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O que o "lead jornalístico" ensina aos empreendedores

Posted by Raquel Serafim on May 23, 2014 8:10:51 AM

Conversando com investidores e profissionais que selecionam Startups para os mais variados programas de aceleração, notei a recorrência de um problema: a apresentação do projeto. Empreendedores têm de desenvolver o seu Pitch, contendo apenas informações essenciais e diferenciadas. Ou seja, ainda é um ponto delicado realizar uma apresentação sumária de três a cinco minutos, com o objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio.

Às vezes que percebo esta situação recordo-me dos tempos de universidade e das primeiras aulas de jornalismo, quando fui apresentada ao lead jornalístico. Esse pequeno termo em inglês traduz a função de introduzir e prender a atenção do leitor no texto. No caso do jornalismo, ele é aplicado no primeiro parágrafo de uma reportagem ou press release (texto desenvolvido por assessorias de imprensa) e busca responder às questões principais em torno de um fato. São elas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê.

Um bom lead é capaz de convencer um leitor a seguir com a leitura, ou pelo menos cumpre a sua função primordial, que é de informar de forma tão eficaz que o leitor poderá interromper a leitura no primeiro parágrafo e, ainda assim, estará a par da notícia. Para quem quer entender como isso é feito, vale a pena buscar boas referências nos principais veículos de comunicação e observar a fórmula.

Da mesma forma que o Lead busca informar de forma rápida e objetiva sobre um determinado fato, o empreendedor que está se submetendo a um Pitch deve desempenhar igualmente bem esse papel no momento da sua apresentação. Quando está se apresentando ou participando de alguma competição, quem está à frente da empresa terá que responder algumas perguntas, que não necessariamente são as mesmas apresentadas num jornal – a clareza e objetividade das informações devem seguir o mesmo caminho.

Uma sugestão simples de estrutura é:

1 - Diga por que sua empresa existe
Explique de forma rápida o que ela faz e como faz.

2 – Quais problemas visa solucionar?
Apresente bem o mercado em que atua (que justifique sua permanência nele) e as principais soluções existentes até a sua empresa. Vale usar números confiáveis e atuais, caso encontre.

3 – Explore seus diferenciais
Mostre no que você é melhor que as demais soluções e porque esses diferenciais podem significar maior chance de sucesso. Apresente de forma bem sucinta a equipe envolvida no projeto.

4 – Mostre para onde sua empresa pode crescer
A famosa escalabilidade: diga para quais mercados o modelo de negócio pode ser replicado e quanto de ganho isso pode significar.

5 – Diga o que está buscando
Deixe claro se quer investimento, infraestrutura ou qualquer outra coisa e mostre como esse recurso será utilizado. Muitas vezes os profissionais se esquecem de deixar claro o que estão buscando.

6 – Se prepare para as perguntas
Faça um arquivo com todas as possíveis perguntas que farão a você e já as responda antecipadamente. Dessa forma, ficará mais fácil organizar as ideias no momento de tensão.

A estrutura anterior pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de uma startup, no entanto, é essencial que no momento de falar o empreendedor saiba exatamente o que quer comunicar e que o diga logo, sendo objetivo, usando bloco de informação. Evite palavras de difícil pronúncia, termos técnicos pouco conhecidos ou situações obvias demais. Bom Pitch!

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Repense seus processos

Posted by Ana Maria Coelho on May 22, 2014 11:14:52 AM

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar - evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  • Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  • Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  • Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  • Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  • Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

Quando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado(estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

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Que tal estagiar na Aceleratech? - Finanças e processos

Posted by Caroline Piguin on May 21, 2014 7:00:00 AM

Se você não se cansa de aprender, gosta de trabalhar intensamente, e quer uma empresa incrível com pessoas legais para estagiar, a Aceleratech é o lugar ideal para você!

Buscamos, para início imediato, uma pessoa que tenha um interesse especial por startups, empreendedorismo e Venture Capital e que também se interesse pelo funcionamento de empresas e o que acontece por trás dos bastidores para que empresas inovadoras atinjam o sucesso.

A área de processos e finanças da Aceleratech ajuda as startups na sua estruturação de processos e na otimização desses processos através de conhecimento, software e automação. Além disso, essa área garante que a Aceleratech, como empresa, rode cada vez melhor.

Atividades tocadas pela área de finanças e processos da Aceleratech:

- Dia a dia financeiro da Aceleratech (contas a pagar, fornecedores, contabilidade, compras, banco)
- Organização de documentos (contratos, due dilligence, etc.)
- Estruturação financeira e contábil das startups
- Acompanhamento da construção de projeções financeiras das startups
- Sistemas de TI
- Contato com investidores anjo e fundos de Venture Capital
- Contato constante com o portfólio inteiro da Aceleratech

A pessoa que mostrar uma grande afinidade com o time da Aceleratech, os empreendedores do programa e as atividades acima terá a oportunidade de:

- Acompanhar empreendedores e startups de perto
- Estar junto às mais novas tendências desse mercado
- Aprender como Venture Capital funciona e criar contatos nessa área
- Compartilhar seu conhecimento em finanças, contabilidade e organização
- Contribuir com o sucesso das startups e da própria Aceleratech

Conhecimentos/experiência
- 3º, 4º ou 5º ano de faculdade
- Engenharias, administração, ciências contábeis, ciências da computação, matemática e afins
- Orientação a processos, automação e comunicação
- Vontade de aprender rapidamente
- Conhecimentos em contabilidade ou finanças fortemente desejáveis
- Conhecimentos em programação desejáveis
- Inglês fluente desejável (somos um ambiente internacional)

Interessados devem enviar currículo para estagio2014@aceleratech.com.br. No e-mail, por favor descrever seu interesse na vaga, no tipo de atuação e na Aceleratech. Também comente experiências (de trabalho e pessoais) relevantes para a vaga e indique seus perfis públicos na internet (Linkedin, Twitter, blog, etc.).

Estamos animados para conhecê-lo :)

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Diagnostique a dor do comprador: 9 Blocos

Posted by Marcel Ghiraldini on May 16, 2014 8:41:14 AM

Imagine por um momento que você pegou uma gripe. Você se sente terrível. Você vai para o seu médico procurando encontrar algum alívio. O que você pensaria se o seu médico realizando apenas um exame superficial, não lhe fizesse nenhuma pergunta, e depois te dá uma receita dizendo: “Você provavelmente vai se sentir melhor em breve(…)” O quanto você acreditaria no diagnóstico deste médico?

Na melhor das hipóteses, o médico adivinhou o que você tem, e o tratamento te fará ficar melhor. Na pior das hipóteses, o médico esta totalmente errado, e sua doença pode evoluir para algo sério, talvez até mesmo com risco de vida.

Diagnóstico de má qualidade, muitas vezes levam a resultados pobres. Advogados chamam isso de negligência. Infelizmente, vemos um monte de negligência na área de vendas. Muitos vendedores fazem um mau trabalho ao diagnosticar os reais problemas dos compradores (muitas vezes sequer tentam diagnosticar) e, como resultado, eles acabam prescrevendo soluções erradas, ou na pior das hipóteses, não conseguem convencer os clientes de que suas soluções poderiam trazer algum benefício. É difícil para os compradores a tomar qualquer ação sem antes ter uma visão do que fazer para resolver seu problema. O vendedor que precisa diagnosticar as questões críticas para o negócios – em outras palavras, a sua “dor” – e, então, ajudar o comprador a criar uma visão de uma solução, com ganhos reais para o negócio. Um profissional de vendas que não diagnostica dor seu comprador, e depois quer fazer com que o comprador visualize como as capacidades de sua solução vão ajudar,coloca-se na posição de ser apenas um tirador de pedidos. Este tipo de vendedor gera pouco, ou nenhum, valor ao potencial comprador. E tal qual um médico que apenas joga comprimidos em seus pacientes sem diagnosticá-los, o vendedor que não diagnostica a dor é culpado de negligência de vendas.

Diagnostique antes de prescrever

Se um comprador não confia em seu diagnóstico, eles não confiam em sua receita. Então, como é um bom diagnóstico? Um modelo de diagnóstico baseado em questionamentos serve como um mapa para a conversa (ou consulta) com os compradores . Aqui estão os componentes de um bom modelo de diagnóstico:

  • 3 Tipos de perguntas:
    • Abertas
    • Fechadas
    • Controle (ou confirmação)
  • Explore 3 tipos de informação
    • Razões da Dor
    • Determine o Impacto da Dor
    • Visualize as capacidades necessárias

3 Tipos de perguntas

Perguntas Abertas: As perguntas abertas convidar os compradores de falar livremente, responder com a sua experiência, conhecimento e pontos de interesse, e você ganha o direito de fazer perguntas de fechadas. São questões confortáveis ​​para o comprador responder, porque elas são geralmente vistas como não-ameaçadoras. Claro que tem uma desvantagem, acabam dando o controle da conversa ao comprador. Isso não é bom, se a direção adotada não tem nada a ver com a sua oferta. Mas no início do processo de compra, é importante para que os compradores se sintam confortáveis.

Perguntas Fechadas: Perguntas fechadas tendem a ser respondida com um sim ou não, porém neste caso estamos procurando obter respostas mais completas. Procure informações específicas e orientem o comprador no sentido específico que você quer que ele vá. Perguntas de fechadas também ajudam a obter informações quantitativas sobre as dores como “quanto?” ou “quantas vezes?”…

Perguntas de Controle: Perguntas controle garantem que o comprador e o vendedor estão em sincronia. Confirmando as seu entendimento o vendedor pode resumir sua compreensão de respostas comprador, demonstra uma capacidade de ouvir, mostrar empatia e conhecimento. Além de ajudar a corrigir qualquer mal entendido que possa ter ocorrido durante uma conversa.

Explore 3 tipos de informação

Usando as perguntas abertas, fechadas e de controles o vendedor deve conseguir 3 tipos de informações do comprador:

Razões da Dor: Você deve explorar e compreender todos os fatores que contribuem para a dor que foi admitida. Além disso, você precisa diagnosticar o quanto, a partir de uma perspectiva quantitativa, cada razão está contribuindo para a dor. Em outras palavras uma mesma dor pode vir de diversas razões, porém cada uma destas razões tem um peso específico como causa.

O Impacto da Dor: Depois de diagnosticar as razões para a dor, você explorar o impacto que a dor do comprador tem sobre outros indivíduos. A intenção é ver como a dor afeta a organização. Este diálogo pode servir para verificar o valor integral de resolver o problema e tratar a dor.

As capacidades necessárias: Depois de ter diagnosticado os motivos para a dor e outros impactados, você deve agora tentar ajudar o comprador visualizar uma solução. De uma maneira consultiva, você deve descrever uma visão de como as suas capacidades podem ajudar o comprador a endereçar as razões para a sua dor.

Com isso temos o modelo de 9 BLOCOS:

Informações / Perguntas Razões Impactos Capacidades
Abertas “Conte-me um pouco sobre o que está causando isso (dor)” “Além de você quem na organização é impactado e como” “O que se faz necessário para você ser capaz de (atingir a meta)? Eu poderia lhe dar algumas idéias com você?”
Fechadas “isto por que…?” “Então a (dor) esta causando ….. e o CEO também esta preocupado” “Você mencionou … (razão) e se houvesse uma maneira de …. (o que, quem e quando – o uso da capacidade) isso lhe ajudaria?”
Confirmação “Então a razão para a sua DOR é…. Estou correto?” “Pelo o que eu acabei de ouvir …. (quem e como), este não é apenas um problema pontual, mas de toda a companhia” Então se você conseguisse: (elenque as capacidades da visão) Então você poderia (atingir a sua meta)?

O modelo de processamento de visão (9 BLOCOS) fornece uma estrutura útil para um diagnóstico e diálogo consultivo junto ao comprador. Se for executado com sucesso, o vendedor entende as razões críticas para os negócios causadoras da DOR do comprador, o impacto dessas questões lhe entrega uma visão sobre organização, e os tipos de recursos necessários para resolver o problema do comprador. Mais importante ainda, o modelo de processamento da visão também ajuda os compradores a desenvolver uma visão clara da solução – que favorece as capacidades que você tem a oferecer.

Boa Sorte e boas vendas

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4 dicas rápidas para melhorar as vendas do seu negócio

Posted by Caroline Piguin on May 14, 2014 12:00:59 PM

Um dos principais desafios de empreendedores e donos de pequenas empresas é aumentar as vendas do seu negócio. Ter uma equipe bem preparada e estabelecer metas são algumas recomendações de especialistas. Veja quatro dicas para quem deseja impulsionar as vendas da sua empresa.

1. Estabeleça o preço correto

Você sabe se o seu produto ou serviço está precificado corretamente? Nem sempre o preço mais baixo é o que atrai o consumidor. Status da marca, qualidade do produto, necessidade e tendência são alguns aspectos que também devem ser levados em consideração.

2. Faça um planejamento

Indicadores de resultado são essenciais para controlar as vendas do seu negócio. Com base nas métricas é possível avaliar que tipo de ação de marketing está melhorando as vendas, por exemplo. Além disso, especialistas afirmam que ter uma meta bem definida é um passo importante para alcançar melhores resultados.

3. Treine bem a sua equipe de vendas

Excesso de simpatia e atenção são algumas atitudes que podem acabar afastando o cliente da sua empresa. Por isso, um bom atendimento pode conquistar novos clientes e aumentar as vendas. Incentivar a troca de experiências entre os vendedores é uma maneira barata de treinar a sua equipe.

4. Foque no cliente

Agradar o consumidor no pós-venda pode garantir uma futura venda. Um cliente satisfeito pode ajudar a empresa a gerar mais demanda. Por isso, se um consumidor retornou com algum problema, a equipe de vendas precisa estar preparada para buscar uma solução.

Fonte: Exame PME

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Por que os empreendedores são tão felizes?

Posted by Caroline Piguin on May 7, 2014 8:34:52 AM

A vida de um empreendedor, apesar de ser extremamente trabalhosa é muito recompensadora. Não há nada mais gostoso do que ver algo que você construiu crescer e escalar pelo Brasil e mundo. Com uma startup ou pequena empresa é muito mais fácil ver os resultados diretos de seu trabalho e o crescimento é geralmente muito maior.
Esses são apenas alguns dos motivos para explicar o porquê empreender é tão bom, mas existem muitas outras mais.

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Direto das trincheiras: MobGeek

Posted by Caroline Piguin on May 5, 2014 12:07:05 PM

A MobGeek já nasceu com um objetivo extremamente ambicioso: Ensinar leigos a programar. E não é para menos: Seus fundadores, Ana Luisa Santos e Yuri Ramos são experts no assunto, com uma passagem no MIT para comprovar isso. Em nosso Direto das Trincheiras de hoje batemos um papo com eles para entender melhor qual a visão deles para o negócio, seus desafios, o processo de aceleração e planos para 2014.

Aceleratech: Como a Mobgeek se diferencia dos demais sites de educação do mercado?
Ana: A MobGeek traz em seu DNA o foco na resolução de problemas reais, algo que nós, fundadores, vivenciamos pra valer quando alunos do MIT (Massachusetts Institute of Technology). E materializamos isso ensinando programação para que pessoas comuns, sem background técnico, tenham em suas mãos o poder de construir soluções para problemas (ou oportunidades) a sua volta. Através de videoaulas vamos guiando o passo a passo de como criar do zero projetos de sites e aplicativos. Sabemos também o quanto pode ser solitário aprender online. Por isso trazemos um componente bastante especial, que é a mentoria online, abrindo canais para que nossos alunos tirem dúvidas, compartilhem e se sintam apoiados nessa jornada.

Aceleratech: Qual o potencial de mercado da Mobgeek?
Yuri: Nosso público é bem amplo pois ensinamos qualquer pessoa que queira aprender a programar e já tenha familiaridade com a Internet. Muitos alunos nossos querem lançar suas startups, criar projetos pessoais ou para as empresas onde trabalham. Temos alunos jornalistas, advogados, universitários de cursos como biologia (sério!) ... gente de todo tipo e background. Alguns querem se tornar desenvolvedores de software, uma carreira super em alta (que paga muito bem). E muita gente não sabe por onde começar. Mas reconhecemos que a maior parte do nosso mercado é um público jovem: estudantes do ensino médio, ensino superior ou jovens profissionais. Estamos falando de alguns bons milhões de brasileiros.

Aceleratech: Como se ensina programação para leigos?
Ana:Muita gente imagina que aprender a programar seja daquelas coisas extremamente difíceis. Não é. Mas pode traumatizar quem está começando se o ensino não for adequado. Por isso montamos um time de primeira, com especialistas em educação online e desenvolvedores experientes. Formatamos videoaulas com conteúdo passo a passo e motivamos o aluno com metas de desenvolver um projeto prático, como por exemplo criar uma página pessoal ou um aplicativo de visualização de fotos. Algo simples, mas que já motiva o aluno ao mostrar que não é tão difícil quanto ele pode imaginar. E muita gente se sente empoderada… “nossa, olha o que eu consigo fazer em tão pouco tempo”. Ao longo do caminho vamos introduzindo conceitos teóricos em pílulas de conteúdo para que ele vá conectando os pontos sem se sentir intimidado. E com a mentoria online o aluno vai tendo uma noção bem precisa do seu progresso...consegue medir o quanto já evoluiu e o que consegue produzir.

Aceleratech: Como a mobgeek pretende crescer em 2014?
Yuri: Somos B2B e B2C. Qualquer pessoa pode entrar no site e assinar os cursos da MobGeek. Também estamos atuando em frentes paralelas: discutindo parcerias, apresentando a MobGeek a escolas, investindo em marketing digital e produzindo mais conteúdo (parte dele gratuito) para difundir esse conhecimento para mais e mais brasileiros.

Aceleratech: Como a experiência do MIT ajudou a vocês montarem esse negócio?
Ana:Ficamos muito impressionados com o que vimos e aprendemos no MIT. A instituição não é tudo o que dizem por acaso. Pode parecer meio básico falar em resolver problemas reais, mas hoje a gente vê que o nosso país poderia inovar muito mais se mais pessoas passassem da discussão dos problemas para o mão na massa, a prática, a execução. No MIT aprendemos como é importante focar em problemas, mesmo que simples, que resolvam ou facilitem a vida de muita gente, além de ser empreendedor e buscar causar impacto significativo na sociedade. A gente traz essa pegada para a MobGeek.

Aceleratech: Qual foi o aprendizado mais valioso que vocês tiveram na aceleração?
Ana:Bem...muitas emoções... De tudo o que discutimos e aprendemos durante estes meses (temos mesmo que escolher só um ponto?), destacamos um framework de follow up de vendas, marketing digital e finanças para startups. Não podemos deixar de mencionar a interação com as outras startups aceleradas. Ao longo desses meses juntos, ralando e convivendo juntos diariamente, aprendemos muito com as outras startups, desde ferramentas, métricas, métodos de trabalho etc.

Aceleratech: Vocês tem uma visão muito clara para a Mobgeek, explica para a gente qual é e como ela se traduz no produto?
Yuri: Nossa visão é revolucionar a educação, empoderando jovens a criar tecnologias para resolver problemas reais, impactando fortemente a criação de produtos, negócios e inovações sociais no mundo digital. Fato: quem programa tem um super poder em suas mãos. No nosso produto, a gente mostra aos usuários, de forma muito prática, o que é possível construir com essa nova habilidade que eles adquirem com a MobGeek.

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4 itens que você tem que prestar atenção em um contrato

Posted by Caroline Piguin on May 2, 2014 12:10:31 PM

Sabemos que, um momento extremamente importante para uma startup é o fechamento de um investimento, ou mais precisamente, a assinatura de um contrato. Mas esse momento pode ser tanto um alívio, quanto o início de um tormento. Vemos empresas se comprometendo com coisas que não sabem se são capazes de cumprir, ou ainda concordando com penalidades extremamente severas.

As consequências de não ler as letras miúdas geralmente são graves, e o contrato é primeiro teste do investidor. Será que um empreendedor que assina contratos sem ler é realmente o tipo de gestor que ele procura para um negócio investido? Coloque-se no lugar dele. Você se sentiria seguro?

A primeira dica que damos sobre um contrato é: Jamais assine sem a revisão ou o aconselhamento de um advogado. Ele saberá todas as particularidades de seu negócio e mercado, e sempre terá em vista seus interesses. Mesmo assim é essencial que você também leia o contrato, para entender suas obrigações e o que acontecerá com sua empresa caso você não cumpra o acordado.

Geralmente, contratos de investimento são longos e complicados, e dificilmente você terá uma conclusão em um dia de trabalho. É comum receber os contratos em formato aberto, e enquanto você faz sua leitura inicial, inclua seus comentários, dúvidas e pontos de preocupação. Dificilmente em uma primeira leitura você conseguirá entendê-lo e ver todos os pontos. Leia duas, três, quatro vezes. Seja cauteloso. A assinatura de um contrato, por melhor que se deem as partes, será sempre desgastante,mas ninguém espera que seja fácil, então mantenha suas necessidades e seus valores , mas saiba quando ceder.

Veja os 4 principais itens a se prestar atenção em um contrato:

Penalidade
A penalidade é o que vai acontecer contigo e com sua empresa caso você infrinja o contrato. A penalidade geralmente vem em forma de multa, devolução e até processos. A tendência é que você tente sempre puxar as penalidades para o mínimo que conseguir, afinal, mesmo que você não pretenda infringir o contrato, você deve proteger a si mesmo e ao seu negócio.Tente limitar as penalidades ao negocio somente e não aos sócios.
Leia com cuidado e carinho, mas tenha em mente que da mesma forma que você está tentando se proteger, seu investidor/contratante também está. Mantenha o bom senso sobre o que é ou não viável.

Obrigações
Essa parte do contrato apresenta as obrigações dos dois lados, tanto do contratante quanto do contratado, do investidor e do investido. Certifique-se de que você será capaz de cumprir com todas as suas obrigações, não fique só no “eu acho que dá…” Uma dica que costumamos dar por aqui é que você deve buscar que as obrigações sejam recíprocas, ou seja, se você tem a obrigação de algo, busque o outro lado do contrato a te oferecer algo parecido.

Confidencialidade
Em geral, tente colocar a confidencialidade como uma cláusula mútua, caso vocês decidam seguir por esse caminho. É importante não confundir a confidencialidade com NDA (Non Disclose Agreement). Geralmente, investidores não assinam um NDA para uma apresentações ou pitches, e isso é uma prática do mercado, e não significa que ele vai te passar a perna e roubar sua ideia. Lembre-se da quantidade de propostas, apresentações, pitches e contatos que ele tem diariamente, é inviável assinar um termo para cada um deles. Investidores não estão no mercado para roubar sua ideia, primeiro, e principalmente, porque esse não é o objetivo deles, a expectativa do investidor é achar empresas sólidas, confiáveis e de acordo com seu perfil de investimento. Caso ele não acredite que você faça parte desse grupo, ele marcará mais reuniões para conhecer novas ideias e startups, e não copiar seu negócio. Segundo por que a reputação dele também está em jogo.

Disposições gerais
Preste atenção especial para as disposições gerais. Em geral estão no fim do contrato, e você só chega nela quando já está cansado. É lá que geralmente ficam as armadilhas.

Esses são apenas os pontos a prestar mais atenção em um contrato. Você não vai, é claro, pular as outras partes. E como já falamos acima, sempre, independentemente do contrato que você vai assinar, peça a ajuda de seu advogado.

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Como relacionar-se melhor com a imprensa?

Posted by Thiago Ermano on Apr 30, 2014 2:43:37 PM

As redações brasileiras estão passando por um processo de reciclagem em suas estruturas físicas, e o Jornalista, formador de opinião e produtor de notícias e informações está na mira dessas mudanças. Em 2012, mais de 1.200 jornalistas foram demitidos, tendo como motivos reestruturações e cortes orçamentários. Quem ficou para realizar a produção diária de conteúdos está sobrecarregado de trabalho e precisa continuar a produzir (às vezes até em dobro) boas reportagens. Como conseguir espaço na imprensa?

No furacão da Globalização, é a necessidade de mais rapidez no fornecimento de informação. Com ele surgiram novas mídias e variados canais tecnológicos – criando “novas realidades” no formato de trabalho dos formadores de opinião brasileiros. O tempo para apurar uma reportagem ficou mais curto e a necessidade de receber auxílio de bons assessores de imprensa torna-se fator importante nas relações atuais com empresas e seus porta-vozes.

Se hoje boa parte dos conteúdos que são produzidos para portais de internet, revistas, jornais, emissoras de rádios e de TVs saem de sugestões das assessorias, qual é a forma mais ética e natural de conseguir a atenção dos jornalistas das redações?

O assessor de imprensa tem valor para os colegas das redações brasileiras, conforme mostram dados da pesquisa “Fala Jornalista”, realizada em parceria entre o portal Comunique-se e a empresa de auditoria independente Deloitte, em agosto de 2012. Foram entrevistados (por e-mail) 711 jornalistas, de variadas redações – com o objetivo de descobrir a visão deles a respeito de temas que envolvem o dia a dia profissional, os seus mercados de trabalhos e a perspectiva sobre a sociedade em geral.

Ao responderem sobre “meios mais utilizados para obter informações”, ficou clara a importância das assessorias de imprensa no processo intermediário à produção de conteúdos noticiosos. Para 59% dos Editores, os releases são, hoje, o principal meio informativo do que acontece nas empresas. Em seguida, os fatos são conseguidos por meio de entrevistas por telefone (54%), entrevistas pessoais (46%), por e-mail (28%), mídias sociais (21%) e coletivas presenciais (18%). Para Repórteres, Produtores, Pauteiros e Chefes de Produção, o texto das assessorias representa o segundo lugar para 54%, antecedida pela entrevista por telefone (71%) – que, geralmente, acontece após buscar contatos em sua rede de relacionamentos.

O que interessa às redações jornalísticas?

O que importa às redações continua a ser a informação de interesse comum às massas, necessitando de mais qualidade e consistência. Observe que bons profissionais costumam ocupar os melhores espaços na imprensa porque compartilham seus conhecimentos com a sociedade, falam de erros e acertos e estão à disposição para ajudar os jornalistas sobre temas complexos. São especialistas, docentes, empresários, executivos e personagens interessantes para ilustrar os exemplos do que é defendido na reportagem que conseguem exposições positivas junto aos formadores de opinião, agregando valores às suas marcas. Uma troca mais do que justa. Quer relacionar-se melhor com a imprensa? Comece doando conhecimento.

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Dicas para se inscrever na aceleração de startups da Aceleratech

Posted by Caroline Piguin on Apr 22, 2014 4:32:50 PM

Essa semana abrimos nossas inscrições para nossa quarta turma de aceleração, e para você que quer ter certeza que fará a melhor inscrição possível e preencherá todos os campos corretamente, criamos uma explicação passo a passo de como se inscrever caso seja uma empresa já cadastrada ou não no dentro do Fundacity.

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