ele saberá quais de suas estratégias estão funcionando, quais não, e por que. Sem métricas, um Growth Hacker se sente perigo e completamente improdutivo. Os dados e análises são que que levarão ao caminho do crescimento sólido e constante. A cada nova estratégia ou nova tática, o primeiro passo é analisar para entender a performance, e a partir disso, decidir os próximos passos. Como existe a necessidade da mudança e experimentação constante, os dados são os que tangibilizam e informam não só os resultados, mas também direcionam as próximas táticas a serem usadas. Esta abordagem científica para o crescimento é chamada de engenharia de distribuição pelo fundador da Everlane, Jesse Farmer, " Os melhores growth hackers adotam uma abordagem rigorosa , empírica para o crescimento e distribuição da startup ", diz Jesse . Essas métricas podem ser qualquer coisa desde uma taxa de conversão de uma inscrição até um coeficiente viral.

Criatividade

Michael Birch, um dos primeiros growth hackers e co- fundador da Bebo, diz: "Growth Hacking é tanto uma arte quanto uma ciência." Embora impulsionado por dados e métricas móveis, growth hackers também resolvem problemas de forma criativa Usando o mínimo de recursos possível. Um growth hacker tem uma mente sempre vibrante e criativa, e pensa em novas maneiras de adquirir usuários. growth hackers não estão contente só com dados, mas sim em construir em novas e desconhecidas estratégias para encontrar o crescimento. Greg Tseng , co- fundador da Tagged, diz que os dados e a criatividade de um growth hacker andam de mãos dadas " , Você é bom com ambos os lados do cérebro? Se você é apenas criativo, você nunca vai saber o quanto suas ideias são boas . Se você só tem uma mentalidade analítica , então você vai saber exatamente o quão ruim as suas ideias são!"

Esta mistura entre o criativo e analítico é a característica definidora de growth hackers. " Os criativos sabem intuitivamente o que é melhor para o usuário, enquanto pessoas de dados fornecem grandes insights. Os verdadeiros unicórnios são aqueles que podem ir projeto de ponta a ponta, desde construção, métricas, análise e melhoria, interagindo com uma combinação de intuição de usuário e análises profundas " , diz Matt Humphrey, co -fundador da HomeRun . Growth Hackers operam em todas as disciplinas e funções, além de se envolver com UI / UX para decisões métricas. A combinação de uma mentalidade criativa e analítica permite que um growth hacker tenha uma imagem coesa e sistemática do produto.

Curiosidade

Um growth hacker tem um fascínio no motivo pelo qual os visitantes decidem se comprometer e tornar-se usuários de alguns produtos enquanto outros não fazem diferença nenhuma. Growth Hackers são constantemente curiosos e têm um desejo insaciável de aprender. Eles estudam profundamente o comportamento do usuário e exploram a economia comportamental. Jesse Farmer diz que: " Bons growth hackers têm uma compreensão e ao mesmo tempo, profunda curiosidade de como funciona a internet “. Esta curiosidade leva a uma compreensão do produto e experiência do usuário muito além da superfície.

Growth Hackers são profissionais ainda muito raros no mercado, principalmente pela complexa mistura entre uma pessoal extremamente analítica, e outrainovadora e criativa. e um mashup altamente improvável de dados , criatividade e curiosidade. Como é um campo bastante definido recentemente , alguns argumentam que hoje há apenas algumas centenas de growth hackers no Vale do Silício . Embora um pequeno número não trabalha fixamente em uma empresa e tem as portas abertas para todos que precisem de ajuda. A maioria dos growth hackers dizem que aprenderam a partir da necessidade de criar uma área de marketing com orçamento zero.

E você? Já fez alguma estratégia de growth hacking que deu certo? Fale conosco pelos comentários!

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Growth Hacking - Outro modo de pensar o crescimento

Posted by Caroline Piguin on Apr 7, 2014 3:12:09 PM

Growth Hacking não é um termo novo, e apesar de já ser amplamente discutido no Vale do Silício, aqui no Brasil estamos começando a ouvir mais sobre isso agora.

Aqui na Aceleratech nós somos obcecados por crescimento, marketing e vendas em uma startup, então não foi nenhuma surpresa quando o Growth Hacking começou a tomar nossas discussões, reuniões, e conversas na hora do almoço.

Todos parecem concordar que o Growth Hacking é um modo interessante de pensar a escalabilidade de uma startup, e suas técnicas de fato funcionam. Acho que o mais interessante dessa prática é a necessidade de pensar em novas maneiras para escalar sua startup, aproveitar os dados e comportamento de seu usuário para melhorar e crescer sua base de clientes.

Vejo que a discussão sobre o assunto está começando no Brasil, principalmente com o crescimento e amadurecimento do ecossistema empreendedor, mas ainda vejo que estamos andando a passos lentos em relação à discussão do tema. Por isso, gostaria de iniciar, com esse post, uma discussão sobre novas técnicas e insights sobre growth hacking.

O post de hoje é uma introdução no estilo “tudo que você precisa saber sobre”. Se você sabe o que é growth hacking, mas não sabe de onde veio, ou ainda a diferença entre growth hacking e marketing, te convido a ler esse post, e no final, fique à vontade para tirar suas dúvidas ( já mencionei que respondemos todos os e-mails e comentários enviados?)

Como surgiu o Growth Hacking?

O termo surgiu em 2010 com Sean Ellis, um empreendedor incrível que ajudou diversas startups a alcançarem crescimento recorde. Depois de certo tempo ele virou o cara que todos do Vale do Silício iam para buscar ajuda com crescimento de usuários. O grande problema é que depois da criação e implantação da estratégia, era muito difícil de encontrar um substituto à altura do desafio. A maioria tinha certa experiência ou diploma em marketing, mas a questão é que as técnicas e o pensamento utilizado por um Growth Hacker são um pouco diferentes do marketing tradicional. O foco é como crescer sua empresa rapidamente usando as diversas técnicas disponíveis.Uma startup tem apenas um objetivo: Crescimento. E é isso ou a falência.

Ellis, decidiu então mudar o que ele pedia. E com um post sobre contratação nas startups, surgiu o termo “Growth Hacker”. Neste post, Ellis aponta que entre a decisão de contratar um VP de Marketing ou um Growth Hacker, vá na segunda opção, pois ele terá as habilidades necessárias para crescer sua startup de forma rápida e muito mais econômica.

O que faz, afinal, um Growth Hacker?

A grande diferença entre um Growth Hacker e um profissional de marketing é que , na primeira opção, todas as ações são voltadas para o crescimento. Esse foco exclusivo faz com que o Growth hacker use novas metodologias e técnicas não tão comuns para profissionais de marketing. E por isso, não é uma questão de substituição, são apenas focos e estratégias diferentes.

Com a chegada dos produtos tecnológicos, abre-se uma nova gama de possibilidades de divulgação e fidelização. O pensamento de alguém que vende/divulga um produto tecnológico de uma startup deve ser totalmente diferente diferente de alguém que vende móveis, por exemplo. As startups demandam mais criatividade e pensamento de compartilhamento online. Um software como o Trello, por exemplo, que dá um período de sua conta premium para você caso seus amigos se cadastrem à seu convite, utiliza uma técnica do growth hacking, e funciona muito bem, mas só pode ser usada em um produto digital.

Técnica do Trello para compartilhamento e recomendação

Não só o produto se modernizou, mas também sua distribuição. Um Growth Hacker busca compreender como o consumidor se comporta online e usa esse conhecimento, juntamente com novas ideias e técnicas para divulgar e impulsionar a venda e conhecimento de seu produto, ou seja: Crescimento!

Criatividade para crescer
Já li em vários lugares que growth hacking é o marketing para as startups, mas hoje em dia acredito que ele é uma categoria distinta, uma outra maneira de enxergar o crescimento de seu negócio. Mas eu consigo entender o porquê dessa confusão. O marketing em uma startup deve ser mais enxuto no quesito dinheiro. Se tem uma coisa que um empreendedor sabe (ou precisaria saber) fazer, e se virar com pouca grana.

O growth hacking usa os principais recursos de uma startup como seus aliados: Criatividade, agilidade, conhecimento e experimentação tecnológica. Não demorou para ser cada vez mais adotado por startups no mundo todo.

O Growth Hacker é, por necessidade, curioso e analítico, além das estratégias já usadas em marketing ( voltadas para crescimento, claro), ele busca novas maneiras para aproveitar a nova realidade online de compartilhamento e a facilidade dos produtos digitais como um impulso para seu crescimento. E é por esse foco em crescimento tanto no growth hacking quanto na startup que esses dois conceitos cada vez andam mais juntos.

Aqui na Aceleratech ainda não chegamos a um consenso se o growth hacking é uma disciplina a parte ou apenas o marketing voltado ao crescimento. O que você acha?

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Como criar personas para entender melhor seus públicos

Posted by Caroline Piguin on Mar 3, 2014 10:00:28 AM

Por que algumas estratégias de marketing e vendas dão certo e outras não? Por que aquele produto incrível não chegou a popularidade que você esperava?

Eu sempre falo sobre a importância de certas coisas para o sucesso de uma startup: Planejamento, validação, marketing estruturado, etc.
Mas nenhuma dessas ferramentas ajudam se você estiver focado no público errado, e nem poderia.

Como escritora, aprendi há muito tempo que a melhor maneira de entender o que faz sentido para um personagem é aprendendo mais sobre ele, entender as motivações, desejos , problemas e anseios de um personagem facilita a linha de pensamento, e faz o processo fluir melhor.

Mas como marketeira, é essencial tratar seus públicos com a mesma abordagem. Você só vai saber a necessidade deles e as dificuldades que eles estão passando, se você enxergar o mundo como ele.
E não é só em marketing que esta estratégia pode e deve ser usada. No mundo empreendedor vale usar dessa ferramenta para entender as necessidades de seus clientes, e como você pode facilitar suas vidas e trazer mais valor para eles.

Por isso, no post de hoje gostaria de compartilhar com vocês o método de criação de personas, que são representações extremamente detalhadas de nossos públicos, e que eu gosto de usar bastante em meu dia a dia:

O que são personas:

Personas são representações visuais e simplificadas de um determinado público. Você generaliza e engloba determinados públicos em uma categoria similar para que você consiga entendê-los melhor, e atendê-los melhor (seja na forma de conteúdo, marketing, produto, ou discurso de vendas)

Coleta de Informações :

Ao criar uma persona, você deverá ser o mais detalhado possível. Pense que seu objetivo é criar um personagem a partir de um estereótipo, que seja o mais próximo possível de seus públicos. Um ser humano real com desejos e anseios.

Geralmente tento definir um número máximo de personas, 4 ou 5 funcionam bem para mim. Faça um estudo prévio para ter uma noção básica de quem seriam essas personas e valide durante o momento de coleta de informaçõesPara entender quais são as 4 ou 05 subdivisões que fazem mais sentido para sua marca/produto/campanha, colete as

A partir disso, começo a procurar fontes que possam me ajudar com o entendimento do comportamento dos clientes, para que eu possa agrupá-los em diferentes personas. Fale com os responsáveis por vendas, atendimento ao consumidor, e todos que tem contato constante com os seus públicos alvo.

Faça perguntas como:

-Quantos tipos básicos de clientes temos?
-Quais são eles?

A partir disso, pergunte grupo a grupo:
- Qual o sexo da maioria?
-Qual a faixa etária?
-Qual o seu cargo?
-O que o motiva?
-Qual sua principal dificuldade?
-Qual é o seu principal problema?
-O que ele/ela busca em uma solução
-Quais são suas motivações?
-Como ele vê o produto?
-Quais são seus interesses?

Certifique-se de que, com suas perguntas, você consiga formar uma imagem bem clara de quem é essa pessoa. E como você separaria seus diferentes públicos em “macroestereótipos”.

Estrutura de uma persona
Depois de entender essas personas, é hora de você documentar suas percepções.
Existe uma estrutura relativamente simples para você seguir. Achei um exemplo ótimo No Marketing Before Funding com o Ted, de How i Met Your Mother sobre como estruturar sua persona:

1 . Nome e título.
Para facilitar a criação de uma imagem mental, vale dar um nome e uma profissão à sua persona. Caso você seja uma empresa B2B, identifuque quem fará a compra e o cargo que ele atua.

Exemplo: Ted Mosby , arquiteto.

2 . Básico:
Descreva os traços básicos de sua persona: Idade, sexo , localização, estado civil , gostos e desgostos , localização na curva de adoção, e o que mais for relevante para a compreensão da persona.

Exemplo: Ted é de 30 anos , sexo masculino, solteiro vivendo em Nova York .
Ele gosta de edifícios antigos e fatos curiosos sobre os lugares.

3 . Experiência profissional e pessoal.
Considere informações como histórico de trabalho , papel , atividades de lazer , hobbies, etc.

Exemplo: Ted formou na Universidade de Nova York , tentou arquitetura por alguns anos , mas acabou dando um curso sobre história da arquitetura no lugar. Em seu tempo livre vai para um pub com um grupo de amigos ,e está buscando sua parceira ideal..

4 . Citação.

A citação é apenas um par de frases que sintetizam a atitude do personagem para o seu produto ou serviço.

Exemplo: Ted sabe sobre [ o produto ], mas ele não tem certeza se ele tem todas as características certas. Ele hesita para se inscrever.

5 . Experiência online

Quão confortável é o seu personagem online e quais atividades ele realiza na web? Que dispositivos que ele usa? Isso é importante para determinar como o público vai interagir com a marca online.

Exemplo: Ted cresceu sem mídia social. Ele está no Facebook , como todo mundo , mas ele não usá-lo muito. Ele só lê alguns blogs via e-mail. Ele gosta de fazer download de informações em vez de lê-las online.

6 . Sites favoritos
Exemplo :

www.exemplo1.com
www.exemplo2.com
www.exemplo3.com

7 . Objetivos.

Quais são os objetivos dessa persona ao procurar um produto ? Será que ele quer encontrar um fornecedor que possa começar a usar imediatamente, ou ele demora mais em seu processo decisório ? Ele compra pelo preço? Eles precisa de um parceiro para o engajamento de longo prazo?

Exemplo: Ted quer _______ para lhe ajudar com o dia a dia de sua profissão.O dinheiro não é uma grande preocupação para, e o principal engajador é o atendimento pré e pós compra.

8 . Eu preciso/eu quero

O que falta para sua persona atingir os objetivos acima ? Lembre-se de ter em mente todas as características que você descreveu acima.

Exemplo: Ted quer um produto que não só irá ajudá-lo na organização de suas aulas , mas também de seu dia a dia. Ele precisa de um atendimento personalizado, e faz questão de simples instalação.
A usabilidade deve ser simples, não interferindo em sua rotina diária de preparação de aulas.

 

O que acharam deste método? Eu particularmente gosto bastante, não só pela praticidade, mas também por ser extremamente agradável de fazer. Ainda tem dúvidas? me mande um e-mail: carol@aceleratech.com.br! Adorarei te ajudar!

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4 passos essenciais depois de um conteúdo espetacular

Posted by Caroline Piguin on Jan 31, 2014 6:01:37 PM

Muitas pessoas acreditam que o trabalho de marketing de conteúdo termina quando os posts e materiais são publicados, e isso não poderia ser mais distante da realidade. Quando terminamos a criação de conteúdo, ainda tem muito trabalho a ser feito, desde a melhora de como seus leitores verão o conteúdo, aprimoramento de métodos de criação, diagnóstico de possíveis problemas, e métodos de distribuição.

Para facilitar esse problema, usamos como base um artigo da Content Marketing Institute, para falar nesse post sobre 4 passos pós a publicação do conteúdo.

1-Otimização
Otimizar seu conteúdo é o primeiro passo que você precisa tomar para aumentar a probabilidade dele ser encontrado. No entanto, é preciso tomar cuidado com textos pensados exclusivamente em SEO, pois geralmente a qualidade destes textos é terrível e os leitores não desperdiçam seu tempo com isso. O segredo é criar um texto que se direciona completamente para as necessidades de seus clientes, e que coloque os mecanismos de busca em segundo lugar.

Quando você otimizar o seu conteúdo não esqueça de além do texto e estrutura da página, otimizar também as imagens, pensando em textos alt, nome do arquivo , etc.

Pense com cuidado no título e na meta description, porque se eles não estiverem relevantes e chamativos, a possibilidade que seu cliente entre em sua página para consumir conteúdo é nula, mesmo que você seja o primeiro resultado da busca.

2- Promoção

Promover o conteúdo produzido é um passo essencial do marketing de conteúdo bem-sucedido. Você não pode confiar apenas que as pessoas vão encontrar o seu conteúdo através de motores de busca , você tem que divulgá-lo de todas as maneiras possíveis.

Algumas das mais usadas são:

Mídias Sociais: Certifique-se de compartilhar seu conteúdo em qualquer rede social que você participe. Compartilhe os conteúdos e grupos temáticos e peça para que os defensores de sua marca também compartilhem.
Blogs: Comente em blogs relacionados ao tema, divulgue seus artigos e crie parcerias para publicar em diferentes produtores de conteúdo do mercado.
Email: Crie um newsletter, avise seus leitores de seus novos posts e crie uma estratégia abrangente de e-mail maketing.
Podcasts : Discuta o seu conteúdo, criando um podcast relevante para a indústria.

Essas são apenas algumas opções. Busque entender onde está seu público engaje-os e compartilhe seu conteúdo lá!

3 - Link Building:

Existem muitas táticas de link building que não violam os termos de serviço de motores de busca e ainda trazem benefícios aos leitores e facilidade de navegação no site, e facilitam as estratégias de promoção e distribuição de conteúdos discutidos acima. Quanto mais as pessoas acham o seu conteúdo útil , maiores suas chances de conseguir links.

Porém, escrever pensando apenas na inclusão de possíveis links não é uma estratégia sustentável (ou recomendada) , mas compartilhar conteúdo interessante em um blog externo ou plataforma de mídia social é extremamente valioso para as marcas. Outra opção é pedir para blogueiros relevantes criarem posts para seu blog ou mídias sociais, além de trazer interessados no assunto, eles vão divulgar seus esforços extracurriculares de conteúdo, o que te ajuda com segmentos ainda inexplorados, trazendo mais visibilidade para seu blog.

4 - Meça resultados:

Depois de tudo, é importante que você entenda quais as partes mais fortes e fracas de sua estratégia. Para isso, faça uma análise, conteúdo a conteúdo, de seus resultados. Quais assuntos geraram mais retorno? Quais canais geraram mais tráfego para seu blog? O que gerou mais engajamento? Como foi a navegação de seus usuários pelos diferentes conteúdos?
Com isso, será muito mais fácil adaptar sua estratégia de conteúdo e divulgação semanalmente com base nas necessidades específicas de seus clientes.

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Como criar um conteúdo espetacular em 5 passos

Posted by Caroline Piguin on Jan 30, 2014 8:40:16 AM

Vemos diariamente aqui na Aceleratech a dificuldade para a criação de um conteúdo relevante e atrativo. Existem diversas técnicas para a criação de conteúdo, mas algumas, admito mais atrapalham do que ajudam, pois criam um processo gigante e dificultam o dia a dia.

Já falamos bastante sobre como o marketing de conteúdo está em constante crescimento e, principalmente no Brasil ainda tem muito espaço para novos players. O grande problema que vejo é a dificuldade para a produção de conteúdo, e o tempo geralmente usado durante a produção do post.

Como produtora de conteúdo, sei que a pior parte é a inspiração. Quando já sabemos sobre o que escrever, e qual ângulo usar em cada matéria, o resto fica muito mais simples. Por isso decidi criar esse post, com 5 dias que me ajudam no dia a dia da criação de conteúdo, e que agilizam bastante o processo.

1- Pense primeiro no título do post, e não em seu conteúdo.
Essa foi a dica mais valiosa que já recebi durante esse tempo criando conteúdo. De nada adianta seu post ser maravilhoso, se ninguém o lê.
Li essa dica em algum blog especializado em conteúdo certo tempo atrás, e apesar da dificuldade de colocá-la em prática (temos o péssimo costume de zapear os blogs, revistas e sites em busca de inspiração, quando temos que pensar no que nossos clientes querem)

Pense em algum assunto de interesse de seus clientes em tópicos. Pensou? Agora quebre esse assunto em itens menores até chegar em um nicho específico. Qual o ângulo mais sexy para se trabalhar com ele? Crie uma frase vendedora e comece daí.

2- O primeiro parágrafo é tão importante quanto o título…
Você conseguiu fazer um leitor clicar em seu conteúdo, que maravilha! Mas isso só vai adiantar se ele realmente consumir seu post. O trabalho está apenas no começo.
Busque criar um primeiro parágrafo que fisgue a atenção, e uma ótima tática é falar de situações reais ou dificuldades do dia a dia. Desse modo é muito mais simples a identificação do leitor e a continuidade da leitura.

3- Agora é a hora de pesquisar!
Você já criou um título memorável, fez um primeiro parágrafo matador, agora é hora de rechear seu post!
Imagino que nesta altura você já deve estar pensando na estrutura de seu post, e qual a abordagem que você pretende dar para ele, e nestes casos , mencionar pesquisas é sempre uma boa tática. Quando quero incluir dados sobre algum assunto, uso muito o FactBrowser, onde consigo buscar por fatos específicos por assuntos.
Uma boa dica também é pesquisar posts com um assunto semelhante, para ver a estrutura e turbinar a inspiração.
Em um processo de criação comum, essa geralmente é a parte mais demorada, mas seguindo essa sequência, você consegue buscar coisas precisas, diminuindo bastante sua duração.

4- Ponha no papel.
Na sua cabeça, você já tem todos os argumentos, fatos e linguagem do seu conteudo, agora é a hora de você transferí-lo para o papel. Quando você já tem tudo em mente, o tempo usado nessa parte também diminui muito, e no lugar de montar um texto e ficar encarando o documento em branco, as ideias já sairão encadeadas no papel.

5- Finalize como um mestre
Que tal finalizar seu post engajando seus leitores e pedindo que eles também compartilhem suas experiências em relação ao tópico com você?
Além do resultado óbvio, que é o aumento do diálogo entre você e seu cliente, você ainda terá a oportunidade de aprender e discutir sobre o tema.

Quais são os principais segredos na hora de criar um conteúdo matador? Compartilhe conosco!

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4 dicas para você se tornar um vendedor mais consultivo

Posted by Caroline Piguin on Jan 20, 2014 5:46:38 PM

Para ter uma área de vendas vencedora, basta contratar um excelente vendedor, que saiba convencer os clientes, tome cafezinho com eles uma vez por semana e seja muito bom de papo, certo? Nada mais errado! As vendas estao ficando cada vez mais refinadas, assim como os compradores. O vendedor está se tornando um consultor, com conhecimento cada vez maior sobre negócios e os setores de atuação de seus clientes. As startups que possuem processo de venda pessoal necessitam conhecer profundamente este novo paradigma, de modo a colher o máximo de resultados.

Para te ajudar com as vendas de sua startup, juntamos 4 dicas que vão te transformar em um vendedor muito mais poderoso e consultivo:

1-Escute seu cliente:

Essa é a dica mais importante de vendas que qualquer um pode te dar. A coisa mais irritante do mundo é quando alguém dispara falando de um produto sem entender o real problema.

Em venda chamamos esse problema do cliente de dor, e sua primeira missão como vendedor é entender qual a dor de seu cliente e fazer perguntas para entender melhor cada aspecto dela.
Para ter uma ideia de como isso é importante no processo de vendas, pense em um médico que não faz perguntas, não examina e já passa uma receita para um remédio. A primeira impressão é de falta de profissionalismo e cuidado com o paciente, e a grande chance é que você o descarte de imediato.
Espere, antes de “receitar” seu produto, para examinar seu cliente e entender exatamente o que ele precisa. As chances de vendas são maiores, e de um cliente satisfeito também.

2- Não mate seu cliente com PPT.

A estatística é que 6 em 10 pessoas morrem entediadas diariamente por excesso de apresentações. Não faça parte dessa estatística. Use apresentações apenas quando realmente necessárias.Raramente são usadas apresentações na primeira reunião. Claro que existem algumas exceções, mas use seu bom senso para identificá-las.

Lembre-se que o seu trabalho nesse primeiro momento é ouvir e diagnosticar, e não falar sobre a possível cura. Caso tenha que apresentar um PPT, certifique-se de que seus clientes não estão se mexendo desconfortavelmente na cadeira, olhando para o relógio, ou mexendo no celular. Aprenda a surfar pelos slides para tornar a apresentação mais dinâmica. E, por fim, não mais que 10 slides!

3 - Anote o que seu cliente diz como se sua vida dependesse disso

Se você é um vendedor e não te um caderno, você provavelmente ainda não escuta seus clientes. O caderno não só ajuda você anotar cuidadosamente cada dor que seu cliente manifestou, mas também mostra para seu cliente que você esta prestando atenção ao que ele diz. Uma dica é anotar exatamente o que ele fala, com as palavras que ele mesmo usou, e não uma interpretação sua da dor. Desse modo, fica muito mais simples entender a necessidade e problema do cliente.

4-Combine os proximos passos da reunião

Provavelmente você não vai fechar seu negocio em 1 reunião. Também não é produtivo fazer reuniões de alinhamento sempre, pois você não tem recursos ilimitados.
Combine com seu cliente um plano de ações para o fechamento do negócio. Fazendo isso, ele se sente muito mais confortável e você detém o controle do processo.

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04 resoluções de marketing para sua startup

Posted by Caroline Piguin on Jan 10, 2014 4:32:39 PM

Início de ano sempre é uma boa época para repensar.Fazemos um balanço de tudo no ano passado, e criamos metas e desejos para o ano que começou.

Para quem é empreendedor, é importante fazer uma reavaliação dos resultados de sua startup, e para o marketing é uma boa época para estudos, criação de metas para o ano e para pivotar a estratégia, caso necessário.

Resumimos 04 resoluções de marketing para 2014 que não podem faltar na sua lista!

Crie e compartilhe mais conteúdo
Mostre sempre o quanto você é expert no que faz e como você conhece o mercado. Criar conteúdo que realmente atraia potenciais clientes, formadores de opinião e pessoas da área é uma maneira relativamente simples (porque sabemos que um bom conteúdo demanda tempo) de espalhar sua marca. Caso você tenha criado conteúdo em 2013, coloque como meta criar mais, e de forma mais regular. Além disso vale entender quais foram os posts e artigos mais populares do ano passado e começar esse ano com temas reformulados!

Monitore, avalie e mude mais a estratégia
Agende-se para vistoriar seu analytics toda semana, aprenda o que deu certo, e o que você fez que poderia ser melhorado para gerar mais resultados. Das pessoas que entraram em seu site, de onde eles vieram? Quais palavras as pessoas buscaram no Google para chegar em seu site? Elas realmente são as melhores possíveis e descrevem seu core business?
Em caso de uma nova campanha, veja qual foi o reflexo no site e nas mídias sociais.
Falando nelas, veja suas menções, RTs, compartilhamentos, comentários e o crescimento (ou não) com o passar do tempo. Monitore todas as ações, em todas as plataformas digitais, e crie análises mais aprofundadas.Caso sua estratégia de marketing não esteja dando certo, não tenha medo de ajustá-la.

Seja mais social
A presença social não significa apenas jogar conteúdo para seus assinantes, curtidas e seguidores.Engaje seu público com perguntas, compartilhe conteúdos deles, não esqueça de respondê-los sempre, e crie conversas e discussões. Tente comentar em blogs relativos à sua área e participe do dia a dia das redes sociais

Mexa mais em seu site
A maioria das startups, ou até grandes empresas, criam seus sites e os deixam estáticos até a próxima mudança completa de layout. Coloque a otimização de SEO e usabilidade como parte de suas tarefas semanais. Releia sempre os textos de seu site,e se pergunte: Eles estão claros? otimizados para SEO? Alguma informação do site precisa mudar? E veja seus acessos e taxa de conversão aumentarem absurdamente.

Você tem mais alguma dica para esse ano? Compartilhe conosco!

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A Grande diferença entre marketing de conteúdo brasileiro e americano - Parte 02

Posted by Caroline Piguin on Jan 8, 2014 5:01:47 PM

Falamos neste post sobre o quanto o marketing no Brasil ainda tem muito espaço para ser trabalhado, desde que bem planejado. Percebemos, porém, que muitas startups ainda enxergam o marketing como aquela coisa gigantesca-propaganda-de-televisão. Mas é importante saber que antes desse estágio são necessários muitos outros passos menores que passam desapercebidos, e que geram uma imagem de colcha de retalhos.

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A grande diferença entre marketing de conteúdo Brasileiro e Americano

Posted by Caroline Piguin on Dec 26, 2013 1:00:09 PM

Há duas semanas um grupo de alunos de MBA da Universidade de Texas veio visitar a Aceleratech, e percebi que grande parte de suas dúvidas eram relativas às diferenças entre a atuação dos empreendedores aqui e nos Estados Unidos pergunta chamou minha atenção: “Quais as principais diferenças entre o mercado digital no Brasil e nos Estados Unidos, e por onde uma empresa de qualquer segmento deve começar?”.

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Como as startups brasileiras podem dar um salto de qualidade?

Posted by Pedro Waengertner on Dec 10, 2013 1:00:14 PM

Vocês já devem ter ouvido a expressão "as ideias de negócios não possuem valor algum". Alguns empreendedores ainda se agarram com unhas e dentes às suas ideias, esperando o dinheiro de investidores para realmente tocarem o negócio e ajudá-los a colocar seu produto no ar. É claro que o dinheiro raramente vem, pois os investidores, neste estágio de empresa, avaliam principalmente a qualidade dos empreendedores e apenas não suas ideias. E um empreendedor que muito espera, sabe realmente realizar?

E é exatamente esse o ponto que gostaria de discutir neste artigo. Em nosso dia a dia na Aceleratech, percebemos que a grande parte das startups brasileiras que prosperam nesse mercado têm alguns pontos em comum. E separei três características que, a meu ver, mais contribuem ao sucesso do negócio:

· Foco em Vendas e execução de Marketing – É muito comum nas startups que os empreendedores foquem quase que 100% do seus esforços na ideia e no desenvolvimento do produto, ao mesmo tempo que seu raciocínio crítico sobre o processo de marketing e vendas da empresa ficam em segundo (ou terceiro, ou quarto) plano. A grande parte dos empreendedores nacionais não foi treinado para vender, como os americanos. Quando lemos as histórias inspiradoras do Vale do Silício, normalmente não pensamos que por trás de cada ideia, de cada empresa muito bem sucedida, existe um grande esforço de vendas e marketing. Acredito que toda equipe de uma startup deve saber vender e investir seu tempo para a melhoria constante desses processos. E não se engane achando que isso é uma atitude exclusivamente B2B, não se esqueça de que existem parcerias a serem fechadas e fornecedores que precisam ser convencidos que amanhã a empresa poderá ser uma importante fonte de receita. No mundo B2B, o foco em vendas é ainda maior. E quando falo em vendas, não me refiro apenas a ser persuasivo na reunião, mas em como controlar o processo por meio de um pipeline, que garante a previsibilidade das receitas.

Startups normalmente são empresas digitais, que dependem fortemente de marketing online. Os empreendedores precisam entender os conceitos de conversão, saber controlar as diversas mídias utilizadas e como fazer testes para conseguir otimizar um pouquinho mais as suas ações todo dia. Vários empreendedores dizem que, se tivessem dinheiro para marketing, conseguiriam alavancar suas empresas, mas conhecemos diversos casos de empresas que possuem dinheiro e mesmo assim não conseguem aumentar suas vendas. Marketing não é comprar mídia. Marketing é conhecer profundamente seus objetivos, entender o comportamento de seus clientes, ser criativo e manter uma visão analítica em cima de tudo que está sendo feito. Que tal pensar em como sua empresa pode melhorar seu marketing HOJE sem aumentar a verba em marketing?

· Criar métricas claras para acompanhar o sucesso – Uma startup tem recursos e tempo limitado. É fundamental entender em que direção está indo, para corrigir seu rumo constantemente. É preciso que os empreendedores sejam pragmáticos e conheçam os drivers de crescimento do seu negócio. Já vi várias teorias que complicam a definição de métricas e o acompanhamento destas no dia a dia. Esta gestão precisa ser simples e muito clara. Mas para que seja feita, é importante que os empreendedores conheçam profundamente seus modelos de negócio e quais os pontos mais críticos para o crescimento. A partir deste domínio, são escolhidas poucas métricas para serem acompanhadas e estudadas frequentemente. Uma das situações mais comuns é o caso do empreendedor que desenvolveu aquele aplicativo fantástico, que vai ajudar a vida de milhares de clientes. Na maioria das vezes, o aplicativo realmente é muito legal, mas quando começamos a estudar mais a fundo e perguntamos quanto custa para conquistar um cliente e qual a taxa de uso do aplicativo após o download, por exemplo, são raros os empreendedores que conhecem detalhadamente estes números. E não se trata de conhecê-los para impressionar investidores, mas para garantir que o negócio está indo para a direção certa.

· Conhecer o tamanho do mercado – Várias ideias que encontramos são excelentes e realmente criativas, mas quando os empreendedores vão colocá-las em prática acabam sofrendo bastante para conseguir encontrar clientes e crescer. Muitas vezes isso acontece pelo desconhecimento do tamanho do mercado. Esta é uma informação fundamental para definir o investimento de tempo, esforço e capital em uma ideia. E uma preocupação importante é entender o tamanho endereçável de mercado, ou seja, qual o tamanho do mercado para a sua solução. É claro que o raciocínio se inicia em termos macro, como "mercado de saúde" ou "mercado imobiliário", mas é importante entender qual o tamanho da fração dedicada a categoria que a startup vai focar.

Poderíamos listar diversas outras recomendações para que a qualidade das startups brasileiras aumente, mas acredito que estes pontos podem dar uma nova dimensão para a maioria dos empreendedores. O potencial do Brasil é incrível, repleto de oportunidades ainda não exploradas. Ao mesmo tempo, possuímos diversas pessoas altamente qualificadas com motivação para empreender. E é por isso que disseminar a cultura empreendedora e as melhores práticas do empreendedorismo digital pode mudar a cara do nosso país e colocá-lo, cada vez mais, como uma região propícia para a criação e crescimento de startups.

 

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