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Céus, o pitch!

Posted by Thiago Tambuque on Mar 11, 2015 1:15:57 PM

Muito se fala sobre qual a melhor maneira de se fazer um picth. Minha dica de ouro, de cara, é: “seja você mesmo”.

Quem já passou por um treinamento de pitch, principalmente comigo, já me ouviu dizer algo como “faça de conta que está conversando com um amigo” ou “imagine que você está num bar”. O segredo, na verdade, não é um segredo. É algo que já é sabido por todos mas que, numa situação de exceção – o pitch – fazemos questão de esquecer. Resultado: usamos uma linguagem que não é a nossa; um gestual e uma impostação que não é a cotidiana e encarnamos um personagem do teatro grego. Não é assim que as coisas funcionam ou, pelo menos, não é assim que deveriam funcionar.

A verdade é que quanto mais naturais somos, mais credibilidade passamos. De nada serve uma pessoa descontraída e extrovertida se colocar como uma pessoa séria e compenetrada nem vice-versa. Geralmente, quem faz pitch não é ator profissional e, via de regra, a máscara cai. E ela cai da pior maneira: A

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Lançando o foguete: 5 Lições do Crescimento Astronômico da iFood

Posted by David Kato on Nov 18, 2014 1:11:02 PM

No iFood somos maníacos por duas coisas: saciar a fome e números.

Temos KPIs para tudo. Recebemos informação de como estão as vendas por SMS, temos dashboards diários e semanais para a empresa e para áreas e dificilmente passamos um dia sem abrir o Excel.

Não tem como ser diferente, não existe crescimento sem ser obcecado por indicadores.

A maior realização de um louco por números é ver o gráfico de receita virar um hockey stick. É a confirmação que a empresa está fazendo tudo certo e que o foguete está lançado para o crescimento astronômico.

Mas no final das contas, o que temos feito para duplicar de tamanho de forma consistente nos últimos 24 meses?

1. Estabeleça metas claras e agressivas

O maior salto do iFood aconteceu quando definimos uma meta muito agressiva. Antes sabíamos que precisávamos crescer, mas ninguém da empresa sabia o número exato. A primeira meta foi 100 mil pedidos.

Todos acharam que era loucura, mas todos sabiam o número exato - dos diretores aos estagiários. Como a responsabilidade de cada área era muito clara, todos perceberam que era possível. No final, atingimos o resultado e por pouco não ultrapassamos o limite superior.

Se sua empresa não está pronta para estabelecer metas agressivas, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 1: Não tenha medo de estabelecer metas que parecem impossíveis.

2. Conheça seus canais de captação

Ter aprendido quais são os melhores canais para capturar usuários mobile foi uma dais maiores alavancas do crescimento do iFood. Quando aprendemos a fazer isso de forma consistente não paramos de crescer.

Já conversei com uma centena de empreendedores e quase todos falam que a estratégia de crescimento é ser viral. O boca-a-boca é só um dos possíveis canais de captação. Uma empresa só cresce astronomicamente, se souber captar usuários usando diferentes meios:

- aquisição paga (Adwords, afiliados, display, Facebook Ads, etc)
- equipe comercial
- SEO / inbound marketing
- viral (member get member)
- mídia offline (anúncios em revistas, trade marketing, rádio, TV)
- não escaláveis (parcerias /hustling)

Se os canais não estão mapeados, a empresa não está pronta para acelerar os investimentos para crescer.

Lição 2: Crescer é muito difícil, não deixe de aproveitar todos os canais disponíveis para o crescimento.

3. Saiba seu lifetime value

No iFood, o lifetime value é um dos principais norteadores das decisões de investimento para trazer novos clientes. Não faz sentido trazer um cliente através de um canal que não se paga. Saber quanto investir para adquirir usuários é essencial para o crescimento.

Fico impressionado com a quantidade de empreendedores que não conseguem responder de forma simples e direta qual é o lifetime value do cliente, sem isso é impossível tomar decisões de investimento.

Se o custo de um usuário for maior que o lifetime value, a empresa não está pronta para investir no crescimento.

Lição 3: Entender como o negócio gera dinheiro define como se pode investir.

4. Azeite seus processos internos

A área que cadastra novos restaurantes continua do mesmo tamanho, em compensação consegue cadastrar 4 vezes mais contas com a mesma quantidade de pessoas. Isso sem perder qualidade e diminuindo o tempo médio necessário.

O caminho natural seria ter uma equipe 3 ou 4 vezes maior para realizar esse trabalho.

Quando uma empresa cresce 10% - 20% todo mês, a tendência natural é acelerar na contratação. Afinal de contas, com o crescimento o volume de transações, aumenta o volume de trabalho. Mas no calor do momento, é fácil contratar errado. Uma contratação boa é um ativo, uma ruim é um passivo em dobro. Melhor do que contratar, é pensar em processos e sistemas que otimizem e automatizem o trabalho.

Se a empresa não sabe como escalar sua operação, ela não está pronta para o crescimento.

Lição 4: Antes de contratar, veja se não é possível fazer o mesmo trabalho com a metade das pessoas ou na metade do tempo.

5. Celebre as vitórias

A vida de startups é tão corrida que nos esquecemos de comemorar as vitórias. Aqui no iFood quebramos nossa meta principal em metas parciais e para cada uma delas temos uma garrafa de champagne. Quando alcançamos uma delas estouramos o champagne e comemoramos. Quando atingimos a meta principal, fazemos uma festa.

Pode parecer algo de pouca importância, mas comemorar as vitórias é um ritual importante para demonstrar que aquela fase acabou e que todos estão prontos para o próximo desafio. É por isso que as pessoas fazem baile de formatura, festa de casamento e comemoram reveillon.

É da natureza humana ter rituais que simbolizam o fim de uma fase e o começo de outra.

Lição 5: Festejar a vitória te prepara para os novos desafios.

Provavelmente, as lições de crescimento de outra startup não serão as mesma do iFood, mas isso que torna o ecossistema de startups tão apaixonante: aprender em 6 meses o que demoraria anos para aprender em uma empresa tradicional.

Pode ser que o crescimento astronômico demore a chegar, mas esteja sempre pronto para embarcar no foguete e para abrir seu primeiro champagne.

Um brinde e saúde!

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Coisas que aprendi com o e-mail marketing da Cuponeria

Posted by Nara Iachan on Nov 13, 2014 8:00:00 AM

Eu pensava que fazer e-mail marketing era tarefa mais fácil. Parece divertido escrever para os muitos "leitores" sobre alguma coisa que chame a atenção quase todos os dias, não? Bom, divertido é sim, mas fácil não é tanto. Quem já fez ou faz e-mail marketing provavelmente já passou/passa pelas mesmas fases que eu. Como acredito que seja uma trajetória comum, vale a pena listar o que acontece em cada uma e oferecer algumas dicas pessoais.

1) O início – Medo do desconhecido: Eu tinha pânico na hora de enviar e não conseguia sequer apertar o botão para agendar. Pedia para alguém fazer isso por mim. Revia o e-mail milhões de vezes, clicava em todos os links outras milhões, só para ver se ainda estavam funcionando. Lia novamente cada palavra para ver se tinha deixado passar algum erro de digitação. No final cada e-mail levava cinco vezes o tempo previsto para sair. Pode parecer absurdo, mas vendo agora, acredito que todos os medos e revisões tiveram sua importância para me fazer aprender e ganhar experiência.
2) Vontade de fazer diferente: Conforme fui ganhando experiência, o medo passou e começou uma grande vontade de fazer diferente dos outros, com imagens diferentes e textos diferentes. Os e-mails passaram a ser personalizados, com algum assunto do dia, da época, ou algo que simplesmente agradasse. Isso deu muito certo: os e-mails começaram a chamar muito mais a atenção do que antes, e comecei a receber mensagens e comentários com elogios, dizendo que o e-mail combinou com o dia, etc. Arrisquei rimas e algumas piadas. Então percebi claramente que o interesse do público pode variar muito conforme o jeito que a gente escreve, e provavelmente isso muitas vezes influencia até mais do que o próprio conteúdo em si.44
3) Hora de testar: Depois de fazer tudo diferente, fiquei em uma neurose de fazer testes. Que título faz as pessoas abrirem mais? Que horário? Que tema? Qual é a melhor lista? Esses testes são muito importantes, pois vão te dizer o que está bom e o que precisa melhorar. Eles dão uma noção do que vai acontecer com o e-mail que você ainda não disparou. Todo mundo precisa fazê-los em algum momento, e quanto antes melhor.
4) Fase de repetição: O próprio diferente já é um padrão, e como passei a saber o que o público queria ler, quantos iriam abrir, no que as pessoas iam clicar, etc., o e-mail tornou-se um pouco mais mecânico. Uma revisão rápida passou a ser suficiente e o e-mail começou a ficar pronto em muito menos tempo.
5) Delegação: Por fim, passei parte do trabalho para alguém. Nessa fase fiquei com um pouco de ciúmes, mas vi que era necessário. Aqui, minha dica é que mesmo que você queira continuar fazendo o e-mail alguns dias da semana, saiba delegar pelo menos em parte, pois assim terá mais tempo para se dedicar a outras coisas.

É por isso que, para quem está começando a fazer o e-mail marketing de uma empresa, minhas dicas são as seguintes: Mantenha a calma, não duvide de que fazer algo diferente é excelente para a reação do público (e não tenha medo de inovar), teste seu público, e, por fim, saiba delegar parte do trabalho quando necessário.

Espero que goste das dicas e que o e-mail marketing possa ser para você exatamente o que é para mim hoje em dia: um hobbie.

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20 hábitos dos especialistas em e-mail marketing (parte 02)

Posted by Caroline Piguin on Jul 29, 2014 7:00:00 AM

E-mail marketing é uma ótima maneira de comunicar-se com seus diferentes públicos. Seja para divulgação de notícias, conteúdo, criação de relacionamento, ou propaganda, contanto que a estratégia de e-mail marketing esteja bem amarrada com o restante da estratégia de marketing e comunicação. É fácil ver um e-mail marketing que nos causa desconforto, ou sensação de SPAM. Difícil, no entanto, é dominar a linguagem e criar um e-mail marketing realmente valioso para seus leitores. Por isso fizemos um post em duas partes sobre os principais hábitos dos especialistas em e-mail marketing, baseado nas dicas do Get Response

Veja o post anterior

Hábito 11 - Eles se mantem dentro de sua marca
Como são os e-mails que você manda? Eles se ajustam à resolução da tela? Como ele se parece em diferentes navegadores? Como é o seu design?
Você já clicou em uma newsletter e percebeu que o design do e-mail não tinha absolutamente nada a ver com o site? Isso acontece quando o responsável não inclui o e-mail marketing no branding da empresa. Você tem que pensar em como seu e-mail marketing vai interagir com cada material de sua empresa, e como deve ser essa interalção.
Você não precise se preocupar em ter uma newsletter absolutamente fantástica, muitas vezes percebemos que e-mails apenas de texto performam muito melhor do que gráficos e layouts muito elaborados. A questão é que você deve pensar nas cores, logos e design de seu e-mail marketing.

Hábito 12: Eles trabalham duro para criar o conteúdo perfeito.
O que é o conteúdo perfeito pra um e-mail marketing?
Ele é o que ajuda de fato seus leitores. É o conteúdo que supre as suas expectativas e que cumpre o que foi prometido.
O conteúdo certo é objetivo, não tem enrolações, estimula o engajamento e compartilhamento de informações, e principalmente, converte e é precursor das vendas.
É o conteúdo que é o passo anterior ao lead de produtos e serviços. Ele te mantém como a marca mais lembrada, porque você gerou valor efetivo para seus clientes com ele. Um bom conteúdo mostra sua autoridade e conhecimento sobre determinado tema, dessa maneira, seus leitores não terão que ir em outro lugar.
Essa é , na verdade, a única razão para você abrir todos os e-mails de seus blogueiros favoritos. Espalhe seus conhecimentos, dessa forma você vai ter mais respostas positivas.

Hábito 13: Eles não vão encher sua caixa de spam.
Seus blogs favoritos nunca, jamais vão encher sua caixa de spam. Sabe porque?
Porque spam é uma quebra de confiança. Seus leitores depositaram uma informação pessoal deles (seus e-mails) e esperem que você proteja essa informação com o mesmo cuidado que eles protegem. Por isso, nem pense em mandar informações de afiliados, promoções alheias, entre outras coisas.
Qual o cuidado que você gostaria que tivessem com seu e-mail? Reproduza ele com cada um de seus inscritos. Antes de mandar qualquer coisa para eles, pense: Isso vai ser realmente relevante para meu leitor? Qual o valor que eles verão nesse e-mail? Se você não souber ou a resposta for não, nem pense em mandar. advice on healthy living or finding a soul mate.

Hábito 14: Eles constroem um relacionamento com seus leitores antes
Acreditamos sim que o e-mail marketing pode te ajudar muito com suas conversões e vendas. Mas o dinheiro, na verdade, está no relacionamento que você constrói com sua lista.
Ótimos profissionais de marketing sabem que antes de tentar vender qualquer serviço ou produto é necessário oferecer um valor muito claro e construir uma base sólida de relacionamento e confiança.
Para tentar vender algo por e-mail marketing, você tem que provar muito bem o seu valor antes. Você tem que ganhar o direito de fazer promoções, e o esforço colocado nisso vale pelo imenso retorno sobre investimento.

Hábito 15: Eles tem um ótimo call to action
O que você espera que os leitores façam com sua newsletter? Compartilhem o conteúdo? Comprem o seu produto? Te respondam? Curtam nas mídias sociais? Se você pudesse escolher um, qual seria?
Mantenha-se focado, e não encha seus e-mails com call to actions. Esse tipo de coisa tira a atenção do real foco, e seus e-mais não vão jamais dar o resultado esperado.

Hábito 16: Eles sabem o que (e como ) oferecer
Como eles sabem exatamente a ação que eles esperam, eles sabem como criar ofertas incríveis ( e impossíveis de não clicar). Como eles sabem quem é o leitor, e o que eles esperam de resultado, eles sabem também o que oferecer, e a qual preço.

Hábito 17: Eles sabem ler pessoas
Os especialistas de e-mail marketing sabem a diferença entre o que as pessoas falam que vão comprar e o que elas realmente vão. Eles entendem o que as pessoas precisam é diferente do que as pessoas gostam, ou querem, e sabem que esse precisar é o que gera os cliques, as compras, o retorno.

Hábito 18: Eles não param de aprender.
Os especialistas em e-mail marketing são carismáticos, tem uma linguagem simples, porém envolvente. Mas eles não nasceram com essa habilidade. Eles colocam horas e mais horas aperfeiçoando suas habilidades, aprendendo novas técnicas, fazendo novos testes, e vendo as tendências e mudanças de comportamentos.
Eles são metódicos e não param de trabalhar, sabem que para se tornar um profissional especialista é necessário tempo e estudo.

Hábito 19: Eles medem seus resultados
Como foi sua última campanha de e-mail? Como foi a taxa de abertura? E a de cliques? O segredo para entender cada vez mais , é saber o que você está fazendo de certo, e de errado. Experimente novas maneiras de falar, novos títulos, novas ofertas, novos layouts, horários de envio, e por aí vai.
Não esqueça de usar o split testing, que é mandar inicialmente para duas amostras com pequenas modificações entre eles, e qual performar melhor, vai para o restante do público,

Hábito 20: Eles tratam bem sua audiência
E finalmente, a principal dica. Eles se importam realmente com os seus leitores. O e-mail não é uma maneira de chegar no bolso do seu leitor, mas sim no seu coração. Com o e-mail marketing, assim como qualquer maneira de comunicação, você tem uma oportunidade incrível de torná-lo um embaixador da marca, de colocar-se como uma empresa que realmebte está do lado de seus públicos.

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O que é o Lifetime Value e porque você deve usá-lo agora

Posted by Caroline Piguin on Jul 17, 2014 7:18:10 AM

O quanto sua empresa está aproveitando seus atuais clientes? Qual o valor médio que um cliente gasta com seus produtos/serviços, durante todo o seu relacionamento com ele?

É muito comum ver um comportamento de predição nos empreendedores, menos comum, no entanto, é que eles saibam de cor seus números e métricas. Conversando com muitos empreendedores descobrimos que grande parte desses não tem controle constante desses números, ou pior, não sabem como controlá-los.

O que é o Lifetime Value?

O Lifetime Value é uma métrica essencial para o planejamento estratégico das startup, que determina qual o valor de um cliente para uma startup. Isso significa que você conseguirá entender quanto um cliente gasta com seus produtos/serviços durante todo o seu relacionamento com ele.

Para calcular o lifetime value, você vai precisar de alguns outros dados de sua empresa na ponta da língua. Caso sua startup seja recém criada, pode ser que você não tenha todos os dados suficientes para calcular ainda, mas você pode estimar e ir ajustando o número de acordo com o tempo.

Lembre-se que o lifetime value não é um valor fixo, muito pelo contrário, ele vai se modificando juntamente com a mudança de suas estratégias, produto e vendas. Por isso, procure sempre refazê-lo para garantir maior assertividade de resultados.

Como Calcular o Lifetime Value

Você deve multiplicar o valor médio de suas vendas pela repetição média de vendas anuais. Multiplique esse número pela duração em anos (em média) de duração do relacionamento.

A conta ficaria algo mais ou menos assim:

Valor do seu ticket médio x número de vendas (em média) por cliente em um ano x anos (em média) de duração de um relacionamento.

Quer alguns exemplos?

Uma startup que vende aplicativos para smartphones. Cada download de aplicativo custa R$1.00, e depois da compra, o cliente não precisa mais interagir com a empresa.

1 x 1 x 1 = 1

Por outro lado, uma empresa que vende um serviço por assinatura, com o valor mensal médio de R$150, cujo relacionamento dura, em média 3 anos.150x 12 x 3 = 5.400

Ou seja, enquanto a primeira empresa recebe R$1 em toda a vida útil do cliente, a segunda recebe R$5.400, e isso faz uma enorme diferença no planejamento de marketing, vendas e no modelo de geração e acompanhamento de leads.

A primeira empresa claramente não vai ter um profissional que mantém contato constante com seus clientes, pois o valor individual de cada cliente não é suficiente para a manutenção de um profissional nessa área, por outro lado a sua grande missão é achar maneiras que convertam rapidamente, sem a necessidade de consultas ou demonstrações ao vivo. A segunda empresa, no entanto, tem uma prioridade clara em manutenção e acompanhamento de clientes, e para isso ela tem que investir em maneiras em que o relacionamento com cada cliente seja mais duradoura. Com a compreensão do lifetime value as empresas podem estruturar melhor sua estratégia e custo com o processo de vendas e marketing.

Ainda tem dúvidas sobre o tema? me mande um e-mail para carol@aceleratech.com.br adorarei ajudá-lo!

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Por que as startups falham?

Posted by Caroline Piguin on Jun 30, 2014 7:00:00 AM

Sabemos que, estaticamente, a maioria das startups falha. Mas por que?

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Colaboração que gera networking

Posted by Thiago Ermano on Jun 12, 2014 7:00:00 AM

Em tempo em que a internet é o motor de uma inteligência coletiva, em rede, a Era do Conhecimento continua a trazer benefícios àqueles que transmitem conhecimentos por meio da colaboração. Compartilhar ideias, pensamentos e aprendizados nunca antes fora tão útil para quem está formando o networking profissional. Neste artigo será abordada a importância da contribuição intelectual, como forma de conectar pessoas à filosofia: visão, missão e valores; e dicas de como utilizar ferramentas online e offline para o sucesso das ações de relacionamentos.

Com o desenvolvimento tecnológico, novas dinâmicas estão surgindo a cada dia nas relações humanas. E encontrar bons parceiros de negócios é um dos grandes desafios de nossa década, já que as relações de trabalho e o dinheiro são observados de maneira diferenciada pelas gerações digitais da atualidade. Profissionais que utilizam ferramentas de Comunicação Social têm se beneficiado no mundo dos relacionamentos. Mas como fazer isso?

A dica inicial é: ajude para ser ajudado! Se você é um especialista (ou tem conhecimentos práticos e teóricos sobre) em algum tema, contribua com profissionais que buscam resoluções para seus problemas, sugerindo caminhos (testados e comprovados). Suas ideias podem valer bons relacionamentos – tanto no mundo virtual quanto no mundo “presencial”. Vejamos dois exemplos.

Colaboração pela rede – A primeira dica é utilizar os recursos da Internet para estabelecer conexões com públicos afins.

Transmita conhecimentos pessoalmente – Fora do mundo virtual, um caminho interessante para se conquistar parceiros de trabalho, através da troca de informações e ideias, está na participação de eventos de relacionamentos. No mercado de startups, por exemplo, um gestor que precisa criar um modelo de empresa lucrativa – com alto potencial de crescimento, para gerar interesses em investidores – deve formar um time diversificado, campeão. Composta a equipe básica, o projeto já pode se tornar uma realização, saindo do papel.

Leve cartões – Nesses encontros de networking são conectam empreendedores, investidores, incubadoras, aceleradoras de negócios, formadores de opinião das mais diversas mídias e afins. Para aproveitar ao máximo essas experiências, lembre-se de que o foco é contribuir mais do que receber. Leve sempre cartões de visitas para trocá-los ao conhecer pessoas.

“Oi, o que você faz?” – Conecte-se ao maior número de interessados possíveis e ajude-os a pensar em mecanismos para explorar de forma criativa e inovadora seus projetos – assim como é justo também pedir algumas percepções sobre os seus projetos. É fundamental que esteja focado na área que tem domínio, validando suas ideias com os interessados. Lembre-se de que se os profissionais estão por lá é porque

buscam stakeholders para compor sua cadeia de negócios. Que tal começar a conversa assim: “Oi, tudo bem? O que sua empresa faz?”.

Por fim, se coloque à disposição para contribuir com os projetos afins, e tenha a certeza de que estas ações de colaboração – sejam de forma virtual ou pessoalmente – irão render boas trocas de ideias, que podem ajudar ainda em seus projetos. A colaboração é a marca da década atual, e ajudar para ser ajudado torna-se fundamental para o sucesso de seu empreendimento. Afinal, como sabemos, gentileza gera gentileza!

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Como se tornar um empreendedor

Posted by Caroline Piguin on Jun 11, 2014 7:00:00 AM

Vejo alguns casos aqui na Aceleratech de empreendedores que nunca tiveram nenhuma carteira assinada, e sempre um sonho de empreender.

Sem dúvida vocês já devem ter vistos casos de jovens empreendedores de 15 a 20 anos ( algumas vezes menos) que vêem um problema a ser resolvido e, voilá, logo surge uma startup que começa a se desenvolver ali. O mais impressionante é a qualidade das ideias, e, principalmente , da gestão da empresa, que em pouco tempo se torna um negócio rentável. Essas histórias alimentam a noção de que "ser empreendedor" é algum tipo de gene, e não um conjunto de habilidades a serem dominadas.

Falamos, na semana passada sobre o perfil de um empreendedor, e hoje, gostaria de falar um pouco sobre cinco mudanças de atitudes simples para estimular seu lado empreendedor:

Comece a tomar alguns riscos que outras pessoas não tomariam (dentro e fora da empresa)

Grande parte das pessoas são automaticamente aversivas a riscos, mas não o empreendedor. Jogar tudo para o alto para apostar em uma ideia que pode ou não dar certo é um enorme risco, principalmente se pensarmos que empreendedores não tem salário, ou seja, o bootstrapping terá que ser aplicado para o dia a dia do empreendedor, e não apenas na startup.

Se você ainda está trabalhando, comece a se arriscar mais, tome decisões mais arriscadas (não queremos dizer insensatas), faça mais projetos grandiosos, ouse sonhar mais alto. Isso serve também para assuntos não corporativos, Ouse mais e tome mais riscos em suas decisões no dia a dia.

Crie alguma coisa do zero.

Crie algum projeto seu. Pense em algo que te interessa, pode ser desde um produto, um site, blog, até um grupo do Facebook ou Linkedin. Projete-o desde o início: Layout, participantes, com quem você quer falar e como você vai divulgá-lo.O crie e deixe-o rodando. Administrar algo completamente desenhado por você é um ótimo aprendizado, além de ser muito recompensador.

Leia biografias de grandes empreendedores

Tente entender como grande empreendedores pensam ou pensaram, veja como funciona sua estrutura de pensamento. Temos várias histórias de grandes empreendedores dentro e fora do país.Steve Jobs ,Rockefeller e Barão de Mauá são alguns exemplos.

Treine a venda de suas ideias para outras pessoas ( você vai ter que vender para o resto de sua vida)

Em uma startup, todos são vendedores. Comece a treinar desde já a vender suas ideias, seja vender um projeto para seu chefe, convencer alguém que ir na pizzaria é melhor do que restaurante japonês no sábado a noite ou mudar aquele quadro terrível que você não gosta.

Você vai ter que vender para o resto de sua vida, que tal já começar a treinar?

Conviva com outros empreendedores.

As pessoas dentro do ecossistema empreendedor no país costumam ser bem próximas. Conheça outros empreendedores, entenda sua jornada ao sucesso, o que deu certo, o que deu errado, e o que você pode aprender com isso. Observe o comportamento e atitude de empreendedores bem sucedidos, e veja o que nela os ajuda no dia a dia. Sem contar que, quando você construir seu negocio, você vai precisar de parcerias e contatos, conhecer uma parte do ecossistema é fundamental.

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Jogando com o futuro de sua startup

Posted by Ana Maria Coelho on Jun 10, 2014 11:32:10 AM

Em tempos de preparação do país para megaeventos esportivos e de transformações importantes no cenário político, planejar o futuro pode ser um exercício estratégico estimulante e, ao mesmo tempo, tranquilizador.

Entender os possíveis cenários em que as empresas irão atuar ou aonde sua própria vida irá se desenvolver permite analisar o longo prazo neste mundo onde reina a incerteza. Tal como em sua origem teatral, os cenários ajudam a reconhecer o ambiente e adaptar-se às mudanças que ocorrem no ambiente, definindo os caminhos alternativos da evolução e permitindo escolher as manobras apropriadas para cada um deles.

O planejamento de cenários implica escolher, hoje, dentre várias opções, com total compreensão dos possíveis resultados no futuro. Você pode estar pensando: “Seria uma consulta cartomante para as empresas?” NÃO.

Compreender os cenários prepara as pessoas para qualquer contingência e confere a capacidade de agir com pleno conhecimento do risco assumido e da possível recompensa. Essa é a principal diferença entre um executivo sábio e um burocrata ou apostador, que são seus pólos opostos.

A facilidade de “jogar” com cenários depende do treinamento, da experiência e da intuição da pessoa. Qualquer pessoa pode criar cenários, mas será mais simples e correto se estiver disposta a estimular sua imaginação, criatividade e até certo senso do absurdo, sem no entanto abandonar o realismo necessário para manter os pés na terra.

Se você sente que sua vida necessita de alguma decisão de forte impacto no seu futuro, experimente. Identifique a questão central, determine as forças que essa questão impacta em sua vida e o grau de influência que ela exerce sobre aquilo que é fundamental para você. Classifique-as quanto à ordem de importância e grau de certeza, e o fundamental: defina a lógica dos vetores do que estarão em jogo a partir da tomada de uma decisão.

Sempre mantenha em mente a mecânica de três cenários tradicionais: o otimista, o pessimista e o intermediário. As pessoas tendem a apostar apenas no intermediário como o mais provável e com isso, põem a perder todas as vantagens de pensar o futuro sob outras perspectivas.

E lembre-se, assim como no teatro, os cenários são compostos por várias alegorias e materiais. Para uma boa análise das possibilidades sobre o futuro do seu negócio, não deixe de lado dois mundos: o dos fatos e o das percepções. Cenários exploram fatos, mas indicam as percepções daqueles que têm a responsabilidade de tomar decisões.

Quando funciona, é uma experiência criativa e libertadora. Entretanto, cuidado: evite um futuro oficial. Transforme essa conversa estratégica em um hábito permanente e esteja aberto a mudanças que possam acontecer no caminho. Afinal, como diz o senso comum: “o futuro a Deus pertence”.

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O que é o custo de aquisição e como ele pode ajudar sua startup

Posted by Caroline Piguin on Jun 9, 2014 7:00:00 AM


Falamos que boas startups precisam de uma boa equipe e uma boa execução, e dentro desse segundo tópico entra o conhecimento das métricas e números da empresa. Esse desconhecimento ou desatenção de alguns indicativos chave podem levar a uma estratégia mal amarrada de marketing, vendas e planejamento estratégico.

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