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Lançando o foguete: 5 Lições do Crescimento Astronômico da iFood

Posted by David Kato on Nov 18, 2014 1:11:02 PM

No iFood somos maníacos por duas coisas: saciar a fome e números.

Temos KPIs para tudo. Recebemos informação de como estão as vendas por SMS, temos dashboards diários e semanais para a empresa e para áreas e dificilmente passamos um dia sem abrir o Excel.

Não tem como ser diferente, não existe crescimento sem ser obcecado por indicadores.

A maior realização de um louco por números é ver o gráfico de receita virar um hockey stick. É a confirmação que a empresa está fazendo tudo certo e que o foguete está lançado para o crescimento astronômico.

Mas no final das contas, o que temos feito para duplicar de tamanho de forma consistente nos últimos 24 meses?

1. Estabeleça metas claras e agressivas

O maior salto do iFood aconteceu quando definimos uma meta muito agressiva. Antes sabíamos que precisávamos crescer, mas ninguém da empresa sabia o número exato. A primeira meta foi 100 mil pedidos.

Todos acharam que era loucura, mas todos sabiam o número exato - dos diretores aos estagiários. Como a responsabilidade de cada área era muito clara, todos perceberam que era possível. No final, atingimos o resultado e por pouco não ultrapassamos o limite superior.

Se sua empresa não está pronta para estabelecer metas agressivas, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 1: Não tenha medo de estabelecer metas que parecem impossíveis.

2. Conheça seus canais de captação

Ter aprendido quais são os melhores canais para capturar usuários mobile foi uma dais maiores alavancas do crescimento do iFood. Quando aprendemos a fazer isso de forma consistente não paramos de crescer.

Já conversei com uma centena de empreendedores e quase todos falam que a estratégia de crescimento é ser viral. O boca-a-boca é só um dos possíveis canais de captação. Uma empresa só cresce astronomicamente, se souber captar usuários usando diferentes meios:

- aquisição paga (Adwords, afiliados, display, Facebook Ads, etc)
- equipe comercial
- SEO / inbound marketing
- viral (member get member)
- mídia offline (anúncios em revistas, trade marketing, rádio, TV)
- não escaláveis (parcerias /hustling)

Se os canais não estão mapeados, a empresa não está pronta para acelerar os investimentos para crescer.

Lição 2: Crescer é muito difícil, não deixe de aproveitar todos os canais disponíveis para o crescimento.

3. Saiba seu lifetime value

No iFood, o lifetime value é um dos principais norteadores das decisões de investimento para trazer novos clientes. Não faz sentido trazer um cliente através de um canal que não se paga. Saber quanto investir para adquirir usuários é essencial para o crescimento.

Fico impressionado com a quantidade de empreendedores que não conseguem responder de forma simples e direta qual é o lifetime value do cliente, sem isso é impossível tomar decisões de investimento.

Se o custo de um usuário for maior que o lifetime value, a empresa não está pronta para investir no crescimento.

Lição 3: Entender como o negócio gera dinheiro define como se pode investir.

4. Azeite seus processos internos

A área que cadastra novos restaurantes continua do mesmo tamanho, em compensação consegue cadastrar 4 vezes mais contas com a mesma quantidade de pessoas. Isso sem perder qualidade e diminuindo o tempo médio necessário.

O caminho natural seria ter uma equipe 3 ou 4 vezes maior para realizar esse trabalho.

Quando uma empresa cresce 10% - 20% todo mês, a tendência natural é acelerar na contratação. Afinal de contas, com o crescimento o volume de transações, aumenta o volume de trabalho. Mas no calor do momento, é fácil contratar errado. Uma contratação boa é um ativo, uma ruim é um passivo em dobro. Melhor do que contratar, é pensar em processos e sistemas que otimizem e automatizem o trabalho.

Se a empresa não sabe como escalar sua operação, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 4: Antes de contratar, veja se não é possível fazer o mesmo trabalho com a metade das pessoas ou na metade do tempo.

5. Celebre as vitórias

A vida de startups é tão corrida que nos esquecemos de comemorar as vitórias. Aqui no iFood quebramos nossa meta principal em metas parciais e para cada uma delas temos uma garrafa de champagne. Quando alcançamos uma delas estouramos o champagne e comemoramos. Quando atingimos a meta principal, fazemos uma festa.

Pode parecer algo de pouca importância, mas comemorar as vitórias é um ritual importante para demonstrar que aquela fase acabou e que todos estão prontos para o próximo desafio. É por isso que as pessoas fazem baile de formatura, festa de casamento e comemoram reveillon.

É da natureza humana ter rituais que simbolizam o fim de uma fase e o começo de outra.

Lição 5: Festejar a vitória te prepara para os novos desafios.

Provavelmente, as lições de crescimento de outra startup não serão as mesma do iFood, mas isso que torna o ecossistema de startups tão apaixonante: aprender em 6 meses o que demoraria anos para aprender em uma empresa tradicional.

Pode ser que o crescimento astronômico demore a chegar, mas esteja sempre pronto para embarcar no foguete e para abrir seu primeiro champagne.

Um brinde e saúde!

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Por que as startups falham?

Posted by Caroline Piguin on Jun 30, 2014 7:00:00 AM

Sabemos que, estaticamente, a maioria das startups falha. Mas por que?

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Como se tornar um empreendedor

Posted by Caroline Piguin on Jun 11, 2014 7:00:00 AM

Vejo alguns casos aqui na Aceleratech de empreendedores que nunca tiveram nenhuma carteira assinada, e sempre um sonho de empreender.

Sem dúvida vocês já devem ter vistos casos de jovens empreendedores de 15 a 20 anos ( algumas vezes menos) que vêem um problema a ser resolvido e, voilá, logo surge uma startup que começa a se desenvolver ali. O mais impressionante é a qualidade das ideias, e, principalmente , da gestão da empresa, que em pouco tempo se torna um negócio rentável. Essas histórias alimentam a noção de que "ser empreendedor" é algum tipo de gene, e não um conjunto de habilidades a serem dominadas.

Falamos, na semana passada sobre o perfil de um empreendedor, e hoje, gostaria de falar um pouco sobre cinco mudanças de atitudes simples para estimular seu lado empreendedor:

Comece a tomar alguns riscos que outras pessoas não tomariam (dentro e fora da empresa)

Grande parte das pessoas são automaticamente aversivas a riscos, mas não o empreendedor. Jogar tudo para o alto para apostar em uma ideia que pode ou não dar certo é um enorme risco, principalmente se pensarmos que empreendedores não tem salário, ou seja, o bootstrapping terá que ser aplicado para o dia a dia do empreendedor, e não apenas na startup.

Se você ainda está trabalhando, comece a se arriscar mais, tome decisões mais arriscadas (não queremos dizer insensatas), faça mais projetos grandiosos, ouse sonhar mais alto. Isso serve também para assuntos não corporativos, Ouse mais e tome mais riscos em suas decisões no dia a dia.

Crie alguma coisa do zero.

Crie algum projeto seu. Pense em algo que te interessa, pode ser desde um produto, um site, blog, até um grupo do Facebook ou Linkedin. Projete-o desde o início: Layout, participantes, com quem você quer falar e como você vai divulgá-lo.O crie e deixe-o rodando. Administrar algo completamente desenhado por você é um ótimo aprendizado, além de ser muito recompensador.

Leia biografias de grandes empreendedores

Tente entender como grande empreendedores pensam ou pensaram, veja como funciona sua estrutura de pensamento. Temos várias histórias de grandes empreendedores dentro e fora do país.Steve Jobs ,Rockefeller e Barão de Mauá são alguns exemplos.

Treine a venda de suas ideias para outras pessoas ( você vai ter que vender para o resto de sua vida)

Em uma startup, todos são vendedores. Comece a treinar desde já a vender suas ideias, seja vender um projeto para seu chefe, convencer alguém que ir na pizzaria é melhor do que restaurante japonês no sábado a noite ou mudar aquele quadro terrível que você não gosta.

Você vai ter que vender para o resto de sua vida, que tal já começar a treinar?

Conviva com outros empreendedores.

As pessoas dentro do ecossistema empreendedor no país costumam ser bem próximas. Conheça outros empreendedores, entenda sua jornada ao sucesso, o que deu certo, o que deu errado, e o que você pode aprender com isso. Observe o comportamento e atitude de empreendedores bem sucedidos, e veja o que nela os ajuda no dia a dia. Sem contar que, quando você construir seu negocio, você vai precisar de parcerias e contatos, conhecer uma parte do ecossistema é fundamental.

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Jogando com o futuro de sua startup

Posted by Ana Maria Coelho on Jun 10, 2014 11:32:10 AM

Em tempos de preparação do país para megaeventos esportivos e de transformações importantes no cenário político, planejar o futuro pode ser um exercício estratégico estimulante e, ao mesmo tempo, tranquilizador.

Entender os possíveis cenários em que as empresas irão atuar ou aonde sua própria vida irá se desenvolver permite analisar o longo prazo neste mundo onde reina a incerteza. Tal como em sua origem teatral, os cenários ajudam a reconhecer o ambiente e adaptar-se às mudanças que ocorrem no ambiente, definindo os caminhos alternativos da evolução e permitindo escolher as manobras apropriadas para cada um deles.

O planejamento de cenários implica escolher, hoje, dentre várias opções, com total compreensão dos possíveis resultados no futuro. Você pode estar pensando: “Seria uma consulta cartomante para as empresas?” NÃO.

Compreender os cenários prepara as pessoas para qualquer contingência e confere a capacidade de agir com pleno conhecimento do risco assumido e da possível recompensa. Essa é a principal diferença entre um executivo sábio e um burocrata ou apostador, que são seus pólos opostos.

A facilidade de “jogar” com cenários depende do treinamento, da experiência e da intuição da pessoa. Qualquer pessoa pode criar cenários, mas será mais simples e correto se estiver disposta a estimular sua imaginação, criatividade e até certo senso do absurdo, sem no entanto abandonar o realismo necessário para manter os pés na terra.

Se você sente que sua vida necessita de alguma decisão de forte impacto no seu futuro, experimente. Identifique a questão central, determine as forças que essa questão impacta em sua vida e o grau de influência que ela exerce sobre aquilo que é fundamental para você. Classifique-as quanto à ordem de importância e grau de certeza, e o fundamental: defina a lógica dos vetores do que estarão em jogo a partir da tomada de uma decisão.

Sempre mantenha em mente a mecânica de três cenários tradicionais: o otimista, o pessimista e o intermediário. As pessoas tendem a apostar apenas no intermediário como o mais provável e com isso, põem a perder todas as vantagens de pensar o futuro sob outras perspectivas.

E lembre-se, assim como no teatro, os cenários são compostos por várias alegorias e materiais. Para uma boa análise das possibilidades sobre o futuro do seu negócio, não deixe de lado dois mundos: o dos fatos e o das percepções. Cenários exploram fatos, mas indicam as percepções daqueles que têm a responsabilidade de tomar decisões.

Quando funciona, é uma experiência criativa e libertadora. Entretanto, cuidado: evite um futuro oficial. Transforme essa conversa estratégica em um hábito permanente e esteja aberto a mudanças que possam acontecer no caminho. Afinal, como diz o senso comum: “o futuro a Deus pertence”.

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Como saber se você é um empreendedor

Posted by Caroline Piguin on May 29, 2014 8:30:00 AM

Ser um empreendedor demanda um conjunto muito específico de características. Além do pensamento diferente, as duas ações e prioridades também são muito distintas.

Vemos aqui na Aceleratech muitos ótimos empreendedores que tem características semelhantes, e decidimos compartilhar com vocês o que acreditamos ser as principais maneiras de você saber se é um empreendedor.

A primeira coisa que gostaria de deixar claro é que existem empreendedores em todos lugares, alguns estão de fato empreendendo, e outros, no entanto estão trabalhando em empresas de diversos tamanhos, o que não tira suas características empreendedoras.

Listamos, abaixo, as 6 principais características de um empreendedor

    • Você constantemete vê oportunidades (não só de novos negócios)

Oportunidades surgem em qualquer lugar, a qualquer hora. O empreendedor tem uma visão muito clara dessas oportunidades. Uma pessoa que pensa seu crescimento dentro de uma empresa aproveitando cada oportunidade que lhe é dada no caminho, é um exemplo claro do que estamos falando. Seja para a criação de sua própria empresa, ou em outras ocasiões de sua vida profissional, saber enxergar as oportunidades no caminho são um grande indicativo.

      • Obcecado pela satisfação dos clientes

Um empreendedor pensa incessantemente em como entragar mais valor para todos que interagem com ele, sejam colegas de trabalho, família, amigos, e clientes, de fato. No caso de uma startup, ele sabe que o cliente é o elo mais importante de qualquer startup, e o trata como tal. Para isso, ele trabalha constantemente para a melhoria de seu produto e do atendimento ao cliente, além de te ter uma visão afiada de futuro.

        • Assume responsabilidades por tudo que acontece em sua vida.

Um bom empreendedor não culpa o chefe,o mercado, os concorrentes ou a vida. Ele não busca culpados e se torna responsável por seus erros, acertos e riscos. E essa é a grande diferença. Uma pessoa que entende em profundidade seus erros e seus acertos, sabe como usá-los como aprendizado em suas próximas experiências.

        • Adora criar coisas novas

Uma premissa para ser um empreendedor é gostar de criar, ser apaixonado pelo novo, e ter ideias constantemente. Esse vício de fazer novas coisas, misturado com uma execução impecável e muito foco são fatores chave para o sucesso de uma empresa.

        • Não tem dificuldade de aprender novos conceitos mesmo fora da sua zona de conforto.

Um empreendedor quer resolver as coisas, mesmo que ele tenha que aprender como. Em uma empresa, por exemplo, ele é o cara que não se importa se uma tarefa é ou não específica de seu cargo, aprende novos conceitos e atividades constantemente para resolver seus problemas, ou conseguir produzir as suas atribuições da maneira que ele imagina.
Em uma startup, essa postura é fundamental, pois não importa se você é o programador, é fundamental que você também saiba vender, e mesmo que você seja o CEO, é bom aprender pelo menos o básico de programação para facilitar o seu dia a dia.

        • Tem uma excelente produtividade.

Um bom empreendedor sabe como manejar seu tempo para render o máximo por minuto. Ele aprende a entender seus pontos de principais distração, criar uma agenda e um método de gerenciamento do tempo. E quando falamos produtividade não queremos dizer mais tempo de trabalho. É importante que o empreendedor consiga fazer cada vez mais no mesmo espaço de tempo.

Esses são apenas alguns pontos que vemos que fazem a diferença em um empreendedor, e que os tornam "grandes profissionais", mas é importante deixar claro que algumas vezes essas são características natas em cada pessoa, mas caso você tenha interesse em empreender e te falte algum desses pontos, isso não te impedirá de ser um grande empreendedor,

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10 mitos sobre empreendedorismo

Posted by Ana Maria Coelho on May 27, 2014 11:21:57 AM

A imagem do jovem que apresenta ao mundo uma ideia brilhante, fomenta a inovação com sua empresa de alta tecnologia, gera milhares de empregos e, em pouco tempo, acumula fortunas parece ser o retrato mais bem acabado de um empreendedor de sucesso. Ok! Lindo! O único problema é que histórias assim, embora inspiradoras, são exceções.

Tanto os mitos que glorificam a realidade quanto aqueles que a tornam mais dura e complexa do que é só servem para dificultar a trajetória de quem quer ter seu próprio negócio. Por isso, resolvi trazer para o nosso papo os mitos mais tradicionais extraídos do livro “O segredo de Luísa” de Fernando Dolabela. Se você ainda não leu, vale a pena!

    • Só quem faz o que gosta tem sucesso

Pessoas à frente de pequenas empresas são unânimes em afirmar que têm paixão pelo que fazem – e que isso é de extrema importância para seu sucesso. Contudo, são fatores muito mais concretos que determinam o crescimento e a sustentabilidade de um negócio – como a escolha acertada do mercado e das fontes corretas de financiamento.

      • Empreendedorismo é coisa de rico.

Pessoas e comunidades pobres podem e devem empreender. A atividade gera renda de forma sustentável e permite às pessoas sair do nível de miséria que viviam ao iniciarem seus próprios negócios.

  • Só quem tem dinheiro terá sucesso ao empreender.

Ter acesso a fontes corretas de financiamento é certamente um fator importante para a expansão de um negócio, mas acreditar que dinheiro é a garantia de perenidade para a empresa pode induzir muitos empreendedores ao fracasso.

  • Quem fracassa uma vez, vai fracassar sempre.

Há poucas coisas que assustam tanto um empreendedor quanto a ideia de ter de fechar as portas da sua empresa. Começar de novo após uma experiência ruim não é tarefa das mais fáceis, mas o mercado está repleto de empreendedores que só conquistaram o sucesso depois de muitas tentativas.

  • É preciso ter ideias geniais para ter sucesso.

Boa parte dos novos negócios está ligada a atividades que não demandam grandes inovações ou alta tecnologia – como, por exemplo, o varejo.

  • Empreendedores não têm chefes e são completamente independentes.

O empreendedor está longe de ser independente e serve muitos senhores: sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, credores, família.

  • É preciso ser jovem para começar um negócio.

Idade não é barreira. A energia necessária para tocar um empreendimento não está relacionada à juventude. Para alguns estudiosos, a maturidade seria, inclusive, um fator positivo ao esforço empreendedor.

  • Todo empreendedor deseja enriquecer rápido

Empreendedores de sucesso buscam construir empresas onde possam realizar ganhos de capital em longo prazo. A principal motivação de curto prazo é a realização pessoal, o controle dos seus próprios destinos e a realização dos seus sonhos. Dinheiro é uma ferramenta e uma consequência!

  • Empreendedores experimentam um nível de estresse maior.

Empreender não é mais ou menos estressante do que qualquer outra profissão. A diferença está no significado que o trabalho representa em sua vida.

  • Empreendedores são heróis e nascem feitos.

Acreditar que empreendedores nascem feitos e demonstram desde a infância ou adolescência características importantes para comandar a própria empresa é limitante e irreal. Todo ser humano pode aprender e desenvolver competências.

Portanto, meu amigo, se você realmente optou em ter um negócio próprio, deixe os mitos de lado e vá a luta. É pra frente que se anda!

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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Um mar azul para o mobile na classe média

Posted by Alex Ivonika on May 19, 2014 7:00:00 AM

Nosso país está em franco amadurecimento do mercado mobile. As companhias, a audiência e os investimentos começam a caminhar para o correto equilíbrio deste meio. Em 2013, tivemos pela primeira vez mais vendas de smartphones do que celulares convencionais e feature phones, e ainda há muito o que crescer. Porém, grande parte das iniciativas mobile ainda são destinadas aos iPhones, Android High End e focadas em um bom atendimento do público A e B. Há um mundo de oportunidades mobile não exploradas na classe C que são perfeitas para os empreendedores. Entenda o porquê.

Vivemos de 2010 para cá um boom de aplicativos. As empresas de mídia e serviço lotaram as lojas com programas que faziam de tudo - muitas vezes, com coisas inúteis para a sua audiência - pensando que estavam se fortalecendo e marcando presença neste cenário. Acontece que estar lá, na App Store ou Play, não significa presença. Muito menos o fortalecimento da marca.

Com o amadurecimento do mercado, a inovação começou a pesar cada vez menos em relação à uma outra palavrinha, que começou a incomodar aqueles que estavam mais preocupados em se manter inovadores no mercado, a RELEVÂNCIA. E é óbvio, como dar sentido e ser relevante para um determinado target deve ser o insight básico para se iniciar qualquer projeto. Seja mobile, web ou qualquer outro segmento.

Bem, junto com isso a vendas de smartphones explodiu. Pela primeira vez se vendeu mais smartphones do que celulares "não inteligentes". No total o share foram 32* mm destes devices vendidos contra 29* mm. Imagine, são 64 smartphones vendidos por minuto no Brasil. E isso só irá aumentar a cada dia das mães, dos pais, dos namorados, natal... Sem contar a venda de tablets, que cresceu 312%**.

Traduzindo para a prática, temos uma base relevante de pessoas utilizando estes devices por aqui. O mais curioso é que estudos internacionais apontam para uma estabilização das vendas lá fora, mas em países emergentes (como nosso lindo Brasil) há muito crescimento previsto para o número de usuários. Mas isso por quê? Simples! A força para a expansão da base é uma velha conhecida, a classe C. A classe D também, por que não? É fácil ler isso nos números. Android domina o mercado, e não era assim na prática em 2011/12, com 73%** de participação. Digo na prática porque praticamente não haviam usuários ativos de aplicativos nessas plataformas. O share gigante na participação se dá devido ao grande número de vendas dos aparelhos que saem por menos de R$ 1.000. Da mesma forma com os tablets, que detém 87%** deste segmento. Para completar a parafernália numérica, a classe C possui apenas 39%** de participação na utilização destes aparelhos. Desta forma, só há um lado para onde este aumento da base aponta, a direção da classe que agora começa a ter poder de compra.

A cultura de utilização de um dispositivo móvel começa, enfim, a fazer da parte da rotina de uma classe carente de atenção e serviço, pois, até então, a esmagadora maioria de iniciativas estavam (ou ainda estão) dedicadas ao universo do iPhone. Para se ter uma ideia, o smartphone é o principal meio de conexão com a internet para 33%** dos usuários. As lan houses agora estão na palma das mãos de um público que pode acessar a internet 3G por R$ 6,90 semanalmente. Enfim estamos vivendo a democratização da internet, mas via mobile.

Buscar entender a fundo os anseios e necessidades deste público, que no fim das contas é o retrato do Brasil você queira ou não, abrirá oportunidades incríveis no ponto de vista do empreendedorismo. Um exemplo bem sucedido são os aplicativos sobre itinerários e linhas de ônibus. Menos barulhentos que seus primos para taxi, fazem muito sucesso e estão presentes na vida de seus usuários. Ta aí a tal RELEVÂNCIA que buscam os big projetos das marcas e companhias famosas. Essas grandes marcas e empresas não tem a dinâmica e velocidade para planejar novas iniciativas pensadas nesse público. E a grande maioria não considera a classe média como target. Está aí mais uma vantagem competitivas para que start ups se aproximem deste público com produtos relevantes.

A coragem e garra são as características mais latentes no perfil de um empreendedor, e é justamente o que mais falta nas decisões das grandes corporações. Atrelar isso a visão de mercado e senso de oportunidade te fará encontrar excelentes oportunidades para servir um público carente de produtos no ambiente mobile e que está extremamente disposto a experimentar. Estamos falando de um segmento que movimenta milhões de reais no mercado informal, que é responsável pelo pouco crescimento que tivemos no PIB em 2013, mas que tem poucas alternativas em produtos e serviços no ambiente digital. Quem dirá no mobile.

Tá aí um grande mar azul a ser explorado pelos empreendedores dispostos a inovar.

Fontes:
*Abinee
**Nilsen

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Por que os empreendedores são tão felizes?

Posted by Caroline Piguin on May 7, 2014 8:34:52 AM

A vida de um empreendedor, apesar de ser extremamente trabalhosa é muito recompensadora. Não há nada mais gostoso do que ver algo que você construiu crescer e escalar pelo Brasil e mundo. Com uma startup ou pequena empresa é muito mais fácil ver os resultados diretos de seu trabalho e o crescimento é geralmente muito maior.
Esses são apenas alguns dos motivos para explicar o porquê empreender é tão bom, mas existem muitas outras mais.

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4 itens que você tem que prestar atenção em um contrato

Posted by Caroline Piguin on May 2, 2014 12:10:31 PM

Sabemos que, um momento extremamente importante para uma startup é o fechamento de um investimento, ou mais precisamente, a assinatura de um contrato. Mas esse momento pode ser tanto um alívio, quanto o início de um tormento. Vemos empresas se comprometendo com coisas que não sabem se são capazes de cumprir, ou ainda concordando com penalidades extremamente severas.

As consequências de não ler as letras miúdas geralmente são graves, e o contrato é primeiro teste do investidor. Será que um empreendedor que assina contratos sem ler é realmente o tipo de gestor que ele procura para um negócio investido? Coloque-se no lugar dele. Você se sentiria seguro?

A primeira dica que damos sobre um contrato é: Jamais assine sem a revisão ou o aconselhamento de um advogado. Ele saberá todas as particularidades de seu negócio e mercado, e sempre terá em vista seus interesses. Mesmo assim é essencial que você também leia o contrato, para entender suas obrigações e o que acontecerá com sua empresa caso você não cumpra o acordado.

Geralmente, contratos de investimento são longos e complicados, e dificilmente você terá uma conclusão em um dia de trabalho. É comum receber os contratos em formato aberto, e enquanto você faz sua leitura inicial, inclua seus comentários, dúvidas e pontos de preocupação. Dificilmente em uma primeira leitura você conseguirá entendê-lo e ver todos os pontos. Leia duas, três, quatro vezes. Seja cauteloso. A assinatura de um contrato, por melhor que se deem as partes, será sempre desgastante,mas ninguém espera que seja fácil, então mantenha suas necessidades e seus valores , mas saiba quando ceder.

Veja os 4 principais itens a se prestar atenção em um contrato:

Penalidade
A penalidade é o que vai acontecer contigo e com sua empresa caso você infrinja o contrato. A penalidade geralmente vem em forma de multa, devolução e até processos. A tendência é que você tente sempre puxar as penalidades para o mínimo que conseguir, afinal, mesmo que você não pretenda infringir o contrato, você deve proteger a si mesmo e ao seu negócio.Tente limitar as penalidades ao negocio somente e não aos sócios.
Leia com cuidado e carinho, mas tenha em mente que da mesma forma que você está tentando se proteger, seu investidor/contratante também está. Mantenha o bom senso sobre o que é ou não viável.

Obrigações
Essa parte do contrato apresenta as obrigações dos dois lados, tanto do contratante quanto do contratado, do investidor e do investido. Certifique-se de que você será capaz de cumprir com todas as suas obrigações, não fique só no “eu acho que dá…” Uma dica que costumamos dar por aqui é que você deve buscar que as obrigações sejam recíprocas, ou seja, se você tem a obrigação de algo, busque o outro lado do contrato a te oferecer algo parecido.

Confidencialidade
Em geral, tente colocar a confidencialidade como uma cláusula mútua, caso vocês decidam seguir por esse caminho. É importante não confundir a confidencialidade com NDA (Non Disclose Agreement). Geralmente, investidores não assinam um NDA para uma apresentações ou pitches, e isso é uma prática do mercado, e não significa que ele vai te passar a perna e roubar sua ideia. Lembre-se da quantidade de propostas, apresentações, pitches e contatos que ele tem diariamente, é inviável assinar um termo para cada um deles. Investidores não estão no mercado para roubar sua ideia, primeiro, e principalmente, porque esse não é o objetivo deles, a expectativa do investidor é achar empresas sólidas, confiáveis e de acordo com seu perfil de investimento. Caso ele não acredite que você faça parte desse grupo, ele marcará mais reuniões para conhecer novas ideias e startups, e não copiar seu negócio. Segundo por que a reputação dele também está em jogo.

Disposições gerais
Preste atenção especial para as disposições gerais. Em geral estão no fim do contrato, e você só chega nela quando já está cansado. É lá que geralmente ficam as armadilhas.

Esses são apenas os pontos a prestar mais atenção em um contrato. Você não vai, é claro, pular as outras partes. E como já falamos acima, sempre, independentemente do contrato que você vai assinar, peça a ajuda de seu advogado.

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